ESPAÇO RURAL

  Cotações da tarde 24.06.2010

 

 

 

  FRUTAS

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

LARANJA INDÚSTRIA

SP - Indústria / Pêra

R$ / 40,8 Kg

14,61

0,0%

LARANJA MESA

SP - Tipo Pêra

R$ / 40,8 Kg

14,52

-1,2%

SUCO DE LARANJA

Nova York

US$ cents / libra

141,95

-0,3%

 

  GRÃOS

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

MILHO

BM&F

R$ / 60 Kg

18,83

-0,4%

MILHO

Chicago

US$ cents/bushel

353,60

-0,5%

MILHO

GO - Rio Verde

R$ / 60 Kg

13,50

0,0%

MILHO

MG - Uberlândia

R$ / 60 Kg

17,00

0,0%

MILHO

PR - Ponta Grossa

R$ / 60 Kg

16,50

0,0%

SOJA

BM&F

US$ / 60 Kg

22,30

0,7%

SOJA

Chicago

US$ cents/bushel

939,60

-0,7%

SOJA

MT - Rondonópolis

R$ / 60 Kg

33,70

0,6%

SOJA

PR - Ponta Grossa

R$ / 60 Kg

37,20

0,5%

SOJA

RS - Passo Fundo

R$ / 60 Kg

37,50

0,0%

TRIGO

Argentina

US$ / t

215,00

0,0%

TRIGO

Chicago

US$ cents/bushel

477,40

0,4%

TRIGO

Paraná

R$ / t

400,00

0,0%

 

  HORTIGRANJEIROS

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

BATATA

SP - COMUM

R$ / Kg

1,62

0,6%

TOMATE

SP - Salada

R$ / Kg

0,99

1,0%

 

  PECUÁRIA

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

BOI GORDO

BM&F

R$ / @

83,75

-0,2%

BOI GORDO

MG - Minas Gerais

R$ / @

78,00

0,0%

BOI GORDO

MT - Cuiabá

R$ / @

75,00

0,0%

BOI GORDO

SP - Noroeste

R$ / @

84,00

0,0%

 

  SOFTS COMMODITIES

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

AÇÚCAR

AL - Alagoas

R$ / 50 Kg

65,00

0,0%

AÇÚCAR

MG - Triângulo Mineiro

R$ / 50 Kg

40,30

0,0%

AÇÚCAR

Nova York

US$ cents / libra

16,19

2,4%

AÇÚCAR

SP - Ribeirão Preto

R$ / 50 Kg

40,20

0,0%

ALGODÃO / PLUMA

MS - Chapadão do Sul

R$ / @

52,58

0,0%

ALGODÃO / PLUMA

MT - Rondonópolis

R$ / @

50,93

0,0%

ALGODÃO / PLUMA

Nova York

US$ cents / libra

80,01

0,6%

ALGODÃO / PLUMA

SP - Araçatuba

R$ / @

53,24

0,0%

CAFÉ

BM&F

US$ / 60KG

194,05

-0,2%

CAFÉ

MG - Cerrado

R$ / 60 Kg

325,00

2,2%

CAFÉ

MG - Sul

R$ / 60 Kg

323,00

2,5%

CAFÉ

Nova York

US$ cents / libra

168,75

5,1%

CAFÉ

SP - Garça

R$ / 60 Kg

318,00

1,6%

 

 

Excesso de grãos semeia problemas para agricultura

 

Dois anos depois do pico da crise mundial de alimentos, a escassez de grãos está se transformando em excedentes que poderiam criar seus próprios problemas.
Alguns corretores e economistas estão especulando que se os Estados Unidos e outras economias mundiais não se aquecerem logo, os excedentes poderão se tornar fatores de depressão de preços. Embora grãos baratos sejam uma boa notícia para consumidores e criadores de animais, a oferta excessiva eleva os gastos de governos com subsídios e tende a dar início a guerras comerciais entre as potências agrícolas.
Esta tensão está crescendo também porque muitos produtores americanos, que tiveram lavouras prejudicadas por excesso de chuvas nos últimos anos, estão tendo poucos problemas este ano.
Embora a colheita ainda vá demorar alguns meses para começar nos EUA, o agricultor Clay Mitchell, de Buckingham, no Estado de Iowa, está preparando silos para o que está se delineando como uma safra recorde. As plantações de milho já estão batendo no seu peito, ajudadas pela primavera quente, que permitiu que o plantio começasse cedo, sendo seguido de chuvas de verão em momentos adequados.
"Até agora, esta tem sido a melhor temporada da história", diz o agricultor recém-casado, de 37 anos, que plantou 650 hectares de milho.
Em algumas cidades do Texas, a colheita de trigo está sendo tão farta que os produtores que estavam levando grãos aos silos locais nas últimas semanas tiveram que esperar o dia inteiro numa fila de caminhões. Alguns silos estão tão cheios que o trigo está sendo estocado em armazéns de algodão.
Fonte: The Wall Street Journal


"Provavelmente, nunca houve tanto trigo em nosso país", diz Steven Sparkman, agente de extensão rural do sistema A&M, da região de Hardeman, no Texas, um serviço que oferece educação prática a partir de estudos universitários. "Temos um excedente."

É uma grande mudança em relação à maior parte dos últimos dez anos, quando a dificuldade dos produtores para suprir a crescente demanda global por grãos criou o cenário para o que depois ficou conhecido como a crise de alimentos de 2007 e 2008.

Os estoques mundiais de grãos — o que sobra quando novas colheitas podem reabastecer os armazéns — encolheram naquele momento, quando uma crescente classe média em nações emergentes estava demandando mais carnes de animais engordados com grãos. Os países industrializados, atormentados pela diparada dos preços do petróleo, estavam dando mais apoio aos combustíveis feitos a partir de grãos. Nos EUA, a indústria de etanol começou a consumir um terço do milho produzido no país.

Os preços de grãos dispararam, enquanto alguns governos em pânico criavam problemas para o comércio mundial ao defender a oferta doméstica, elevando em milhões o número de pessoas famintas em todo o mundo. Foi necessária uma recessão global para esfriar os preços de grãos no fim de 2008.

Dois anos depois, entretanto, os agricultores no mundo todo estão trabalhando mais duro do que nunca. Produtores da América Latina à antiga União Soviética expandiram tão rapidamente que a área destinada à plantação dos 16 principais grãos e oleaginosas aumentou em 33 milhões de hectares desde 2006 — equivalente à criação de um novo cinturão americano de milho, de acordo com estatísticas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.
Os corretores de grãos em Chicago esperam que os agricultores americanos produzam safras recordes de milho e soja pelo segundo ano seguido. Os agricultores no Brasil e na Argentina estão encerrando colheitas recorde de soja. Os produtores na Ásia estão se preparando para produzir grandes safras de arroz. De acordo com estimativas da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, este ano as reservas globais de cereais — um colchão contra a escassez — devem ser 24% superiores ao que eram há apenas dois anos, e serão as maiores em 8 anos.

Com a previsão de que a produção mundial de grãos vá exceder a demanda pelo terceiro ano seguido, muitos corretores de grãos e economistas do setor agrícola estão começando a debater a perspectiva de dois panoramas muito diferentes.

Essa discussão tem a história ao seu lado: a alta de preços de grãos em 1970 iniciou um aumento de produção que atolou o setor agrícola nos anos 80. As previsões indicam que, nos próximos 12 meses, as reservas americanas de trigo vão atingir o nível mais alto desde 1987, graças em grande parte à queda das exportações americanas com o reaparecimento da concorrência dos produtores da antiga União Soviética.

Outros, entretanto, temem que os produtores mundiais não sejam capazes de acompanhar a demanda, uma vez que a economia se recupere, o que poderia elevar os custos para as indústria e criar o ambiente para uma nova crise de alimentos. Espera-se que o apetite na China e na Índia cresça fortemente.

Por ora, Daniel Basse, presidente da AgResource Co., empresa de Chicago que faz estimativas para o setor de commodities, tende ao primeiro lado. "A mensagem", diz Basse, "é que a agricultura sempre foi e sempre será um negócio cíclico".

