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◄ESPAÇO
RURAL |
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Cotações da tarde 24.06.2010 |
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FRUTAS |
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PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
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LARANJA INDÚSTRIA |
SP -
Indústria / Pêra |
R$ /
40,8 Kg |
14,61 |
0,0% |
|
LARANJA MESA |
SP -
Tipo Pêra |
R$ /
40,8 Kg |
14,52 |
-1,2% |
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SUCO
DE LARANJA |
Nova
York |
US$
cents / libra |
141,95 |
-0,3% |
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GRÃOS |
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PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
MILHO |
BM&F |
R$ /
60 Kg |
18,83 |
-0,4% |
|
MILHO |
Chicago |
US$
cents/bushel |
353,60 |
-0,5% |
|
MILHO |
GO -
Rio Verde |
R$ /
60 Kg |
13,50 |
0,0% |
|
MILHO |
MG -
Uberlândia |
R$ /
60 Kg |
17,00 |
0,0% |
|
MILHO |
PR -
Ponta Grossa |
R$ /
60 Kg |
16,50 |
0,0% |
|
SOJA |
BM&F |
US$ /
60 Kg |
22,30 |
0,7% |
|
SOJA |
Chicago |
US$
cents/bushel |
939,60 |
-0,7% |
|
SOJA |
MT -
Rondonópolis |
R$ /
60 Kg |
33,70 |
0,6% |
|
SOJA |
PR -
Ponta Grossa |
R$ /
60 Kg |
37,20 |
0,5% |
|
SOJA |
RS -
Passo Fundo |
R$ /
60 Kg |
37,50 |
0,0% |
|
TRIGO |
Argentina |
US$ /
t |
215,00 |
0,0% |
|
TRIGO |
Chicago |
US$
cents/bushel |
477,40 |
0,4% |
|
TRIGO |
Paraná |
R$ /
t |
400,00 |
0,0% |
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|
HORTIGRANJEIROS |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
BATATA |
SP -
COMUM |
R$ /
Kg |
1,62 |
0,6% |
|
TOMATE |
SP -
Salada |
R$ /
Kg |
0,99 |
1,0% |
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PECUÁRIA |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
BOI
GORDO |
BM&F |
R$ /
@ |
83,75 |
-0,2% |
|
BOI
GORDO |
MG -
Minas Gerais |
R$ /
@ |
78,00 |
0,0% |
|
BOI
GORDO |
MT -
Cuiabá |
R$ /
@ |
75,00 |
0,0% |
|
BOI
GORDO |
SP -
Noroeste |
R$ /
@ |
84,00 |
0,0% |
|
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|
SOFTS
COMMODITIES |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
AÇÚCAR |
AL -
Alagoas |
R$ /
50 Kg |
65,00 |
0,0% |
|
AÇÚCAR |
MG -
Triângulo Mineiro |
R$ /
50 Kg |
40,30 |
0,0% |
|
AÇÚCAR |
Nova
York |
US$
cents / libra |
16,19 |
2,4% |
|
AÇÚCAR |
SP -
Ribeirão Preto |
R$ /
50 Kg |
40,20 |
0,0% |
|
ALGODÃO / PLUMA |
MS -
Chapadão do Sul |
R$ /
@ |
52,58 |
0,0% |
|
ALGODÃO / PLUMA |
MT -
Rondonópolis |
R$ /
@ |
50,93 |
0,0% |
|
ALGODÃO / PLUMA |
Nova
York |
US$
cents / libra |
80,01 |
0,6% |
|
ALGODÃO / PLUMA |
SP -
Araçatuba |
R$ /
@ |
53,24 |
0,0% |
|
CAFÉ |
BM&F |
US$ /
60KG |
194,05 |
-0,2% |
|
CAFÉ |
MG -
Cerrado |
R$ /
60 Kg |
325,00 |
2,2% |
|
CAFÉ |
MG -
Sul |
R$ /
60 Kg |
323,00 |
2,5% |
|
CAFÉ |
Nova
York |
US$
cents / libra |
168,75 |
5,1% |
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CAFÉ |
SP -
Garça |
R$ /
60 Kg |
318,00 |
1,6% |
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Excesso de grãos semeia problemas para
agricultura |
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Dois anos
depois do pico da crise mundial de
alimentos, a escassez de grãos está se
transformando em excedentes que poderiam
criar seus próprios problemas.
Alguns corretores e economistas estão
especulando que se os Estados Unidos e
outras economias mundiais não se aquecerem
logo, os excedentes poderão se tornar
fatores de depressão de preços. Embora grãos
baratos sejam uma boa notícia para
consumidores e criadores de animais, a
oferta excessiva eleva os gastos de governos
com subsídios e tende a dar início a guerras
comerciais entre as potências agrícolas.
Esta tensão está crescendo também porque
muitos produtores americanos, que tiveram
lavouras prejudicadas por excesso de chuvas
nos últimos anos, estão tendo poucos
problemas este ano.
Embora a colheita ainda vá demorar alguns
meses para começar nos EUA, o agricultor
Clay Mitchell, de Buckingham, no Estado de
Iowa, está preparando silos para o que está
se delineando como uma safra recorde. As
plantações de milho já estão batendo no seu
peito, ajudadas pela primavera quente, que
permitiu que o plantio começasse cedo, sendo
seguido de chuvas de verão em momentos
adequados.
"Até agora, esta tem sido a melhor temporada
da história", diz o agricultor recém-casado,
de 37 anos, que plantou 650 hectares de
milho.
Em algumas cidades do Texas, a colheita de
trigo está sendo tão farta que os produtores
que estavam levando grãos aos silos locais
nas últimas semanas tiveram que esperar o
dia inteiro numa fila de caminhões. Alguns
silos estão tão cheios que o trigo está
sendo estocado em armazéns de algodão.
Fonte: The Wall Street Journal

"Provavelmente, nunca houve tanto trigo em
nosso país", diz Steven Sparkman, agente de
extensão rural do sistema A&M, da região de
Hardeman, no Texas, um serviço que oferece
educação prática a partir de estudos
universitários. "Temos um excedente."
É uma grande mudança em relação à maior
parte dos últimos dez anos, quando a
dificuldade dos produtores para suprir a
crescente demanda global por grãos criou o
cenário para o que depois ficou conhecido
como a crise de alimentos de 2007 e 2008.
Os estoques mundiais de grãos — o que sobra
quando novas colheitas podem reabastecer os
armazéns — encolheram naquele momento,
quando uma crescente classe média em nações
emergentes estava demandando mais carnes de
animais engordados com grãos. Os países
industrializados, atormentados pela diparada
dos preços do petróleo, estavam dando mais
apoio aos combustíveis feitos a partir de
grãos. Nos EUA, a indústria de etanol
começou a consumir um terço do milho
produzido no país.
Os preços de grãos dispararam, enquanto
alguns governos em pânico criavam problemas
para o comércio mundial ao defender a oferta
doméstica, elevando em milhões o número de
pessoas famintas em todo o mundo. Foi
necessária uma recessão global para esfriar
os preços de grãos no fim de 2008.
