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B1
2021-2024
quadriênio
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Planejamento e Aplicações ao Meio Ambiente | Vol. 2 Núm. 2 (2020)
Mateus Gonçalves Silva Weliton Carlos de Andrade Weverton Pereira de Medeiros Guilherme Veloso da Silva Karla Jarlita de Moura Silva Rosilene Agra da Silva Patrício Borges Maracajá
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##plugins.themes.gdThemes.publishedIn## mayo 28, 2020
Através deste projeto piloto, objetivou-se avaliar possíveis divergências morfométricas em operárias de abelhas africanizadas (Apis mellifera) provenientes de mesmo ambiente de Caatinga localizado no Alto Sertão paraibano. A análise foi desenvolvida no laboratório de abelhas da Universidade Federal de Campina Grande, e compreendeu os parâmetros: comprimento do inseto (CI), largura (LI), patas posteriores (PP), asas anteriores (AA), asas posteriores (AP) e peso do inseto (PI). Como estudo prévio, a amostragem ao todo foi através da avalição morfométrica de 25 abelhas, pertencentes à 5 diferentes colmeias, e o delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado, com esquema fatorial 5x5. Os dados obtidos foram submetidos a análise estatística pelo teste F e a comparação das médias pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Comprovou-se que não houve diferenças morfométricas significativas entre os grupos de abelhas avaliados, ficando evidente a não existência de extensa variabilidade gênica entre as populações de abelhas contidas no mesmo ambiente/apiário, o que indica uma padronização genética das colmeias. Estudos mais avançados sobre análise molecular podem refinar ainda mais os resultados, e possibilitar a detecção de ecotipos de abelhas distintos.