 

O etanol pode substituir o diesel

 

Um tema relevante, e que não foi ainda suficientemente suscitado nos meios de comunicação do Brasil, é o concernente à repercussão na saúde dos habitantes da troca da gasolina pelo etanol nos veículos automotores.
Simulações recentemente efetuadas pelos especialistas da área médica atestam que a permuta assinalada evitaria a internação hospitalar de milhares de pessoas residentes nas áreas metropolitanas, especialmente na capital paulista.
Como testemunham os dirigentes do conceituado Laboratório de Poluição Atmosférica da Faculdade de Medicina da USP, o etanol é comprovadamente um combustível mais limpo do que a gasolina ou o diesel, derivados do petróleo.
Ademais, se houvesse a substituição do diesel pelo etanol na frota cativa dos ônibus circulantes, da mesma forma milhares de mortes seriam descartadas anualmente.
Nos dias presentes, o risco de um morador de São Paulo morrer de doença respiratória ou cardiovascular é 30% maior do que o de quem reside numa cidade com baixos índices de poluentes, consoante a recente pesquisa.
O mesmo estudo demonstra de forma insofismável que os reais benefícios do etanol são menosprezados, eis que outros agentes tóxicos, como o enxofre, metais pesados e CO2 não foram considerados.
É viável que a frota cativa de ônibus a diesel que circula nas metrópoles passe a ser movida com o derivado da cana-de-açúcar, o etanol.
As informações, contudo, não correspondem à total realidade, eis que os efeitos sobre a saúde da população levam em conta estatisticamente as internações hospitalares e a morbidade. Tais casos, notadamente, significam apenas parte dos eventos adversos à saúde dos habitantes.
Outras enfermidades, principalmente respiratórias, que não exigem internamento hospitalar não foram contabilizadas.
Desta forma, os resultados seriam mais expressivos do que aqueles das simulações processadas no laboratório da principal faculdade de medicina do Brasil.
O material particulado e o ozônio foram os poluentes que excederam os limites estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde e foram considerados os vilões da poluição ambiental no Brasil.
Os veículos diesel são considerados os que causam maiores danos à saúde humana, pois são a maior fonte das partículas finas nas regiões metropolitanas.
Em decorrência, a utilização do etanol como substituto do diesel na frota cativa dos paulistas redundaria na sensível diminuição dos efeitos negativos e deletérios na saúde dos habitantes de São Paulo e de outras regiões.
Sob o aspecto econômico, haveria diminuição do despendido em preciosas divisas gastas na importação do diesel (perto de 20% da quantidade consumida), derivado de que não alcançamos ainda a autossuficiência.
Entre os anos de 1975 e 2005, o País economizou a fantástica soma de US$ 70 bilhões nas importações evitadas de petróleo e derivados, graças ao uso do etanol.
Na ocasião em que o estudo da USP era divulgado, surpreendentemente uma entidade que reúne os técnicos da indústria automobilística promoveu campanha para a liberação do automóvel com motor a diesel, preconizando a volta da fabricação do veículo no Brasil.
Olvida a organização que o diesel brasileiro é de má qualidade, disponibilizado graças à injunção do Ministério Público Federal.
O lobby estruturado é inconsistente e descabido, pelos motivos apresentados no estudo dos pesquisadores mencionados da USP e, ademais, quando as cidades brasileiras já apresentam notórios problemas ambientais.
Em decorrência, a popularização do automóvel a diesel com níveis elevados de emissão, especialmente de partículas de NOx irá agravar sensivelmente os problemas de poluição atmosférica e da saúde da população.
Com o incentivo ao maior uso do diesel, o Brasil irá regredir e sujar a sua matriz energética, inviabilizando fontes renováveis, como o etanol.

Fonte: BCA Agrobussiness

 
 

Sequestro de carbono na agricultura: solo fértil e renda extra

 

Sequestro de carbono é uma nova terminologia que está crescendo, principalmente em nível internacional, mas ainda é muito desconhecida no Brasil. O processo significa capturar parte do gás carbônico da atmosfera e armazená-lo no solo. Para retirar o carbono do ar que é despejado em excesso pelas fábricas, motores de carros, desmatamento e diversos outros fatores, várias tecnologias têm sido desenvolvidas na última década e algumas chegam a custar milhões de dólares e requerem equipamentos sofisticados e de alto custo.

No entanto, a agricultura pode contribuir de forma simples e econômica com o sequestro de carbono. As plantas já fazem isso na sua essência, através da fotossíntese, mas, com a adoção do Plantio Direto associado a rotação de culturas, é possível armazenar mais carbono no solo do que a quantidade que é emitida de volta para o ar.

Na agronomia, o sequestro de carbono é um processo que ocorre a partir das plantas, pelo mecanismo da fotossíntese. As plantas capturam o dióxido de carbono que está na atmosfera transformando-o em produtos chamados fotossimilados e, ao terminar o seu ciclo de vida, os resíduos culturais das diversas culturas são depositados na superfície. Durante o processo de decomposição, uma parte destes resíduos (de 15% a 25 %) pode ser convertido  em carbono orgânico no solo e a maior parte retorna para a atmosfera. A quantidade de carbono que vai retornar para a atmosfera vai depender principalmente do manejo. Na agricultura, quando as entradas ou aportes de resíduos culturais forem maiores do que as saídas do carbono, via respiração da atividade microbiana, haverá sequestro — explica João Carlos de Moraes Sá, professor do Departamento de Solos e Engenharia Agrícola da Universidade Estadual de Ponta Grossa.

Existem basicamente três maneiras de os produtores causarem o sequestro de carbono em suas propriedades. Primeiro, é preciso fazer uma combinação de culturas adequadas, com cobertura verde. Na Região Sul, por exemplo, as culturas tradicionais de verão são o milho e a soja e as de inverno são o trigo e a cevada. Além disso as culturas destinadas à cobertura do solo, tais como aveia preta e ervilhaca, compõem o sistema de rotação. O ideal é plantar milho após a cultura de aveia, porque essa combinação deixa mais palhada na superfície para a formação de matéria orgânica no solo. O produtor que usar uma sequência como soja e trigo terá o balanço de carbono no solo negativo. No Cerrado, a manutenção da palhada na superfície é mais difícil por causa das altas temperaturas que favorecem a decomposição da matéria orgânica, liberando o gás carbônico para a atmosfera. Para os produtores do Cerrado, o ideal é usar a safrinha de milho, após a soja, com a braquiária ou o milheto para manter o solo permanentemente coberto  e proporcionar o maior sequestro.

A integração lavoura-pecuária também favorece o sequestro de carbono por causa do uso das pastagens, que cobrem o solo. Nesta técnica, além de produzir os grãos que está acostumado, o produtor acrescenta na sua fazenda uma espécie de gramínea para ser pastoreada e ganha a produção de carne. Na maioria dos casos, a sequência é feita com soja, milho safrinha e braquiária, que produz muita biomassa. Além do sequestro de carbono, neste caso, o produtor também teria mais uma fonte de renda com a produção de carne. A terceira alternativa para o agricultor provocar o sequestro de carbono é usar as culturas perenes associadas à cobertura vegetal permanente. João Carlos Sá dá como exemplo o café, em que a rua do cafeeiro pode ser mantida com cobertura, dessa forma é possível produzir uma outra cultura na entrelinha do café, manter o solo coberto, ter um manejo favorável e aportar carbono no solo.

O sequestro de carbono vai ser bastante interessante no momento em que o produtor tomar consciência do que isto significa. Isto, porque no momento em que nós desenvolvemos uma atividade agropecuária com base na conservação do carbono nós teremos inúmeros benefícios para a própria qualidade do solo. O carbono é componente chave de vários atributos do solo. Ele pode proporcionar uma maior agregação do solo, isto significa que partículas dispersas pelo processo de preparo podem ser agrupadas. Isso vai aumentando a porosidade, aumenta a infiltração e a possibilidade de armazenamento de água e permite que as plantas desenvolvam o seu sistema radicular em profundidades maiores. Em períodos de veranico, o solo tem condição de armazenar água por mais tempo e dá suporte à planta nas fases críticas. Então, o sequestro de carbono vai ter benefícios muito importantes na questão da resposta da planta, mas também na qualidade do solo e do meio ambiente. Se aumentar a qualidade e a produtividade, o produtor vai ter maior chance de aumentar o seu rendimento — diz o professor.
São vários benefícios que o produtor ganha sequestrando carbono na sua propriedade, inclusive vantagens econômicas. O agricultor pode entrar, por exemplo, para o mercado de carbono e ter uma renda extra. O mercado de carbono ainda não é muito conhecido no Brasil e é relativamente recente em todo o mundo, mas está em franca expansão. É um mercado onde se valoriza justamente o sequestro do carbono. Empresas do mundo todo, de diversos setores poluentes vão atrás de produtores de carbono e pagam para que eles façam o sequestro. Dessa forma, haveria um certo equilíbrio entre o que está sendo despejado de gás carbônico pelas indústrias e o que é sequestrado de carbono para o solo. As grandes indústrias poluidoras pagam grandes quantias ao produtores para que eles continuem fazendo o sequestro de carbono em suas propriedades.