Dois anos depois, entretanto, os
agricultores no mundo todo estão trabalhando
mais duro do que nunca. Produtores da
América Latina à antiga União Soviética
expandiram tão rapidamente que a área
destinada à plantação dos 16 principais
grãos e oleaginosas aumentou em 33 milhões
de hectares desde 2006 — equivalente à
criação de um novo cinturão americano de
milho, de acordo com estatísticas do
Departamento de Agricultura dos Estados
Unidos.
Os corretores de grãos em Chicago esperam
que os agricultores americanos produzam
safras recordes de milho e soja pelo segundo
ano seguido. Os agricultores no Brasil e na
Argentina estão encerrando colheitas recorde
de soja. Os produtores na Ásia estão se
preparando para produzir grandes safras de
arroz. De acordo com estimativas da
Organização das Nações Unidas para
Agricultura e Alimentação, este ano as
reservas globais de cereais — um colchão
contra a escassez — devem ser 24% superiores
ao que eram há apenas dois anos, e serão as
maiores em 8 anos.
Com a previsão de que a produção mundial de
grãos vá exceder a demanda pelo terceiro ano
seguido, muitos corretores de grãos e
economistas do setor agrícola estão
começando a debater a perspectiva de dois
panoramas muito diferentes.
Essa discussão tem a história ao seu lado: a
alta de preços de grãos em 1970 iniciou um
aumento de produção que atolou o setor
agrícola nos anos 80. As previsões indicam
que, nos próximos 12 meses, as reservas
americanas de trigo vão atingir o nível mais
alto desde 1987, graças em grande parte à
queda das exportações americanas com o
reaparecimento da concorrência dos
produtores da antiga União Soviética.
Outros, entretanto, temem que os produtores
mundiais não sejam capazes de acompanhar a
demanda, uma vez que a economia se recupere,
o que poderia elevar os custos para as
indústria e criar o ambiente para uma nova
crise de alimentos. Espera-se que o apetite
na China e na Índia cresça fortemente.
Por ora, Daniel Basse, presidente da
AgResource Co., empresa de Chicago que faz
estimativas para o setor de commodities,
tende ao primeiro lado. "A mensagem", diz
Basse, "é que a agricultura sempre foi e
sempre será um negócio cíclico". |
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O etanol pode substituir o diesel |
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Um tema
relevante, e que não foi ainda
suficientemente suscitado nos meios de
comunicação do Brasil, é o concernente à
repercussão na saúde dos habitantes da troca
da gasolina pelo etanol nos veículos
automotores.
Simulações recentemente efetuadas pelos
especialistas da área médica atestam que a
permuta assinalada evitaria a internação
hospitalar de milhares de pessoas residentes
nas áreas metropolitanas, especialmente na
capital paulista.
Como testemunham os dirigentes do
conceituado Laboratório de Poluição
Atmosférica da Faculdade de Medicina da USP,
o etanol é comprovadamente um combustível
mais limpo do que a gasolina ou o diesel,
derivados do petróleo.
Ademais, se houvesse a substituição do
diesel pelo etanol na frota cativa dos
ônibus circulantes, da mesma forma milhares
de mortes seriam descartadas anualmente.
Nos dias presentes, o risco de um morador de
São Paulo morrer de doença respiratória ou
cardiovascular é 30% maior do que o de quem
reside numa cidade com baixos índices de
poluentes, consoante a recente pesquisa.
O mesmo estudo demonstra de forma
insofismável que os reais benefícios do
etanol são menosprezados, eis que outros
agentes tóxicos, como o enxofre, metais
pesados e CO2 não foram considerados.
É viável que a frota cativa de ônibus a
diesel que circula nas metrópoles passe a
ser movida com o derivado da cana-de-açúcar,
o etanol.
As informações, contudo, não correspondem à
total realidade, eis que os efeitos sobre a
saúde da população levam em conta
estatisticamente as internações hospitalares
e a morbidade. Tais casos, notadamente,
significam apenas parte dos eventos adversos
à saúde dos habitantes.
Outras enfermidades, principalmente
respiratórias, que não exigem internamento
hospitalar não foram contabilizadas.
Desta forma, os resultados seriam mais
expressivos do que aqueles das simulações
processadas no laboratório da principal
faculdade de medicina do Brasil.
O material particulado e o ozônio foram os
poluentes que excederam os limites
estabelecidos pela Organização Mundial de
Saúde e foram considerados os vilões da
poluição ambiental no Brasil.
Os veículos diesel são considerados os que
causam maiores danos à saúde humana, pois
são a maior fonte das partículas finas nas
regiões metropolitanas.
Em decorrência, a utilização do etanol como
substituto do diesel na frota cativa dos
paulistas redundaria na sensível diminuição
dos efeitos negativos e deletérios na saúde
dos habitantes de São Paulo e de outras
regiões.
Sob o aspecto econômico, haveria diminuição
do despendido em preciosas divisas gastas na
importação do diesel (perto de 20% da
quantidade consumida), derivado de que não
alcançamos ainda a autossuficiência.
Entre os anos de 1975 e 2005, o País
economizou a fantástica soma de US$ 70
bilhões nas importações evitadas de petróleo
e derivados, graças ao uso do etanol.
Na ocasião em que o estudo da USP era
divulgado, surpreendentemente uma entidade
que reúne os técnicos da indústria
automobilística promoveu campanha para a
liberação do automóvel com motor a diesel,
preconizando a volta da fabricação do
veículo no Brasil.
Olvida a organização que o diesel brasileiro
é de má qualidade, disponibilizado graças à
injunção do Ministério Público Federal.
O lobby estruturado é inconsistente e
descabido, pelos motivos apresentados no
estudo dos pesquisadores mencionados da USP
e, ademais, quando as cidades brasileiras já
apresentam notórios problemas ambientais.
Em decorrência, a popularização do automóvel
a diesel com níveis elevados de emissão,
especialmente de partículas de NOx irá
agravar sensivelmente os problemas de
poluição atmosférica e da saúde da
população.
Com o incentivo ao maior uso do diesel, o
Brasil irá regredir e sujar a sua matriz
energética, inviabilizando fontes
renováveis, como o etanol.
Fonte: BCA
Agrobussiness |
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Sequestro de carbono na agricultura: solo
fértil e renda extra |
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Sequestro de carbono é uma nova
terminologia que está crescendo,
principalmente em nível
internacional, mas ainda é muito
desconhecida no Brasil. O
processo significa capturar
parte do gás carbônico da
atmosfera e armazená-lo no solo.
Para retirar o carbono do ar que
é despejado em excesso pelas
fábricas, motores de carros,
desmatamento e diversos outros
fatores, várias tecnologias têm
sido desenvolvidas na última
década e algumas chegam a custar
milhões de dólares e requerem
equipamentos sofisticados e de
alto custo. |
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No entanto, a
agricultura pode contribuir de forma simples
e econômica com o sequestro de carbono. As
plantas já fazem isso na sua essência,
através da fotossíntese, mas, com a adoção
do Plantio Direto associado a rotação de
culturas, é possível armazenar mais carbono
no solo do que a quantidade que é emitida de
volta para o ar.
