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B1
2021-2024
quadriênio
##plugins.themes.gdThemes.general.eIssn##: 2675-3065 | ##plugins.themes.gdThemes.general.issn##: 2675-3065
Revisões e Reflexões sobre o Meio Ambiente | Vol. 6 Núm. 1 (2024)
Hanieri Alves Da Silva Ivinna Kariny da Costa Vieira
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Graduada em ecologia na Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA). Mestre em ecologia e conservação na Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA). Endereço: [email protected]. Orcid: https://orcid.org/0000-0001-5951-5613.
##plugins.themes.gdThemes.publishedIn## abril 25, 2024
O termo “Carbon colonialism” comumente é descrito na literatura para descrever o sistema no qual as estruturas do poder neoliberais forçam países subdesenvolvidos a aceitar suas políticas ambientais de sustentabilidade do crédito de carbono em prol do capital. Este trabalho tem como objetivo a investigação acerca da privatização dos recursos ambientais como o carbono, e relacionar-se ao contexto global se não seria uma nova política colonialista de privatizar e explorar os recursos da América latina. A metodologia utilizada foi através de método dedutivo e comparativo, análise bibliográfica e estatística descritiva. Os resultados mostram que a criação do mercado de compensação financeira (crédito de carbono), transfere a responsabilidade dos países desenvolvidos aos países subdesenvolvidos, ao inserirem-se na política neoliberal. Sucede aqui um problema central ao contexto da América-Latina, que é os direcionamentos que as potências neoliberais dão, para as tomadas de decisões e desenvolvimento dos países latinos. Assim, é identificado a não inclusão pluralista das epistemologias do sul dos povos originários em práticas de conservação e políticas ecológicas, aliado da manutenção das estruturas da colonialidade do poder e saber no mercado de crédito de carbono que favorecem grandes latifundiários, banqueiros e monopólios elitizados de certificação.