É um mercado que está em busca de produtores de carbono e quem são os produtores de carbono? São sistemas de exploração de madeira, sistemas elétricos de energia limpa, sistemas de integração lavoura-pecuária e, mais recentemente, a agricultura está começando a ter uma possibilidade de entrar neste mercado através do Plantio Direto. O benefício que isto vai trazer ao produtor é uma renda extra. Para entrar no mercado de carbono o produtor, obrigatoriamente, terá que cobrir todos os pontos que eu abordei: parar de preparar o solo e aumentar os aportes de palhada, o que vai impactar em aumento da qualidade do solo e terá reflexo no rendimento das culturas. O mercado de carbono será o que eu chamo de uma bonificação que irá premiar estes bons serviços que o produtor poderá fazer ao ambiente e naturalmente garantindo a sua sobrevivência com maior qualidade no campo — ressalta João Carlos Sá.


Fonte: Portal Dia de Campo.

 

Agropecuária brasileira avança no cenário mundial

 

 
Relatório aponta para uma alta de 40% na produção brasileira de alimentos entre 2009 e 2019

O Brasil deve liderar o comércio mundial de alimentos em culturas estratégicas como soja e etanol num período de 10 anos. Essa expansão apontada em estudo do Ministério da Agricultura deve ser confirmada hoje com o lançamento de um relatório de perspectivas agrícolas da Agência para Agricultura e Alimentação (FAO), órgão das Nações Unidas.

O trabalho internacional aponta para uma alta de 40% na produção brasileira de alimentos entre 2009 e 2019 – o dobro da média mundial e quase 10 vezes mais que a União Europeia.

– Com a demanda apresentando forte crescimento sustentável e a oferta se expandindo de maneira instável, o cenário é perfeitamente viável – afirma Denis Ribeiro, da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos.

Em algumas culturas, sustenta a pesquisa do governo federal, a taxa anual de avanço das vendas no mercado externo e da produção é superior a 5%. No caso do etanol, a projeção de avanço das exportações chega a 14,63% ao ano. Na cultura do milho, o Brasil terá o maior crescimento nominal do mundo em exportações, ao lado da Argentina, enquanto no complexo soja o mesmo estudo aponta que o país deverá dominar 40% do comércio mundial do grão em 2020.

– Não tenho dúvida de que estamos caminhando para a transformação do álcool em commodity, como o petróleo e o aço. Hoje, só 10% do etanol mundial é vendido internacionalmente – analisa Eduardo Leão de Sousa, diretor executivo da Unica.

Segundo Francisco Schardong, diretor da Federação da Agricultura do Estado, o crescimento sustentável da produção de alimentos no Brasil é uma realidade. O diretor lembra que o país dobrou sua produção nos últimos oito anos sem aumentar a área de plantio – fruto da aplicação de mais tecnologia no campo.


FONTE: ZERO HORA

Agricultura intensiva reduz aquecimento global, diz estudo

 

Fertilizantes, pesticidas e sementes híbridas de alto rendimento salvaram o planeta de uma dose extra de aquecimento global. Essa é a conclusão de uma nova análise segundo a qual a intensificação da agricultura, por meio da revolução verde, tem sido acusada injustamente pela aceleração do aquecimento global.

Steven Davis, da Instituição Carnegie de Washington, em Palo Alto, Califórnia, e colegas, calcularam a quantidade de gases-estufa emitida no último meio século se a revolução verde não tivesse acontecido. O estudo foi publicado na prestigiada revista "PNAS".

A análise incluiu dióxido de carbono e outros gases, como metano liberado por plantações de arroz. Os autores notaram que, de modo geral, a intensificação da agricultura ajudou a retirar o equivalente a 600 bilhões de tonelada de CO2 da atmosfera --cerca de um terço de toda a emissão de gases-estufa entre 1850 e 2005.

As emissões foram reduzidas por a revolução verde aumentou o rendimento das plantações --por exemplo, ao promover o uso de variedade híbridas, que produzem mais, e pela uso generalizado de pesticidas e fertilizantes. Isso significa que mais alimento pode ser produzido sem a necessidade de cortar grandes áreas de floresta.

"Acho que nossos resultados mostram o perigo de se focar em apenas uma parte de um sistema complexo", diz Davis em resposta às afirmações de ambientalistas, que veem na agricultura intensiva uma das principais responsáveis pelo aumento das emissões de gases-estufa devido ao processo de produção de fertilizantes e produtos agroquímicos.
"É verdade que as emissões derivadas da manufatura de fertilizantes cresceu por causa da revolução verde", diz Davis, "mas nós mostramos que essas e outras emissões diretas de agricultura são mais que compensadas pelas emissões indiretas que são evitadas ao se deixar terras cultiváveis sem manejo".

Além disso, ao possibilitar que agricultores produzam mais em suas propriedades, a revolução verde evitou que uma área estimada de 1,5 bilhão de hectares --uma vez e meia a área dos EUA-- fosse utilizada para agricultura.
"Nós propomos que é muito importante continuar aumentando a produtividade e, ao mesmo tempo, usar recursos agrícolas, como fertilizantes e água, da maneira mais eficiente possível", disse Davis.

EFEITOS NEGATIVOS

Helmut Haberl, que estuda o efeito da agricultura sobre recursos globais na Universidade Klagenfurt, em Viena (Áustria), considera o estudo impressionante e bem conduzido. No entanto, adverte que o estudo não leva em conta outros fatores danosos da agricultura intensiva, como a degradação do solo, perda de biodiversidade, efeitos tóxicos de pesticidas sobre os agricultores e sofrimento animal.

David Pimentel, da Universidade Cornell, em Nova York, uma autoridade em agricultura orgânica, questiona as conclusões de Davis. Ele cita um experimento de 22 anos conduzido por sua equipe que mostrou que o rendimento de produções de milho e soja orgânicos é equivalente ao da agricultura convencional, mas consome 30% menos energia de combustíveis fósseis, ao mesmo tempo em que dobra a quantidade de carbono no solo.

Pimentel também afirma ter demonstrado que a produção orgânica na Indonésia e Índia consome muito menos energia por caloria de arroz ou milho produzido do que a produção intensiva desses produtos nos Estados Unidos.
 

Fonte: NEW SCIENTIST

 

 

  
Cotações da manhã 04.06.2010

 

 

 

  FRUTAS

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

MAÇÃ

SP - Fuji

R$ / Kg

2,24

0,0%

MAMÃO

SP - Havaí

R$ / Kg

2,86

14,4%

MANGA

SP - Tommy

R$ / Kg

1,46

0,0%

MELÃO

SP - Amarelo

R$ / Kg

1,20

-1,6%

UVA

SP - Itália

R$ / Kg

2,20

1,4%

 

  GRÃOS

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

ARROZ / CASCA

MT - Sinop

R$ / 60 Kg

29,00

0,0%

ARROZ / CASCA

RS - Alegrete

R$ / 50 Kg

26,80

0,0%

ARROZ / CASCA

RS - Uruguaiana

R$ / 50 Kg

27,70

0,0%

FEIJÃO / CARIOCA

GO - Goiânia

R$ / 60 Kg

108,00

0,0%

MILHO

GO - Rio Verde

R$ / 60 Kg

15,50

0,0%

MILHO

MG - Uberlândia

R$ / 60 Kg

16,50

0,0%

MILHO

PR - Ponta Grossa

R$ / 60 Kg

17,00

0,0%

SOJA

MT - Rondonópolis

R$ / 60 Kg

32,30

0,0%

SOJA

PR - Ponta Grossa

R$ / 60 Kg

36,50

0,0%

SOJA

RS - Passo Fundo

R$ / 60 Kg

36,50

0,0%

TRIGO

Argentina

US$ / t

240,00

0,0%

TRIGO

Paraná

R$ / t

430,00

0,0%

 