Na agronomia, o sequestro de carbono é um
processo que ocorre a partir das plantas,
pelo mecanismo da fotossíntese. As plantas
capturam o dióxido de carbono que está na
atmosfera transformando-o em produtos
chamados fotossimilados e, ao terminar o seu
ciclo de vida, os resíduos culturais das
diversas culturas são depositados na
superfície. Durante o processo de
decomposição, uma parte destes resíduos (de
15% a 25 %) pode ser convertido em carbono
orgânico no solo e a maior parte retorna
para a atmosfera. A quantidade de carbono
que vai retornar para a atmosfera vai
depender principalmente do manejo. Na
agricultura, quando as entradas ou aportes
de resíduos culturais forem maiores do que
as saídas do carbono, via respiração da
atividade microbiana, haverá sequestro —
explica João Carlos de Moraes Sá, professor
do Departamento de Solos e Engenharia
Agrícola da Universidade Estadual de Ponta
Grossa.
Existem basicamente três maneiras de os
produtores causarem o sequestro de carbono
em suas propriedades. Primeiro, é preciso
fazer uma combinação de culturas adequadas,
com cobertura verde. Na Região Sul, por
exemplo, as culturas tradicionais de verão
são o milho e a soja e as de inverno são o
trigo e a cevada. Além disso as culturas
destinadas à cobertura do solo, tais como
aveia preta e ervilhaca, compõem o sistema
de rotação. O ideal é plantar milho após a
cultura de aveia, porque essa combinação
deixa mais palhada na superfície para a
formação de matéria orgânica no solo. O
produtor que usar uma sequência como soja e
trigo terá o balanço de carbono no solo
negativo. No Cerrado, a manutenção da
palhada na superfície é mais difícil por
causa das altas temperaturas que favorecem a
decomposição da matéria orgânica, liberando
o gás carbônico para a atmosfera. Para os
produtores do Cerrado, o ideal é usar a
safrinha de milho, após a soja, com a
braquiária ou o milheto para manter o solo
permanentemente coberto e proporcionar o
maior sequestro.
A integração lavoura-pecuária também
favorece o sequestro de carbono por causa do
uso das pastagens, que cobrem o solo. Nesta
técnica, além de produzir os grãos que está
acostumado, o produtor acrescenta na sua
fazenda uma espécie de gramínea para ser
pastoreada e ganha a produção de carne. Na
maioria dos casos, a sequência é feita com
soja, milho safrinha e braquiária, que
produz muita biomassa. Além do sequestro de
carbono, neste caso, o produtor também teria
mais uma fonte de renda com a produção de
carne. A terceira alternativa para o
agricultor provocar o sequestro de carbono é
usar as culturas perenes associadas à
cobertura vegetal permanente. João Carlos Sá
dá como exemplo o café, em que a rua do
cafeeiro pode ser mantida com cobertura,
dessa forma é possível produzir uma outra
cultura na entrelinha do café, manter o solo
coberto, ter um manejo favorável e aportar
carbono no solo.
O sequestro de carbono vai ser bastante
interessante no momento em que o produtor
tomar consciência do que isto significa.
Isto, porque no momento em que nós
desenvolvemos uma atividade agropecuária com
base na conservação do carbono nós teremos
inúmeros benefícios para a própria qualidade
do solo. O carbono é componente chave de
vários atributos do solo. Ele pode
proporcionar uma maior agregação do solo,
isto significa que partículas dispersas pelo
processo de preparo podem ser agrupadas.
Isso vai aumentando a porosidade, aumenta a
infiltração e a possibilidade de
armazenamento de água e permite que as
plantas desenvolvam o seu sistema radicular
em profundidades maiores. Em períodos de
veranico, o solo tem condição de armazenar
água por mais tempo e dá suporte à planta
nas fases críticas. Então, o sequestro de
carbono vai ter benefícios muito importantes
na questão da resposta da planta, mas também
na qualidade do solo e do meio ambiente. Se
aumentar a qualidade e a produtividade, o
produtor vai ter maior chance de aumentar o
seu rendimento — diz o professor.
São vários benefícios que o produtor ganha
sequestrando carbono na sua propriedade,
inclusive vantagens econômicas. O agricultor
pode entrar, por exemplo, para o mercado de
carbono e ter uma renda extra. O mercado de
carbono ainda não é muito conhecido no
Brasil e é relativamente recente em todo o
mundo, mas está em franca expansão. É um
mercado onde se valoriza justamente o
sequestro do carbono. Empresas do mundo
todo, de diversos setores poluentes vão
atrás de produtores de carbono e pagam para
que eles façam o sequestro. Dessa forma,
haveria um certo equilíbrio entre o que está
sendo despejado de gás carbônico pelas
indústrias e o que é sequestrado de carbono
para o solo. As grandes indústrias
poluidoras pagam grandes quantias ao
produtores para que eles continuem fazendo o
sequestro de carbono em suas propriedades.
É um mercado que está em busca de produtores
de carbono e quem são os produtores de
carbono? São sistemas de exploração de
madeira, sistemas elétricos de energia
limpa, sistemas de integração
lavoura-pecuária e, mais recentemente, a
agricultura está começando a ter uma
possibilidade de entrar neste mercado
através do Plantio Direto. O benefício que
isto vai trazer ao produtor é uma renda
extra. Para entrar no mercado de carbono o
produtor, obrigatoriamente, terá que cobrir
todos os pontos que eu abordei: parar de
preparar o solo e aumentar os aportes de
palhada, o que vai impactar em aumento da
qualidade do solo e terá reflexo no
rendimento das culturas. O mercado de
carbono será o que eu chamo de uma
bonificação que irá premiar estes bons
serviços que o produtor poderá fazer ao
ambiente e naturalmente garantindo a sua
sobrevivência com maior qualidade no campo —
ressalta João Carlos Sá.
Fonte: Portal Dia de Campo. |
|
Agropecuária brasileira avança no
cenário mundial |
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Relatório aponta para uma
alta de 40% na produção
brasileira de alimentos
entre 2009 e 2019
O Brasil deve liderar o
comércio mundial de
alimentos em culturas
estratégicas como soja e
etanol num período de 10
anos. Essa expansão apontada
em estudo do Ministério da
Agricultura deve ser
confirmada hoje com o
lançamento de um relatório
de perspectivas agrícolas da
Agência para Agricultura e
Alimentação (FAO), órgão das
Nações Unidas. |
 |
O
trabalho internacional aponta para uma
alta de 40% na produção brasileira de
alimentos entre 2009 e 2019 – o dobro da
média mundial e quase 10 vezes mais que
a União Europeia.
– Com a demanda apresentando forte
crescimento sustentável e a oferta se
expandindo de maneira instável, o
cenário é perfeitamente viável – afirma
Denis Ribeiro, da Associação Brasileira
da Indústria de Alimentos.
Em algumas culturas, sustenta a pesquisa
do governo federal, a taxa anual de
avanço das vendas no mercado externo e
da produção é superior a 5%. No caso do
etanol, a projeção de avanço das
exportações chega a 14,63% ao ano. Na
cultura do milho, o Brasil terá o maior
crescimento nominal do mundo em
exportações, ao lado da Argentina,
enquanto no complexo soja o mesmo estudo
aponta que o país deverá dominar 40% do
comércio mundial do grão em 2020.