  HORTIGRANJEIROS

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

BATATA

SP - COMUM

R$ / Kg

1,67

-1,8%

TOMATE

SP - Salada

R$ / Kg

1,23

0,0%

 

  PECUÁRIA

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

BOI GORDO

BM&F

R$ / @

81,30

0,0%

BOI GORDO

MG - Minas Gerais

R$ / @

78,00

0,0%

BOI GORDO

MT - Cuiabá

R$ / @

75,00

0,0%

BOI GORDO

SP - Noroeste

R$ / @

82,00

0,0%

FRANGO VIVO

PR - Paraná

R$ / Kg

1,40

0,0%

SUÍNO VIVO

SC - Santa Catarina

R$ / Kg

2,00

0,0%

 

  SOFTS COMMODITIES

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

AÇUCAR

AL - Alagoas

R$ / 50 Kg

65,00

0,0%

AÇUCAR

MG - Triângulo Mineiro

R$ / 50 Kg

40,50

0,0%

AÇUCAR

SP - Ribeirão Preto

R$ / 50 Kg

40,70

0,0%

ALGODÃO / PLUMA

MS - Chapadão do Sul

R$ / @

48,94

0,0%

ALGODÃO / PLUMA

MT - Rondonópolis

R$ / @

46,63

0,0%

ALGODÃO / PLUMA

SP - Araçatuba

R$ / @

49,60

0,0%

CAFÉ

BM&F

US$ / 60KG

158,90

-1,0%

CAFÉ

MG - Cerrado

R$ / 60 Kg

293,00

0,0%

CAFÉ

MG - Sul

R$ / 60 Kg

293,00

0,0%

CAFÉ

SP - Garça

R$ / 60 Kg

290,00

0,0%

 

 

  Cotações da tarde 04.06.2010

 

 

 

  FRUTAS

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

LARANJA INDÚSTRIA

SP - Indústria / Pêra

R$ / 40,8 Kg

13,00

0,0%

LARANJA MESA

SP - Tipo Pêra

R$ / 40,8 Kg

14,22

3,2%

SUCO DE LARANJA

Nova York

US$ cents / libra

137,85

-2,1%

 

  GRÃOS

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

MILHO

BM&F

R$ / 60 Kg

20,40

0,5%

MILHO

Chicago

US$ cents/bushel

349,20

2,8%

MILHO

GO - Rio Verde

R$ / 60 Kg

15,00

0,0%

MILHO

MG - Uberlândia

R$ / 60 Kg

16,20

0,0%

MILHO

PR - Ponta Grossa

R$ / 60 Kg

17,00

0,0%

SOJA

BM&F

US$ / 60 Kg

21,39

0,9%

SOJA

Chicago

US$ cents/bushel

918,40

-2,0%

SOJA

MT - Rondonópolis

R$ / 60 Kg

32,30

0,0%

SOJA

PR - Ponta Grossa

R$ / 60 Kg

36,50

0,0%

SOJA

RS - Passo Fundo

R$ / 60 Kg

36,50

0,0%

TRIGO

Argentina

US$ / t

240,00

0,0%

TRIGO

Chicago

US$ cents/bushel

462,20

-1,5%

TRIGO

Paraná

R$ / t

430,00

0,0%

 

  HORTIGRANJEIROS

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

BATATA

SP - COMUM

R$ / Kg

1,57

-1,8%

TOMATE

SP - Salada

R$ / Kg

1,23

0,0%

 

  PECUÁRIA

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

BOI GORDO

BM&F

R$ / @

83,08

0,9%

BOI GORDO

MG - Minas Gerais

R$ / @

78,00

0,0%

BOI GORDO

MT - Cuiabá

R$ / @

75,00

0,0%

BOI GORDO

SP - Noroeste

R$ / @

82,00

0,0%

 

  SOFTS COMMODITIES

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

AÇÚCAR

AL - Alagoas

R$ / 50 Kg

65,00

0,0%

AÇÚCAR

MG - Triângulo Mineiro

R$ / 50 Kg

40,50

0,0%

AÇÚCAR

Nova York

US$ cents / libra

14,87

2,9%

AÇÚCAR

SP - Ribeirão Preto

R$ / 50 Kg

40,70

0,0%

ALGODÃO / PLUMA

MS - Chapadão do Sul

R$ / @

48,94

0,0%

ALGODÃO / PLUMA

MT - Rondonópolis

R$ / @

46,63

0,0%

ALGODÃO / PLUMA

Nova York

US$ cents / libra

74,69

-1,8%

ALGODÃO / PLUMA

SP - Araçatuba

R$ / @

49,60

0,0%

CAFÉ

BM&F

US$ / 60KG

158,30

0,0%

CAFÉ

MG - Cerrado

R$ / 60 Kg

293,00

0,0%

CAFÉ

MG - Sul

R$ / 60 Kg

290,00

-0,3%

CAFÉ

Nova York

US$ cents / libra

135,30

-1,3%

CAFÉ

SP - Garça

R$ / 60 Kg

291,00

0,3%

Fonte: Terra Viva


 


Campanha Carne Legal alerta consumidor sobre importância de saber origem de produtos bovinos

 


 

“O Ministério Público Federal vai trabalhar pela legalização da pecuária na Amazônia, nos pampas, no Pantanal, no cerrado, na área de Mata Atlântica, em todas regiões do país”, anunciou o procurador da República Marcus Marcelus Gonzaga Goulart nesta terça-feira, 1º de junho, durante o lançamento da campanha Carne Legal, um alerta sobre as ilegalidades presentes na cadeia da pecuária e pelo consumo consciente de produtos bovinos.

 

A fala de Gonzaga Goulart resume o objetivo do Ministério Público Federal (MPF): mostrar que a atuação contra a pecuária ilegal não se restringe nem só ao Pará e nem só à Amazônia. Como demonstração desse trabalho conjunto da instituição, participaram do lançamento da campanha no MPF em Belém procuradores da República no Pará, Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Roraima, Amapá e Distrito Federal. A iniciativa também recebeu mensagens de apoio de procuradores da República em Minas Gerais, Santa Catarina e Pernambuco.

Outro objetivo da campanha é convidar os cidadãos a procurar saber a origem da carne que eles consomem. Para isso, foram criados anúncios para rádio e TV, site e conta no twitter. A campanha tem o apoio do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) e agência Repórter Brasil.


Unidade – “Com essa campanha queremos gerar uma união entre o MPF, consumidores e empresários que cumprem a lei”, afirmou o procurador da República Anselmo Henrique Cordeiro Lopes, que atua no Acre.

Um ponto destacado pelos membros do MPF foi que a campanha é uma forma de defender os direitos do consumidor. “A campanha Carne Legal mostra como é importante o direito à informação”, ressaltou o procurador da República Marcus Marcelus Gonzaga Goulart, do MPF no Distrito Federal.

A procuradora da República Marcia Brandão Zollinger informou que no Mato Grosso, onde trabalha, as primeiras reuniões com representantes da idústria para discussão de acordos pela carne legal foram realizadas em outubro de 2009. Até agora, o Marfrig foi o único frigorífico que fez acordo com o MPF em Mato Grosso.

Para o procurador da República Rodrigo Timóteo da Costa e Silva, os acordos com a indústria da carne e curtumes são fundamentais porque garantem a defesa dos direitos indígenas, dos ribeirinhos, de comunidades tradicionais e a preservação das unidades de conservação. No texto dos acordos é previsto que propriedades rurais que violarem direitos dessas populações ou invadirem terras públicas automaticamente deverão ser excluídas do cadastro de fornecedores dos frigoríficos e curtumes.

“Sanar a cadeia produtiva da pecuária é algo que vai trazer mudanças significativas para a sociedade, já que essa ação significa lutar contra crimes ambientais e questões como o trabalho escravo”, afirmou o procurador da República Felipe Fritz Braga, do MPF no Mato Grosso do Sul.

Já no Amapá, a campanha Carne Legal será voltada à prevenção contra esses crimes, disse a procuradora da República Damaris Rossi Baggio de Alencar. “No Amapá o desmatamento não é tão grande quanto em outros Estados brasileiros, mas mesmo assim faremos uma campanha educativa em escolas e instituições de ensino como uma maneira de evitar a ocorrência dessas irregularidades.”