– Não tenho dúvida de que estamos
caminhando para a transformação do
álcool em commodity, como o petróleo e o
aço. Hoje, só 10% do etanol mundial é
vendido internacionalmente – analisa
Eduardo Leão de Sousa, diretor executivo
da Unica.
Segundo Francisco Schardong, diretor da
Federação da Agricultura do Estado, o
crescimento sustentável da produção de
alimentos no Brasil é uma realidade. O
diretor lembra que o país dobrou sua
produção nos últimos oito anos sem
aumentar a área de plantio – fruto da
aplicação de mais tecnologia no campo.
FONTE: ZERO HORA |
|
Agricultura intensiva reduz
aquecimento global, diz estudo |
| |
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Fertilizantes,
pesticidas e sementes
híbridas de alto
rendimento salvaram o
planeta de uma dose
extra de aquecimento
global. Essa é a
conclusão de uma nova
análise segundo a qual a
intensificação da
agricultura, por meio da
revolução verde, tem
sido acusada
injustamente pela
aceleração do
aquecimento global.
Steven Davis, da
Instituição Carnegie de
Washington, em Palo
Alto, Califórnia, e
colegas, calcularam a
quantidade de
gases-estufa emitida no
último meio século se a
revolução verde não
tivesse acontecido. O
estudo foi publicado na
prestigiada revista "PNAS". |
 |
A
análise incluiu dióxido de carbono e
outros gases, como metano liberado
por plantações de arroz. Os autores
notaram que, de modo geral, a
intensificação da agricultura ajudou
a retirar o equivalente a 600
bilhões de tonelada de CO2 da
atmosfera --cerca de um terço de
toda a emissão de gases-estufa entre
1850 e 2005.
As emissões foram reduzidas por a
revolução verde aumentou o
rendimento das plantações --por
exemplo, ao promover o uso de
variedade híbridas, que produzem
mais, e pela uso generalizado de
pesticidas e fertilizantes. Isso
significa que mais alimento pode ser
produzido sem a necessidade de
cortar grandes áreas de floresta.
"Acho que nossos resultados mostram
o perigo de se focar em apenas uma
parte de um sistema complexo", diz
Davis em resposta às afirmações de
ambientalistas, que veem na
agricultura intensiva uma das
principais responsáveis pelo aumento
das emissões de gases-estufa devido
ao processo de produção de
fertilizantes e produtos
agroquímicos.
"É verdade que as emissões derivadas
da manufatura de fertilizantes
cresceu por causa da revolução
verde", diz Davis, "mas nós
mostramos que essas e outras
emissões diretas de agricultura são
mais que compensadas pelas emissões
indiretas que são evitadas ao se
deixar terras cultiváveis sem
manejo".
|
Além disso, ao
possibilitar que
agricultores produzam
mais em suas
propriedades, a
revolução verde evitou
que uma área estimada de
1,5 bilhão de hectares
--uma vez e meia a área
dos EUA-- fosse
utilizada para
agricultura.
"Nós propomos que é
muito importante
continuar aumentando a
produtividade e, ao
mesmo tempo, usar
recursos agrícolas, como
fertilizantes e água, da
maneira mais eficiente
possível", disse Davis. |
 |
EFEITOS NEGATIVOS
Helmut Haberl, que estuda o efeito
da agricultura sobre recursos
globais na Universidade Klagenfurt,
em Viena (Áustria), considera o
estudo impressionante e bem
conduzido. No entanto, adverte que o
estudo não leva em conta outros
fatores danosos da agricultura
intensiva, como a degradação do
solo, perda de biodiversidade,
efeitos tóxicos de pesticidas sobre
os agricultores e sofrimento animal.
David Pimentel, da Universidade
Cornell, em Nova York, uma
autoridade em agricultura orgânica,
questiona as conclusões de Davis.
Ele cita um experimento de 22 anos
conduzido por sua equipe que mostrou
que o rendimento de produções de
milho e soja orgânicos é equivalente
ao da agricultura convencional, mas
consome 30% menos energia de
combustíveis fósseis, ao mesmo tempo
em que dobra a quantidade de carbono
no solo.
Pimentel também afirma ter
demonstrado que a produção orgânica
na Indonésia e Índia consome muito
menos energia por caloria de arroz
ou milho produzido do que a produção
intensiva desses produtos nos
Estados Unidos.
Fonte:
NEW SCIENTIST |
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Cotações da manhã 04.06.2010 |
|
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FRUTAS |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
MAÇÃ |
SP - Fuji |
R$ / Kg |
2,24 |
0,0% |
|
MAMÃO |
SP - Havaí |
R$ / Kg |
2,86 |
14,4% |
|
MANGA |
SP - Tommy |
R$ / Kg |
1,46 |
0,0% |
|
MELÃO |
SP - Amarelo |
R$ / Kg |
1,20 |
-1,6% |
|
UVA |
SP - Itália |
R$ / Kg |
2,20 |
1,4% |
|
|
|
GRÃOS |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
ARROZ / CASCA |
MT - Sinop |
R$ / 60 Kg |
29,00 |
0,0% |
|
ARROZ / CASCA |
RS - Alegrete |
R$ / 50 Kg |
26,80 |
0,0% |
|
ARROZ / CASCA |
RS - Uruguaiana |
R$ / 50 Kg |
27,70 |
0,0% |
|
FEIJÃO / CARIOCA |
GO - Goiânia |
R$ / 60 Kg |
108,00 |
0,0% |
|
MILHO |
GO - Rio Verde |
R$ / 60 Kg |
15,50 |
0,0% |
|
MILHO |
MG - Uberlândia |
R$ / 60 Kg |
16,50 |
0,0% |
|
MILHO |
PR - Ponta Grossa |
R$ / 60 Kg |
17,00 |
0,0% |
|
SOJA |
MT - Rondonópolis |
R$ / 60 Kg |
32,30 |
0,0% |
|
SOJA |
PR - Ponta Grossa |
R$ / 60 Kg |
36,50 |
0,0% |
|
SOJA |
RS - Passo Fundo |
R$ / 60 Kg |
36,50 |
0,0% |
|
TRIGO |
Argentina |
US$ / t |
240,00 |
0,0% |
|
TRIGO |
Paraná |
R$ / t |
430,00 |
0,0% |
|
|
|
HORTIGRANJEIROS |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
BATATA |
SP - COMUM |
R$ / Kg |
1,67 |
-1,8% |
|
TOMATE |
SP - Salada |
R$ / Kg |
1,23 |
0,0% |
|
|
|
PECUÁRIA |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
BOI GORDO |
BM&F |
R$ / @ |
81,30 |
0,0% |
|
BOI GORDO |
MG - Minas Gerais |
R$ / @ |
78,00 |
0,0% |
|
BOI GORDO |
MT - Cuiabá |
R$ / @ |
75,00 |
0,0% |
|
BOI GORDO |
SP - Noroeste |
R$ / @ |
82,00 |
0,0% |
|
FRANGO VIVO |
PR - Paraná |
R$ / Kg |
1,40 |
0,0% |
|
SUÍNO VIVO |
SC - Santa Catarina |
R$ / Kg |
2,00 |
0,0% |
|
|
|
SOFTS COMMODITIES |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
AÇUCAR |
AL - Alagoas |
R$ / 50 Kg |
65,00 |
0,0% |
|
AÇUCAR |
MG - Triângulo Mineiro |
R$ / 50 Kg |
40,50 |
0,0% |
|
AÇUCAR |
SP - Ribeirão Preto |
R$ / 50 Kg |
40,70 |
0,0% |
|
ALGODÃO / PLUMA |
MS - Chapadão do Sul |
R$ / @ |
48,94 |
0,0% |
|
ALGODÃO / PLUMA |
MT - Rondonópolis |
R$ / @ |
46,63 |
0,0% |
|
ALGODÃO / PLUMA |
SP - Araçatuba |
R$ / @ |
49,60 |
0,0% |
|
CAFÉ |
BM&F |
US$ / 60KG |
158,90 |
-1,0% |
|
CAFÉ |
MG - Cerrado |
R$ / 60 Kg |
293,00 |
0,0% |
|
CAFÉ |
MG - Sul |
R$ / 60 Kg |
293,00 |
0,0% |
|
CAFÉ |
SP - Garça |
R$ / 60 Kg |
290,00 |
0,0% |
|
|
|
|
|
Cotações da tarde 04.06.2010 |
|
|
|
|
|
|
|
FRUTAS |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
LARANJA INDÚSTRIA |
SP - Indústria / Pêra |
R$ / 40,8 Kg |
13,00 |
0,0% |
|
LARANJA MESA |
SP - Tipo Pêra |
R$ / 40,8 Kg |
14,22 |
3,2% |
|
SUCO DE LARANJA |
Nova York |
US$ cents / libra |
137,85 |
-2,1% |
|
|
|
GRÃOS |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
MILHO |
BM&F |
R$ / 60 Kg |
20,40 |
0,5% |
|
MILHO |
Chicago |
US$ cents/bushel |
349,20 |
2,8% |
|
MILHO |
GO - Rio Verde |
R$ / 60 Kg |
15,00 |
0,0% |
|
MILHO |
MG - Uberlândia |
R$ / 60 Kg |
16,20 |
0,0% |
|
MILHO |
PR - Ponta Grossa |
R$ / 60 Kg |
17,00 |
0,0% |
|
SOJA |
BM&F |
US$ / 60 Kg |
21,39 |
0,9% |
|
SOJA |
Chicago |
US$ cents/bushel |
918,40 |
-2,0% |
|
SOJA |
MT - Rondonópolis |
R$ / 60 Kg |
32,30 |
0,0% |
|
SOJA |
PR - Ponta Grossa |
R$ / 60 Kg |
36,50 |
0,0% |
|
SOJA |
RS - Passo Fundo |
R$ / 60 Kg |
36,50 |
0,0% |
|
TRIGO |
Argentina |
US$ / t |
240,00 |
0,0% |
|
TRIGO |
Chicago |
US$ cents/bushel |
462,20 |
-1,5% |
|
TRIGO |
Paraná |
R$ / t |
430,00 |
0,0% |
|
|
|
HORTIGRANJEIROS |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
BATATA |
SP - COMUM |
R$ / Kg |
1,57 |
-1,8% |
|
TOMATE |
SP - Salada |
R$ / Kg |
1,23 |
0,0% |
|
|
|
PECUÁRIA |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
BOI GORDO |
BM&F |
R$ / @ |
83,08 |
0,9% |
|
BOI GORDO |
MG - Minas Gerais |
R$ / @ |
78,00 |
0,0% |
|
BOI GORDO |
MT - Cuiabá |
R$ / @ |
75,00 |
0,0% |
|
BOI GORDO |
SP - Noroeste |
R$ / @ |
82,00 |
0,0% |
|
|
|
SOFTS COMMODITIES |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
AÇÚCAR |
AL - Alagoas |
R$ / 50 Kg |
65,00 |
0,0% |
|
AÇÚCAR |
MG - Triângulo Mineiro |
R$ / 50 Kg |
40,50 |
0,0% |
|
AÇÚCAR |
Nova York |
US$ cents / libra |
14,87 |
2,9% |
|
AÇÚCAR |
SP - Ribeirão Preto |
R$ / 50 Kg |
40,70 |
0,0% |
|
ALGODÃO / PLUMA |
MS - Chapadão do Sul |
R$ / @ |
48,94 |
0,0% |
|
ALGODÃO / PLUMA |
MT - Rondonópolis |
R$ / @ |
46,63 |
0,0% |
|
ALGODÃO / PLUMA |
Nova York |
US$ cents / libra |
74,69 |
-1,8% |
|
ALGODÃO / PLUMA |
SP - Araçatuba |
R$ / @ |
49,60 |
0,0% |
|
CAFÉ |
BM&F |
US$ / 60KG |
158,30 |
0,0% |
|
CAFÉ |
MG - Cerrado |
R$ / 60 Kg |
293,00 |
0,0% |
|
CAFÉ |
MG - Sul |
R$ / 60 Kg |
290,00 |
-0,3% |
|
CAFÉ |
Nova York |
US$ cents / libra |
135,30 |
-1,3% |
|
CAFÉ |
SP - Garça |
R$ / 60 Kg |
291,00 |
0,3% |
Fonte: Terra Viva
|
|

|
|
“O Ministério Público Federal vai
trabalhar pela legalização da pecuária na
Amazônia, nos pampas, no Pantanal, no cerrado,
na área de Mata Atlântica, em todas regiões do
país”, anunciou o procurador da República Marcus
Marcelus Gonzaga Goulart nesta terça-feira, 1º
de junho, durante o lançamento da campanha
Carne Legal, um alerta sobre as
ilegalidades presentes na cadeia da pecuária e
pelo consumo consciente de produtos bovinos.
A fala de
Gonzaga Goulart resume o objetivo do Ministério
Público Federal (MPF): mostrar que a atuação
contra a pecuária ilegal não se restringe nem só
ao Pará e nem só à Amazônia. Como demonstração
desse trabalho conjunto da instituição,
participaram do lançamento da campanha no MPF em
Belém procuradores da República no Pará, Acre,
Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Roraima, Amapá
e Distrito Federal. A iniciativa também recebeu
mensagens de apoio de procuradores da República
em Minas Gerais, Santa Catarina e Pernambuco.
Outro
objetivo da campanha é convidar os cidadãos a
procurar saber a origem da carne que eles
consomem. Para isso, foram criados anúncios para
rádio e TV, site e conta no twitter. A campanha
tem o apoio do Instituto de Defesa do Consumidor
(Idec) e agência Repórter Brasil.
Unidade – “Com essa campanha queremos gerar uma
união entre o MPF, consumidores e empresários
que cumprem a lei”, afirmou o procurador da
República Anselmo Henrique Cordeiro Lopes, que
atua no Acre.