Fonte: EcoDebate


 

Plano agrícola e pecuário terá mais mais verbas e foco no ambiente

 

Novidades do pacote da agricultura empresarial para o ciclo 2010/2011 serão anunciadas nesta segunda, em Brasília, pelo presidente Lula
 

 O Plano Agrícola e Pecuário 2010/2011 que será anunciado hoje pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, virá maior e focado no ambiente. Com recursos estimados em R$ 102 bilhões – R$ 10 bilhões a mais do que os R$ 92 bilhões do ano passado –, o pacote deve incluir o incentivo à recuperação de áreas degradadas, agricultura de baixo carbono, produção e estocagem de etanol.

Apesar de esquivar-se de detalhes para não antecipar a solenidade marcada para esta segunda-feira, Gerardo Fontelles, secretário-executivo do Ministério da Agricultura, confirmou ontem a Zero Hora o viés ambiental do plano:

– Ele (o plano) está focado nisso, que é um compromisso de governo.

 

Entre as medidas, espera-se uma linha de crédito de cerca de R$ 1 bilhão, com taxas de 6% ao ano, para cultivo em áreas degradadas, em geral já utilizadas na criação de gado. A intenção é promover o uso de tecnologias sustentáveis nessas áreas, como o plantio na palha e a produção integrada lavoura-pecuária-floresta.

pecuaria organicaO ministério também deve destinar R$ 2,4 bilhões, a taxas de juros de 9% ao ano, ao estímulo da produção e à estocagem de etanol. A idéia é reduzir a volatilidade dos preços pagos pelos consumidores.

Na semana passada, o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, já havia antecipado novidades para a agricultura empresarial 2010/2011. Segundo Rossi, os produtores vão receber uma verba adicional como estímulo para práticas sustentáveis por meio do programa ABC: Agricultura de Baixo Carbono.

No caso de armazenagem de grãos, o programa

deve prever o financiamento para a construção de silos nas propriedades. Para isso, devem ser liberados recursos, com prazo de pagamento de 12 anos, sendo três de carência. O limite deve ser de R$ 1,3 milhão por propriedade. Se houver um consórcio, o valor pode chegar a R$ 4 milhões.

 

O que vem por aí

- R$ 102 bilhões deve ser o total de recursos destinados pelo governo Lula para a agricultura empresarial

- R$ 1 bilhão para recuperação de áreas degradadas com taxas de juros de aproximadamente 6% ao ano e prazos de carência de até seis anos para começar a pagar.

- R$ 2,4 bilhões e taxas de juros de 9% ao ano para estocagem de etanol, que visa a incentivar o uso do combustível “verde” pela frota de veículos brasileira.

- O Programa ABC: Agricultura de Baixo Carbono terá recursos adicionais como estímulo à práticas sustentáveis

- R$ 1 bilhão ao Programa de Incentivo à Irrigação e à Armazenagem (Moderinfra), para construção de silos e armazéns nas propriedades rurais para estocar a produção de grãos. A linha prevê taxa de juros de 6,75% ao ano, 12 anos de prazo para pagar (sendo três de carência), limite individual de R$ 1,3 milhão e coletivo de R$ 4 milhões.

Fonte: Zero Hora


 

 

  Cotações da manhã 26.05.2010

 

 

 

  GRÃOS

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

TRIGO

Paraná

R$ / t

420,00

0,0%

 

  HORTIGRANJEIROS

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

BATATA

SP - COMUM

R$ / Kg

2,39

0,0%

TOMATE

SP - Salada

R$ / Kg

1,84

-2,1%

 

  PECUÁRIA

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

BOI GORDO

BM&F

R$ / @

82,27

-0,3%

BOI GORDO

MG - Minas Gerais

R$ / @

76,00

0,0%

BOI GORDO

MT - Cuiabá

R$ / @

73,00

2,8%

BOI GORDO

SP - Noroeste

R$ / @

80,00

0,0%

FRANGO VIVO

PR - Paraná

R$ / Kg

1,37

0,0%

SUÍNO VIVO

SC - Santa Catarina

R$ / Kg

2,00

0,0%

 

  SOFTS COMMODITIES

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

AÇUCAR

AL - Alagoas

R$ / 50 Kg

65,00

0,0%

AÇUCAR

MG - Triângulo Mineiro

R$ / 50 Kg

40,80

0,0%

AÇUCAR

SP - Ribeirão Preto

R$ / 50 Kg

40,70

0,0%

ALGODÃO / PLUMA

MS - Chapadão do Sul

R$ / @

49,93

0,0%

ALGODÃO / PLUMA

MT - Rondonópolis

R$ / @

47,95

0,0%

ALGODÃO / PLUMA

SP - Araçatuba

R$ / @

50,26

0,0%

CAFÉ

BM&F

US$ / 60KG

160,50

1,1%

CAFÉ

MG - Cerrado

R$ / 60 Kg

298,00

0,0%

CAFÉ

MG - Sul

R$ / 60 Kg

295,00

0,0%

CAFÉ

SP - Garça

R$ / 60 Kg

293,00

0,0%

 

 

  Cotações da manhã 27.05.2010

 

 

 

  FRUTAS

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

MAÇÃ

SP - Fuji

R$ / Kg

2,42

0,4%

MAMÃO

SP - Havaí

R$ / Kg

2,38

2,6%

MANGA

SP - Tommy

R$ / Kg

1,36

0,7%

MELÃO

SP - Amarelo

R$ / Kg

1,44

-0,7%

UVA

SP - Itália

R$ / Kg

2,15

3,9%

 

  GRÃOS

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

ARROZ / CASCA

MT - Sinop

R$ / 60 Kg

29,00

0,0%

ARROZ / CASCA

RS - Alegrete

R$ / 50 Kg

26,13

0,0%

ARROZ / CASCA

RS - Uruguaiana

R$ / 50 Kg

27,03

0,0%

FEIJÃO / CARIOCA

GO - Goiânia

R$ / 60 Kg

108,00

0,0%

MILHO

GO - Rio Verde

R$ / 60 Kg

15,00

0,0%

MILHO

MG - Uberlândia

R$ / 60 Kg

16,00

0,0%

MILHO

PR - Ponta Grossa

R$ / 60 Kg

16,50

0,0%

SOJA

MT - Rondonópolis

R$ / 60 Kg

32,50

0,0%

SOJA

PR - Ponta Grossa

R$ / 60 Kg

36,00

0,0%

SOJA

RS - Passo Fundo

R$ / 60 Kg

37,00

0,0%

TRIGO

Argentina

US$ / t

240,00

0,0%

 

 

  Cotações da tarde 26.05.2010

 

 

 

  FRUTAS

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

LARANJA INDÚSTRIA

SP - Indústria / Pêra

R$ / 40,8 Kg

13,00

0,0%

LARANJA MESA

SP - Tipo Pêra

R$ / 40,8 Kg

14,21

0,6%

SUCO DE LARANJA

Nova York

US$ cents / libra

140,75

1,0%

 

  GRÃOS

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

MILHO

BM&F

R$ / 60 Kg

20,31

0,3%

MILHO

Chicago

US$ cents/bushel

381,00

2,1%

MILHO

GO - Rio Verde

R$ / 60 Kg

15,00

0,0%

MILHO

MG - Uberlândia

R$ / 60 Kg

16,00

0,0%

MILHO

PR - Ponta Grossa

R$ / 60 Kg

16,50

0,0%

SOJA

BM&F

US$ / 60 Kg

21,20

0,5%

SOJA

Chicago

US$ cents/bushel

929,40

0,9%

SOJA

MT - Rondonópolis

R$ / 60 Kg

32,10

-1,5%

SOJA

PR - Ponta Grossa

R$ / 60 Kg

36,00

-1,4%

SOJA

RS - Passo Fundo

R$ / 60 Kg

37,00

-1,3%

TRIGO

Argentina

US$ / t

240,00

0,0%

TRIGO

Chicago

US$ cents/bushel

479,00

0,2%

TRIGO

Paraná

R$ / t

420,00

0,0%

 

  HORTIGRANJEIROS

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

BATATA

SP - COMUM

R$ / Kg

2,39

0,0%

TOMATE

SP - Salada

R$ / Kg

1,84

-2,1%

 