Um ponto
destacado pelos membros do MPF foi que a
campanha é uma forma de defender os direitos do
consumidor. “A campanha Carne Legal mostra como
é importante o direito à informação”, ressaltou
o procurador da República Marcus Marcelus
Gonzaga Goulart, do MPF no Distrito Federal.
A
procuradora da República Marcia Brandão
Zollinger informou que no Mato Grosso, onde
trabalha, as primeiras reuniões com
representantes da idústria para discussão de
acordos pela carne legal foram realizadas em
outubro de 2009. Até agora, o Marfrig foi o
único frigorífico que fez acordo com o MPF em
Mato Grosso.
Para o
procurador da República Rodrigo Timóteo da Costa
e Silva, os acordos com a indústria da carne e
curtumes são fundamentais porque garantem a
defesa dos direitos indígenas, dos ribeirinhos,
de comunidades tradicionais e a preservação das
unidades de conservação. No texto dos acordos é
previsto que propriedades rurais que violarem
direitos dessas populações ou invadirem terras
públicas automaticamente deverão ser excluídas
do cadastro de fornecedores dos frigoríficos e
curtumes.
“Sanar a
cadeia produtiva da pecuária é algo que vai
trazer mudanças significativas para a sociedade,
já que essa ação significa lutar contra crimes
ambientais e questões como o trabalho escravo”,
afirmou o procurador da República Felipe Fritz
Braga, do MPF no Mato Grosso do Sul.
Já no
Amapá, a campanha Carne Legal será voltada à
prevenção contra esses crimes, disse a
procuradora da República Damaris Rossi Baggio de
Alencar. “No Amapá o desmatamento não é tão
grande quanto em outros Estados brasileiros, mas
mesmo assim faremos uma campanha educativa em
escolas e instituições de ensino como uma
maneira de evitar a ocorrência dessas
irregularidades.”
Fonte: EcoDebate
|
|
Apesar
de esquivar-se de detalhes para não antecipar a
solenidade marcada para esta segunda-feira,
Gerardo Fontelles, secretário-executivo do
Ministério da Agricultura, confirmou ontem a
Zero Hora o viés ambiental do plano:
– Ele (o plano) está focado
nisso, que é um compromisso de governo. |
 |
|
Entre
as medidas, espera-se uma linha de crédito de
cerca de R$ 1 bilhão, com taxas de 6% ao ano,
para cultivo em áreas degradadas, em geral já
utilizadas na criação de gado. A intenção é
promover o uso de tecnologias sustentáveis
nessas áreas, como o plantio na palha e a
produção integrada lavoura-pecuária-floresta.
O
ministério também deve destinar R$ 2,4 bilhões,
a taxas de juros de 9% ao ano, ao estímulo da
produção e à estocagem de etanol. A idéia é
reduzir a volatilidade dos preços pagos pelos
consumidores.
|
|
Na
semana passada, o ministro da Agricultura,
Wagner Rossi, já havia antecipado novidades para
a agricultura empresarial 2010/2011. Segundo
Rossi, os produtores vão receber uma verba
adicional como estímulo para práticas
sustentáveis por meio do programa ABC:
Agricultura de Baixo Carbono.
No caso de armazenagem de grãos,
o programa
deve
prever o financiamento para a construção de
silos nas propriedades. Para isso, devem ser
liberados recursos, com prazo de pagamento de 12
anos, sendo três de carência. O limite deve ser
de R$ 1,3 milhão por propriedade. Se houver um
consórcio, o valor pode chegar a R$ 4 milhões. |
 |
|
O que vem por aí |
|
- R$ 102 bilhões deve
ser o total de recursos destinados
pelo governo Lula para a agricultura
empresarial |
|
- R$ 1 bilhão para
recuperação de áreas degradadas com
taxas de juros de aproximadamente 6%
ao ano e prazos de carência de até
seis anos para começar a pagar. |
|
- R$ 2,4 bilhões e
taxas de juros de 9% ao ano para
estocagem de etanol, que visa a
incentivar o uso do combustível
“verde” pela frota de veículos
brasileira. |
|
- O Programa ABC:
Agricultura de Baixo Carbono terá
recursos adicionais como estímulo à
práticas sustentáveis |
|
- R$ 1 bilhão ao
Programa de Incentivo à Irrigação e
à Armazenagem (Moderinfra), para
construção de silos e armazéns nas
propriedades rurais para estocar a
produção de grãos. A linha prevê
taxa de juros de 6,75% ao ano, 12
anos de prazo para pagar (sendo três
de carência), limite individual de
R$ 1,3 milhão e coletivo de R$ 4
milhões. |
Fonte: Zero Hora
|
|
|
|
Cotações da manhã 26.05.2010 |
|
|
|
|
|
|
|
GRÃOS |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
TRIGO |
Paraná |
R$ / t |
420,00 |
0,0% |
|
|
|
HORTIGRANJEIROS |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
BATATA |
SP - COMUM |
R$ / Kg |
2,39 |
0,0% |
|
TOMATE |
SP - Salada |
R$ / Kg |
1,84 |
-2,1% |
|
|
|
PECUÁRIA |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
BOI GORDO |
BM&F |
R$ / @ |
82,27 |
-0,3% |
|
BOI GORDO |
MG - Minas Gerais |
R$ / @ |
76,00 |
0,0% |
|
BOI GORDO |
MT - Cuiabá |
R$ / @ |
73,00 |
2,8% |
|
BOI GORDO |
SP - Noroeste |
R$ / @ |
80,00 |
0,0% |
|
FRANGO VIVO |
PR - Paraná |
R$ / Kg |
1,37 |
0,0% |
|
SUÍNO VIVO |
SC - Santa Catarina |
R$ / Kg |
2,00 |
0,0% |
|
|
|
SOFTS COMMODITIES |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
AÇUCAR |
AL - Alagoas |
R$ / 50 Kg |
65,00 |
0,0% |
|
AÇUCAR |
MG - Triângulo Mineiro |
R$ / 50 Kg |
40,80 |
0,0% |
|
AÇUCAR |
SP - Ribeirão Preto |
R$ / 50 Kg |
40,70 |
0,0% |
|
ALGODÃO / PLUMA |
MS - Chapadão do Sul |