  PECUÁRIA

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

BOI GORDO

BM&F

R$ / @

82,20

0,5%

BOI GORDO

MG - Minas Gerais

R$ / @

76,00

0,0%

BOI GORDO

MT - Cuiabá

R$ / @

73,00

0,0%

BOI GORDO

SP - Noroeste

R$ / @

80,00

0,0%

 

  SOFTS COMMODITIES

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

AÇÚCAR

AL - Alagoas

R$ / 50 Kg

65,00

0,0%

AÇÚCAR

MG - Triângulo Mineiro

R$ / 50 Kg

40,80

0,0%

AÇÚCAR

Nova York

US$ cents / libra

15,65

0,4%

AÇÚCAR

SP - Ribeirão Preto

R$ / 50 Kg

40,70

0,0%

ALGODÃO / PLUMA

MS - Chapadão do Sul

R$ / @

49,93

0,0%

ALGODÃO / PLUMA

MT - Rondonópolis

R$ / @

47,95

0,0%

ALGODÃO / PLUMA

Nova York

US$ cents / libra

78,15

0,8%

ALGODÃO / PLUMA

SP - Araçatuba

R$ / @

50,26

0,0%

CAFÉ

BM&F

US$ / 60KG

160,20

0,9%

CAFÉ

MG - Cerrado

R$ / 60 Kg

298,00

0,0%

CAFÉ

MG - Sul

R$ / 60 Kg

295,00

0,0%

CAFÉ

Nova York

US$ cents / libra

133,70

0,7%

CAFÉ

SP - Garça

R$ / 60 Kg

293,00

0,0%


 


 

Uso de bactérias no solo aumenta colheitas em mais de 50%, diz ONU

 

Estudos foram realizados em plantações de soja sem fertilizantes do Quênia

 

O Programa das Nações Unidas para o Meio-Ambiente (Pnuma) anunciou que é possível aumentar em mais de 50% a produtividade das lavouras sem recorrer ao uso de fertilizantes.

A descoberta foi anunciada na última terça-feira, dia 18, durante a abertura de uma conferência no Centro Agroflorestal Mundial em Nairóbi, no Quênia. O encontro discute como os microorganismos trabalham no solo e como eles podem ser utilizados.

O projeto internacional de pesquisa intitulado 'Manejo Sustentável da Biodiversidade Subterrânea' observou a relação entre os microorganismos presentes no solo e a produtividade das plantações.

Estudos realizados no Quênia indicaram que o uso de alguns tipos de bactérias no solo das plantações de soja aumentou a lucratividade das lavouras entre 40% e 60%, sem o uso de fertilizantes.

Quando microorganismos foram usados em plantações, com o auxílio de fertilizantes orgânicos, as colheitas dobraram. Neste cenário, os custos caíram e a lucratividade das lavouras aumentou. Os microorganismos ajudam ainda no melhor aproveitamento da água e dos nutrientes.

Segundo o Pnuma, outra descoberta importante é que, em alguns casos, as bactérias ajudaram a combater doenças nas lavouras, diminuindo a necessidade de pesticidas.

O projeto internacional de pesquisa sobre a biodiversidade subterrânea deverá durar oito anos e conta com o apoio de cientistas do Brasil, Costa do Marfim, Índia, Indonésia, México e Uganda. O Pnuma fornece suporte na implementação do projeto.

Fonte:  Canal Rural – 24/05/2010



Ministro da Agricultura de Portugal  aposta na organização para aumentar exportações



Sector lembra potencial de exportação e pede mais atenção do Governo.

 


O ministro de Agricultura quer criar um mecanismo de apoio à comercialização e internacionalização do sector hortícola e frutícola. António Serrano reúne-se hoje com as associações nacionais de produtores. Organização e profissionalismo são as palavra-chaves para o ministro, que assim quer tornar a agricultura portuguesa mais competitiva. 

 “Nem tudo passa por apoios. O grande trabalho que estamos a fazer em Portugal é de organização e isso representa uma melhoria significativa na nossa agricultura”, afirma António Serrano. 

“É profissionalizar, ganhar capacitação técnica para poder vender melhor, no espaço nacional e no espaço internacional”, acrescenta. 

Do lado dos produtores, as expectativas são elevadas face à reunião desta segunda-feira. O presidente da Federação Nacional das Organizações de Produtores de Fruta e Hortícolas, Domingos Santos, espera que o ministro anuncie mecanismos concretos de apoio à exportação, como, de resto, já existe para outros sectores.
 

Domingos Santos pede que ministro se lembre das frutas e das flores

“O sector das frutas e legumes e das flores é uma fileira importante dentro da agricultura portuguesa. É um sector que tem um potencial de exportação bastante forte” e “estas fileiras da agricultura têm tido o apoio zero”, afirma. 

Domingos Santos lembra ainda que em Portugal já se faz um excelente trabalho com produtos de reconhecida qualidade e defende a aposta nas exportações como um dos caminhos para contornar a crise.

Fonte: Renascença – 24/05/2010


 

  Cotações da manhã 21.05.2010

 

 

 

  FRUTAS

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

MAÇÃ

SP - Fuji

R$ / Kg

2,23

0,0%

MAMÃO

SP - Havaí

R$ / Kg

2,69

0,0%

MANGA

SP - Tommy

R$ / Kg

1,43

0,0%

MELÃO

SP - Amarelo

R$ / Kg

1,31

0,0%

UVA

SP - Itália

R$ / Kg

2,27

0,0%

 

  GRÃOS

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

ARROZ / CASCA

MT - Sinop

R$ / 60 Kg

28,98

0,0%

ARROZ / CASCA

RS - Alegrete

R$ / 50 Kg

27,35

0,0%

ARROZ / CASCA

RS - Uruguaiana

R$ / 50 Kg

28,25

0,0%

FEIJÃO / CARIOCA

GO - Goiânia

R$ / 60 Kg

108,00

0,0%

MILHO

GO - Rio Verde

R$ / 60 Kg

14,50

0,0%

MILHO

MG - Uberlândia

R$ / 60 Kg

16,00

0,0%

MILHO

PR - Ponta Grossa

R$ / 60 Kg

16,20

0,0%

SOJA

MT - Rondonópolis

R$ / 60 Kg

33,00

0,0%

SOJA

PR - Ponta Grossa

R$ / 60 Kg

37,50

0,0%

SOJA

RS - Passo Fundo

R$ / 60 Kg

38,00

0,0%

TRIGO

Argentina

US$ / t

240,00

0,0%

TRIGO

Paraná

R$ / t

420,00

0,0%

 

  HORTIGRANJEIROS

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

BATATA

SP - COMUM

R$ / Kg

2,40

0,0%

TOMATE

SP - Salada

R$ / Kg

1,24

0,0%

 

  PECUÁRIA

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

BOI GORDO

BM&F

R$ / @

80,50

0,0%

BOI GORDO

MG - Minas Gerais

R$ / @

76,00

0,0%

BOI GORDO

MT - Cuiabá

R$ / @

71,00

0,0%

BOI GORDO

SP - Noroeste

R$ / @

79,00

0,0%

FRANGO VIVO

PR - Paraná

R$ / Kg

1,37

-2,1%

SUÍNO VIVO

SC - Santa Catarina

R$ / Kg

2,00

0,0%

 

  SOFTS COMMODITIES

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

AÇUCAR

AL - Alagoas

R$ / 50 Kg

65,00

0,0%

AÇUCAR

MG - Triângulo Mineiro

R$ / 50 Kg

40,50

0,0%

AÇUCAR

SP - Ribeirão Preto

R$ / 50 Kg

40,30

0,0%

ALGODÃO / PLUMA

MS - Chapadão do Sul

R$ / @

50,26

-0,7%

ALGODÃO / PLUMA

MT - Rondonópolis

R$ / @

48,28

-1,3%

ALGODÃO / PLUMA

SP - Araçatuba

R$ / @

50,93

-0,6%

CAFÉ

BM&F

US$ / 60KG

156,30

-0,4%

CAFÉ

MG - Cerrado

R$ / 60 Kg

295,00

0,0%

CAFÉ

MG - Sul

R$ / 60 Kg

293,00

0,0%

CAFÉ

SP - Garça

R$ / 60 Kg

290,00

0,0%

 

 

  Cotações da tarde 21.05.2010

 

 

 

  FRUTAS

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

LARANJA INDÚSTRIA

SP - Indústria / Pêra

R$ / 40,8 Kg

13,00

0,0%

LARANJA MESA

SP - Tipo Pêra

R$ / 40,8 Kg

14,20

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SUCO DE LARANJA

Nova York

US$ cents / libra

146,75

0,9%

 