R$ / @ |
49,93 |
0,0% |
|
ALGODÃO / PLUMA |
MT - Rondonópolis |
R$ / @ |
47,95 |
0,0% |
|
ALGODÃO / PLUMA |
SP - Araçatuba |
R$ / @ |
50,26 |
0,0% |
|
CAFÉ |
BM&F |
US$ / 60KG |
160,50 |
1,1% |
|
CAFÉ |
MG - Cerrado |
R$ / 60 Kg |
298,00 |
0,0% |
|
CAFÉ |
MG - Sul |
R$ / 60 Kg |
295,00 |
0,0% |
|
CAFÉ |
SP - Garça |
R$ / 60 Kg |
293,00 |
0,0% |
|
|
|
|
|
Cotações da manhã 27.05.2010 |
|
|
|
|
|
|
|
FRUTAS |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
MAÇÃ |
SP - Fuji |
R$ / Kg |
2,42 |
0,4% |
|
MAMÃO |
SP - Havaí |
R$ / Kg |
2,38 |
2,6% |
|
MANGA |
SP - Tommy |
R$ / Kg |
1,36 |
0,7% |
|
MELÃO |
SP - Amarelo |
R$ / Kg |
1,44 |
-0,7% |
|
UVA |
SP - Itália |
R$ / Kg |
2,15 |
3,9% |
|
|
|
GRÃOS |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
ARROZ / CASCA |
MT - Sinop |
R$ / 60 Kg |
29,00 |
0,0% |
|
ARROZ / CASCA |
RS - Alegrete |
R$ / 50 Kg |
26,13 |
0,0% |
|
ARROZ / CASCA |
RS - Uruguaiana |
R$ / 50 Kg |
27,03 |
0,0% |
|
FEIJÃO / CARIOCA |
GO - Goiânia |
R$ / 60 Kg |
108,00 |
0,0% |
|
MILHO |
GO - Rio Verde |
R$ / 60 Kg |
15,00 |
0,0% |
|
MILHO |
MG - Uberlândia |
R$ / 60 Kg |
16,00 |
0,0% |
|
MILHO |
PR - Ponta Grossa |
R$ / 60 Kg |
16,50 |
0,0% |
|
SOJA |
MT - Rondonópolis |
R$ / 60 Kg |
32,50 |
0,0% |
|
SOJA |
PR - Ponta Grossa |
R$ / 60 Kg |
36,00 |
0,0% |
|
SOJA |
RS - Passo Fundo |
R$ / 60 Kg |
37,00 |
0,0% |
|
TRIGO |
Argentina |
US$ / t |
240,00 |
0,0% |
|
|
|
|
|
Cotações da tarde 26.05.2010 |
|
|
|
|
|
|
|
FRUTAS |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
LARANJA INDÚSTRIA |
SP - Indústria / Pêra |
R$ / 40,8 Kg |
13,00 |
0,0% |
|
LARANJA MESA |
SP - Tipo Pêra |
R$ / 40,8 Kg |
14,21 |
0,6% |
|
SUCO DE LARANJA |
Nova York |
US$ cents / libra |
140,75 |
1,0% |
|
|
|
GRÃOS |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
MILHO |
BM&F |
R$ / 60 Kg |
20,31 |
0,3% |
|
MILHO |
Chicago |
US$ cents/bushel |
381,00 |
2,1% |
|
MILHO |
GO - Rio Verde |
R$ / 60 Kg |
15,00 |
0,0% |
|
MILHO |
MG - Uberlândia |
R$ / 60 Kg |
16,00 |
0,0% |
|
MILHO |
PR - Ponta Grossa |
R$ / 60 Kg |
16,50 |
0,0% |
|
SOJA |
BM&F |
US$ / 60 Kg |
21,20 |
0,5% |
|
SOJA |
Chicago |
US$ cents/bushel |
929,40 |
0,9% |
|
SOJA |
MT - Rondonópolis |
R$ / 60 Kg |
32,10 |
-1,5% |
|
SOJA |
PR - Ponta Grossa |
R$ / 60 Kg |
36,00 |
-1,4% |
|
SOJA |
RS - Passo Fundo |
R$ / 60 Kg |
37,00 |
-1,3% |
|
TRIGO |
Argentina |
US$ / t |
240,00 |
0,0% |
|
TRIGO |
Chicago |
US$ cents/bushel |
479,00 |
0,2% |
|
TRIGO |
Paraná |
R$ / t |
420,00 |
0,0% |
|
|
|
HORTIGRANJEIROS |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
BATATA |
SP - COMUM |
R$ / Kg |
2,39 |
0,0% |
|
TOMATE |
SP - Salada |
R$ / Kg |
1,84 |
-2,1% |
|
|
|
PECUÁRIA |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
BOI GORDO |
BM&F |
R$ / @ |
82,20 |
0,5% |
|
BOI GORDO |
MG - Minas Gerais |
R$ / @ |
76,00 |
0,0% |
|
BOI GORDO |
MT - Cuiabá |
R$ / @ |
73,00 |
0,0% |
|
BOI GORDO |
SP - Noroeste |
R$ / @ |
80,00 |
0,0% |
|
|
|
SOFTS COMMODITIES |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
AÇÚCAR |
AL - Alagoas |
R$ / 50 Kg |
65,00 |
0,0% |
|
AÇÚCAR |
MG - Triângulo Mineiro |
R$ / 50 Kg |
40,80 |
0,0% |
|
AÇÚCAR |
Nova York |
US$ cents / libra |
15,65 |
0,4% |
|
AÇÚCAR |
SP - Ribeirão Preto |
R$ / 50 Kg |
40,70 |
0,0% |
|
ALGODÃO / PLUMA |
MS - Chapadão do Sul |
R$ / @ |
49,93 |
0,0% |
|
ALGODÃO / PLUMA |
MT - Rondonópolis |
R$ / @ |
47,95 |
0,0% |
|
ALGODÃO / PLUMA |
Nova York |
US$ cents / libra |
78,15 |
0,8% |
|
ALGODÃO / PLUMA |
SP - Araçatuba |
R$ / @ |
50,26 |
0,0% |
|
CAFÉ |
BM&F |
US$ / 60KG |
160,20 |
0,9% |
|
CAFÉ |
MG - Cerrado |
R$ / 60 Kg |
298,00 |
0,0% |
|
CAFÉ |
MG - Sul |
R$ / 60 Kg |
295,00 |
0,0% |
|
CAFÉ |
Nova York |
US$ cents / libra |
133,70 |
0,7% |
|
CAFÉ |
SP - Garça |
R$ / 60 Kg |
293,00 |
0,0% |
Uso de bactérias no solo aumenta colheitas em mais de
50%, diz ONU
Estudos foram realizados em plantações de soja sem
fertilizantes do Quênia
O
Programa das Nações Unidas para o Meio-Ambiente (Pnuma)
anunciou que é possível aumentar em mais de 50% a
produtividade das lavouras sem recorrer ao uso de
fertilizantes.
A
descoberta foi anunciada na última terça-feira, dia 18,
durante a abertura de uma conferência no Centro
Agroflorestal Mundial em Nairóbi, no Quênia. O encontro
discute como os microorganismos trabalham no solo e como
eles podem ser utilizados.
O
projeto internacional de pesquisa intitulado 'Manejo
Sustentável da Biodiversidade Subterrânea' observou a
relação entre os microorganismos presentes no solo e a
produtividade das plantações.
Estudos realizados no Quênia indicaram que o uso de
alguns tipos de bactérias no solo das plantações de soja
aumentou a lucratividade das lavouras entre 40% e 60%,
sem o uso de fertilizantes.
Quando
microorganismos foram usados em plantações, com o
auxílio de fertilizantes orgânicos, as colheitas
dobraram. Neste cenário, os custos caíram e a
lucratividade das lavouras aumentou. Os microorganismos
ajudam ainda no melhor aproveitamento da água e dos
nutrientes.
Segundo o Pnuma, outra descoberta importante é que, em
alguns casos, as bactérias ajudaram a combater doenças
nas lavouras, diminuindo a necessidade de pesticidas.