  GRÃOS

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

MILHO

BM&F

R$ / 60 Kg

19,65

0,0%

MILHO

Chicago

US$ cents/bushel

376,60

1,9%

MILHO

GO - Rio Verde

R$ / 60 Kg

14,50

0,0%

MILHO

MG - Uberlândia

R$ / 60 Kg

16,00

0,0%

MILHO

PR - Ponta Grossa

R$ / 60 Kg

16,20

0,0%

SOJA

BM&F

US$ / 60 Kg

21,90

0,0%

SOJA

Chicago

US$ cents/bushel

933,20

-0,2%

SOJA

MT - Rondonópolis

R$ / 60 Kg

32,60

-1,2%

SOJA

PR - Ponta Grossa

R$ / 60 Kg

37,50

0,0%

SOJA

RS - Passo Fundo

R$ / 60 Kg

38,50

1,3%

TRIGO

Argentina

US$ / t

240,00

0,0%

TRIGO

Chicago

US$ cents/bushel

489,20

0,5%

TRIGO

Paraná

R$ / t

420,00

0,0%

 

  HORTIGRANJEIROS

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

BATATA

SP - COMUM

R$ / Kg

2,40

0,0%

TOMATE

SP - Salada

R$ / Kg

1,24

0,0%

 

  PECUÁRIA

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

BOI GORDO

BM&F

R$ / @

80,50

0,0%

BOI GORDO

MG - Minas Gerais

R$ / @

76,00

0,0%

BOI GORDO

MT - Cuiabá

R$ / @

71,00

0,0%

BOI GORDO

SP - Noroeste

R$ / @

78,00

0,0%

 

  SOFTS COMMODITIES

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

AÇÚCAR

AL - Alagoas

R$ / 50 Kg

65,00

0,0%

AÇÚCAR

MG - Triângulo Mineiro

R$ / 50 Kg

40,50

0,0%

AÇÚCAR

Nova York

US$ cents / libra

15,88

3,5%

AÇÚCAR

SP - Ribeirão Preto

R$ / 50 Kg

40,30

0,0%

ALGODÃO / PLUMA

MS - Chapadão do Sul

R$ / @

50,26

-0,7%

ALGODÃO / PLUMA

MT - Rondonópolis

R$ / @

48,28

-1,3%

ALGODÃO / PLUMA

Nova York

US$ cents / libra

77,54

-0,4%

ALGODÃO / PLUMA

SP - Araçatuba

R$ / @

50,93

-0,6%

CAFÉ

BM&F

US$ / 60KG

156,95

0,0%

CAFÉ

MG - Cerrado

R$ / 60 Kg

295,00

0,0%

CAFÉ

MG - Sul

R$ / 60 Kg

293,00

0,0%

CAFÉ

Nova York

US$ cents / libra

132,40

0,6%

CAFÉ

SP - Garça

R$ / 60 Kg

290,00

0,0%

 



Boi na Bolsa é inovação na venda do gado
 

Programa tem por objetivo garantir ao pecuarista o recebimento antecipado de 90% de seu crédito.
 

O Sistema Faeg/Senar propõe inovar a forma de comercialização de gado bovino em Goiás e no Brasil, oferecendo ao produtor rural o programa Boi na Bolsa, novidade que objetiva garantir ao pecuarista o recebimento antecipado de 90% de seu crédito com as garantias da BBM/BMF-BOVESPA.

 

A parceria entre o Sistema Faeg/Senar e BBM/BMF-BOVESPA é a continuidade do programa de venda de gado só à vista iniciado em 2009, e tem como pontos principais a oferta de boi na bolsa de mercadorias em três modalidades: pregão eletrônico - lotes de animais são identificados com peso, idade, localização, propriedade e expectativa de preço por arroba, durante um tempo até as ofertas dos frigoríficos surgirem; venda em balcão - lotes de animais são identificados com peso, idade, localização, propriedade e expectativa de preço por arroba, direcionados a um comprador específico e por fim a venda a termo - que já é praticada e garante um preço futuro para entrega futura de animais.

 

A finalidade do Sistema Faeg/Senar em trazer esta alternativa de venda é exatamente evitar as surpresas das negociações de gado bovino para o pecuarista, pois 90% do crédito da negociação será depositada antes do embarque dos animais na fazenda, diretamente pelo comprador, na conta corrente da BBM/BMF-BOVESPA.

 

Os animais nem saíram do pasto e já estão pagos em 90%. Os 10% restantes serão quitados no romaneio, apenas para os ajustes finais de peso. Esta é a grande novidade que revoluciona a comercialização bovina no Brasil, permitindo ao pecuarista um sono tranquilo e a certeza de acordar com dinheiro para continuar a sua atividade, comprando e vendendo animais.

 

Isto tudo, pode ser conciliado ao já existente programa do PESEBEM, também oferecido pelo Sistema Faeg/Senar, cujas balanças são o parâmetro para os pecuaristas que já aderiram a este programa de pesagem paralela à balança do frigorífico. Este é mais um trabalho positivo da pecuária de corte brasileira, que agora tem, ao menos, um paradigma para saber o peso das balanças de frigoríficos.

Esta tem sido a preocupação do Sistema Faeg/Senar, que procura cada vez mais inovar, assegurando que a atividade agropecuária seja executada com dignidade e respeito, oferecendo programas que promovam a sustentabilidade do setor e a sobrevivência dos produtores rurais goianos.

 

Temos a expectativa de adesão de grande número de pecuaristas, haja vista a presença de diversos produtores rurais no evento de lançamento em Goiás no dia 20 de abril. Na ocasião pudemos observar várias opiniões sobre esta novidade comercial de venda de bovinos. Após o lançamento, o trabalho continua, com palestras informativas que serão realizadas pelo interior do Estado, buscando orientar o produtor rural goiano sobre este mecanismo seguro de comercialização de bovinos.

                                                                                                             

 Fonte:José Manoel Caixeta Haun é presidente

                da Comissão de Pecuária de Corte Federação

de  Agricultura e Pecuária de Goiás - Faeg.

 


Conservação do Solo

 

O que é solo?

 

O solo é mais do que uma porção de terra onde se planta. O solo tem importância para a vida de todos os seres vivos de nosso planeta. É dele que o homem e os animais tiram seu sustento e sobre ele é que construímos nossas casas. É no subsolo ou, no meio da mata que cresce sobre o solo fértil, que brotam as nascentes de água doce.

 

Como é formado o solo?

 

Durante bilhões de anos, o solo foi formado, através de um processo de desgaste natural das rochas.

Esse processo, realizado pela natureza com a ação do sol, chuva e dos ventos, formou de material mineral que aos poucos, com água que foi sendo acumulada, começou a gerar a vida do solo.

Essa matéria viva do solo, também chamada de húmus, é a parte onde encontramos os restos de matéria orgânica de animais e vegetais em decomposição, ou ainda seres vivos como insetos, minhocas e outros. No solo também existem os poros, por onde a água e o ar penetram e assim toda vida que fica sob o solo pode ser alimentada.

A vegetação que cresce sobre o solo, funciona como uma capa protetora, impedindo que chuvas fortes arrastem os seus nutrientes. Serve ainda para proteger o solo da forte insolação que castiga a resseca a camada superficial.

 

Problemas que podem acontecer com o solo

 

Existe uma série de problemas que podem levar à degradação do solo. Um deles é causado pela ocupação desordenada e sem planejamento do solo, ou ainda pelo uso de práticas de manejo incorretas, como o uso intenso de máquinas agrícolas e a utilização de adubos químicos e fertilizantes em excesso, que causam poluição e comprometem a vida do solo.

Erosão: o manejo incorreto do solo leva à erosão e até a desertificação (estágio em que não há possibilidades de recuperação do solo).

Queimada: nas áreas onde a vegetação foi removida ou queimada, o solo fica sujeito à ação das chuvas que provocam erosão.

Assoreamento: a terra arrastada, se depositada nos rios, causando diversos prejuízos, como as enchentes na época das chuvas, ou a falta d’água nas estiagem. O resultado é um conjunto de prejuízos diretos e indiretos para o produtor rural e toda a comunidade, com efeitos no presente e futuro.

 

Práticas  de conservação do solo e demais recursos naturais

 

Aumentar o conhecimento sobre a correta utilização do solo e dos demais recursos naturais em sua propriedade é o primeiro passo.

As práticas conservacionistas devem ser adotadas de forma integrada, conforme orientações técnicas, tendo a microbacia hidrográfica como unidade de planejamento e intervenção.

As recomendações, com base na capacidade de uso das terras, devem enfatizar as práticas preventivas, no que diz respeito à conservação do solo e aos demais recursos naturais.

 

Algumas práticas recomendadas

 

  • proteção e recomposição das matas ciliares;
  • rotação de culturas;
  • adubação verde;
  • faixa de retenção;
  • plantio em nível;
  • cultivo mínimo;
  • plantio direto;
  • escarificação;
  • terraceamento;
  • divisão de pastagem;
  • abastecedouro comunitário;
  • controle de erosão;
  • adequação das estradas rurais;
  • calagem e adubação.

 

Planejamento e ocupação do solo

 

Para que o solo seja utilizado adequadamente é imprescindível que seja feito um planejamento adequado a partir de uma analise criteriosa do local onde serão instaladas as atividades de agropecuárias, visando a utilização racional do solo e maior conservação dos recursos naturais.

A adoção de práticas conservacionistas de maneira integrada é recomendada com os seguintes objetivos:

  promover a conservação dos recursos naturais, através da utilização de medidas que diminuam os efeitos do processo de degradação em áreas ainda em estágio inicial, ou afetadas mais intensamente pelo manejo e ocupação incorretos;

promover a adoção de tecnologias que aumentam a cobertura vegetal do solo e a infiltração de água, reduzindo sua compactação e aumentando o armazenamento de água nos subsolos;

  promover a adoção de tecnologias que controlem o escorrimento de água superficial e a ação das enxurradas, reduzindo o processo de desgaste e erosão do solo, estradas rurais e assoreamento dos rios.

  promover a redução da poluição do solo, nas nascentes e dos córregos.

 


CUBA: vacina reprodução garante produção de carne e leite.

 

A vacina reprodução é agora uma das possibilidades disponíveis para a pecuária em Cuba, a fim de manter e aumentar a produção de leite e carne. 

Esta atividade biológica com novo resultado é importante para os indivíduos, garantindo a sobrevivência e continuidade das espécies e o desenvolvimento de seus ciclos de produção, inclusive o gado.


No início da campanha de 2010 jogando na área, o funcionário salientou a importância de tratar adequadamente as fêmeas desde o nascimento, para atingir o peso necessário e produzir leite.
 


O vive-presidente, Lezcano, afirma: aplicam-se a inseminação artificial  para acelerar o progresso genético e beneficiar da garantia de saúde para toda a massa de animais porque o sêmen utilizado é livre da doença. 

Aumentar o nascimento significa eficiência, com mais nascimentos e, portanto, rendimentos mais elevados, disse ele.
 


Acreditava que aumento da produção de leite e carne dependem tanto de melhorar os sistemas de alimentação e de gestão, como o aumento dos indicadores que devem concentrar os seus esforços.
 


Conforme relatado no lançamento o diretor de pecuária, Mario Perez, 2009 terminou com 704 000 700 nascimentos, o que não era alcançado desde 2000.
 


No entanto, segundo ele, esse número ainda é insuficiente para alcançar os objetivos definidos em termos de crescimento anual de leite, carne e vacinação em massa.
 


Existe uma finalidade reprodutiva da realização de um 80 por cento de nascimento, e seu objetivo 58 fazendas do estado e cerca de 60 unidades básicas de produção cooperativa.
 


Materializar também 76 cooperativas de crédito e de serviços, 15 empresas agrícolas e de três especialistas genética, entre outros. 

No entanto, um número significativo de entidades é ainda muito aquém dos resultados exigido neste indicador, salientou Perez. 

Daí a necessidade de aumentar gradualmente a reprodução até 2012, pelo menos, um milhão de nascimentos, disse.
 
 


 

 Cotações da manhã 12.05.2010

 

 

 

  FRUTAS

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

MAÇÃ

SP - Fuji

R$ / Kg

2,32

0,0%

MAMÃO

SP - Havaí

R$ / Kg

3,07

0,0%

MANGA

SP - Tommy

R$ / Kg

1,56

-1,3%

MELÃO

SP - Amarelo

R$ / Kg

1,19

0,0%

UVA

SP - Itália

R$ / Kg

2,02

1,0%

 

  GRÃOS

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

ARROZ / CASCA

MT - Sinop

R$ / 60 Kg

28,98

0,0%

ARROZ / CASCA

RS - Alegrete

R$ / 50 Kg

27,90

0,0%

ARROZ / CASCA

RS - Uruguaiana

R$ / 50 Kg

28,80

0,0%

FEIJÃO / CARIOCA

GO - Goiânia

R$ / 60 Kg

105,00

0,0%

MILHO

GO - Rio Verde

R$ / 60 Kg

13,50

0,0%

MILHO

MG - Uberlândia

R$ / 60 Kg

15,50

-3,1%

MILHO

PR - Ponta Grossa

R$ / 60 Kg

16,00

0,0%

SOJA

MT - Rondonópolis

R$ / 60 Kg

31,00

2,0%

SOJA

PR - Ponta Grossa

R$ / 60 Kg

35,70

0,6%

SOJA

RS - Passo Fundo

R$ / 60 Kg

36,00

1,4%

TRIGO

Argentina

US$ / t

243,00

0,0%

TRIGO

Paraná

R$ / t

420,00

0,0%

 

  HORTIGRANJEIROS

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

BATATA

SP - COMUM

R$ / Kg

2,75

0,0%

TOMATE

SP - Salada

R$ / Kg

1,35

-0,7%

 

  PECUÁRIA

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

BOI GORDO

BM&F

R$ / @

80,50

0,0%

BOI GORDO

MG - Minas Gerais

R$ / @

76,00

0,0%

BOI GORDO

MT - Cuiabá

R$ / @

72,00

0,0%

BOI GORDO

SP - Noroeste

R$ / @

79,00

0,0%

FRANGO VIVO

PR - Paraná

R$ / Kg

1,40

0,0%

SUÍNO VIVO

SC - Santa Catarina

R$ / Kg

2,00

0,0%

 

  SOFTS COMMODITIES

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

AÇUCAR

AL - Alagoas

R$ / 50 Kg

65,00

0,0%

AÇUCAR

MG - Triângulo Mineiro

R$ / 50 Kg

43,50

-3,3%

AÇUCAR

SP - Ribeirão Preto

R$ / 50 Kg

42,00

-4,5%

ALGODÃO / PLUMA

MS - Chapadão do Sul

R$ / @

50,93

-0,6%

ALGODÃO / PLUMA

MT - Rondonópolis

R$ / @

49,60

-0,7%

ALGODÃO / PLUMA

SP - Araçatuba

R$ / @

51,92

-0,6%

CAFÉ

BM&F

US$ / 60KG

158,50

0,0%

CAFÉ

MG - Cerrado

R$ / 60 Kg

290,00

0,0%

CAFÉ

MG - Sul

R$ / 60 Kg

290,00

0,0%

CAFÉ

SP - Garça

R$ / 60 Kg

285,00

0,0%

 

 

  Cotações da tarde 11.05.2010

 

 

 

  FRUTAS

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

SUCO DE LARANJA

Nova York

US$ cents / libra

141,85

2,8%

 

  GRÃOS

PRODUTO

PRAÇA

UNIDADE

VALOR

VARIAÇÃO

MILHO

BM&F

R$ / 60 Kg

19,65

0,0%

MILHO

Chicago

US$ cents/bushel

377,00

1,8%

MILHO

GO - Rio Verde

R$ / 60 Kg

13,50

0,0%

MILHO

MG - Uberlândia

R$ / 60 Kg

16,00

0,0%

MILHO

PR - Ponta Grossa

R$ / 60 Kg

16,00

0,0%

SOJA

BM&F

US$ / 60 Kg

21,90

0,0%

SOJA

Chicago

US$ cents/bushel

966,00

0,5%

SOJA

MT - Rondonópolis

R$ / 60 Kg

30,40

-1,0%

SOJA

PR - Ponta Grossa

R$ / 60 Kg

35,50

-0,6%

SOJA

RS - Passo Fundo

R$ / 60 Kg

35,50