O
projeto internacional de pesquisa sobre a biodiversidade
subterrânea deverá durar oito anos e conta com o apoio
de cientistas do Brasil, Costa do Marfim, Índia,
Indonésia, México e Uganda. O Pnuma fornece suporte na
implementação do projeto.
Fonte: Canal Rural – 24/05/2010
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Ministro da Agricultura de Portugal
aposta na organização para aumentar exportações |
 |
Sector lembra
potencial de exportação e pede mais atenção do Governo.
|
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O ministro de Agricultura quer criar um
mecanismo de apoio à comercialização e
internacionalização do sector hortícola e frutícola.
António Serrano reúne-se hoje com as associações
nacionais de produtores. Organização e profissionalismo
são as palavra-chaves para o ministro, que assim quer
tornar a agricultura portuguesa mais competitiva.
“Nem
tudo passa por apoios. O grande trabalho que estamos a
fazer em Portugal é de organização e isso representa uma
melhoria significativa na nossa agricultura”, afirma
António Serrano.
“É profissionalizar, ganhar capacitação técnica para
poder vender melhor, no espaço nacional e no espaço
internacional”, acrescenta.
Do lado dos produtores, as expectativas são elevadas
face à reunião desta segunda-feira. O presidente da
Federação Nacional das Organizações de Produtores de
Fruta e Hortícolas, Domingos Santos, espera que o
ministro anuncie mecanismos concretos de apoio à
exportação, como, de resto, já existe para outros
sectores.
Domingos Santos pede que ministro se lembre das frutas e
das flores
“O
sector das frutas e legumes e das flores é uma fileira
importante dentro da agricultura portuguesa. É um sector
que tem um potencial de exportação bastante forte” e
“estas fileiras da agricultura têm tido o apoio zero”,
afirma.
Domingos Santos lembra ainda que em Portugal já se faz
um excelente trabalho com produtos de reconhecida
qualidade e defende a aposta nas exportações como um dos
caminhos para contornar a crise.
Fonte: Renascença –
24/05/2010 |
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Cotações da manhã 21.05.2010 |
|
|
|
|
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|
FRUTAS |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
MAÇÃ |
SP - Fuji |
R$ / Kg |
2,23 |
0,0% |
|
MAMÃO |
SP - Havaí |
R$ / Kg |
2,69 |
0,0% |
|
MANGA |
SP - Tommy |
R$ / Kg |
1,43 |
0,0% |
|
MELÃO |
SP - Amarelo |
R$ / Kg |
1,31 |
0,0% |
|
UVA |
SP - Itália |
R$ / Kg |
2,27 |
0,0% |
|
|
|
GRÃOS |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
ARROZ / CASCA |
MT - Sinop |
R$ / 60 Kg |
28,98 |
0,0% |
|
ARROZ / CASCA |
RS - Alegrete |
R$ / 50 Kg |
27,35 |
0,0% |
|
ARROZ / CASCA |
RS - Uruguaiana |
R$ / 50 Kg |
28,25 |
0,0% |
|
FEIJÃO / CARIOCA |
GO - Goiânia |
R$ / 60 Kg |
108,00 |
0,0% |
|
MILHO |
GO - Rio Verde |
R$ / 60 Kg |
14,50 |
0,0% |
|
MILHO |
MG - Uberlândia |
R$ / 60 Kg |
16,00 |
0,0% |
|
MILHO |
PR - Ponta Grossa |
R$ / 60 Kg |
16,20 |
0,0% |
|
SOJA |
MT - Rondonópolis |
R$ / 60 Kg |
33,00 |
0,0% |
|
SOJA |
PR - Ponta Grossa |
R$ / 60 Kg |
37,50 |
0,0% |
|
SOJA |
RS - Passo Fundo |
R$ / 60 Kg |
38,00 |
0,0% |
|
TRIGO |
Argentina |
US$ / t |
240,00 |
0,0% |
|
TRIGO |
Paraná |
R$ / t |
420,00 |
0,0% |
|
|
|
HORTIGRANJEIROS |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
BATATA |
SP - COMUM |
R$ / Kg |
2,40 |
0,0% |
|
TOMATE |
SP - Salada |
R$ / Kg |
1,24 |
0,0% |
|
|
|
PECUÁRIA |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
BOI GORDO |
BM&F |
R$ / @ |
80,50 |
0,0% |
|
BOI GORDO |
MG - Minas Gerais |
R$ / @ |
76,00 |
0,0% |
|
BOI GORDO |
MT - Cuiabá |
R$ / @ |
71,00 |
0,0% |
|
BOI GORDO |
SP - Noroeste |
R$ / @ |
79,00 |
0,0% |
|
FRANGO VIVO |
PR - Paraná |
R$ / Kg |
1,37 |
-2,1% |
|
SUÍNO VIVO |
SC - Santa Catarina |
R$ / Kg |
2,00 |
0,0% |
|
|
|
SOFTS COMMODITIES |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
AÇUCAR |
AL - Alagoas |
R$ / 50 Kg |
65,00 |
0,0% |
|
AÇUCAR |
MG - Triângulo Mineiro |
R$ / 50 Kg |
40,50 |
0,0% |
|
AÇUCAR |
SP - Ribeirão Preto |
R$ / 50 Kg |
40,30 |
0,0% |
|
ALGODÃO / PLUMA |
MS - Chapadão do Sul |
R$ / @ |
50,26 |
-0,7% |
|
ALGODÃO / PLUMA |
MT - Rondonópolis |
R$ / @ |
48,28 |
-1,3% |
|
ALGODÃO / PLUMA |
SP - Araçatuba |
R$ / @ |
50,93 |
-0,6% |
|
CAFÉ |
BM&F |
US$ / 60KG |
156,30 |
-0,4% |
|
CAFÉ |
MG - Cerrado |
R$ / 60 Kg |
295,00 |
0,0% |
|
CAFÉ |
MG - Sul |
R$ / 60 Kg |
293,00 |
0,0% |
|
CAFÉ |
SP - Garça |
R$ / 60 Kg |
290,00 |
0,0% |
|
|
|
|
|
Cotações da tarde 21.05.2010 |
|
|
|
|
|
|
|
FRUTAS |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
LARANJA INDÚSTRIA |
SP - Indústria / Pêra |
R$ / 40,8 Kg |
13,00 |
0,0% |
|
LARANJA MESA |
SP - Tipo Pêra |
R$ / 40,8 Kg |
14,20 |
1,2% |
|
SUCO DE LARANJA |
Nova York |
US$ cents / libra |
146,75 |
0,9% |
|
|
|
GRÃOS |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
MILHO |
BM&F |
R$ / 60 Kg |
19,65 |
0,0% |
|
MILHO |
Chicago |
US$ cents/bushel |
376,60 |
1,9% |
|
MILHO |
GO - Rio Verde |
R$ / 60 Kg |
14,50 |
0,0% |
|
MILHO |
MG - Uberlândia |
R$ / 60 Kg |
16,00 |
0,0% |
|
MILHO |
PR - Ponta Grossa |
R$ / 60 Kg |
16,20 |
0,0% |
|
SOJA |
BM&F |
US$ / 60 Kg |
21,90 |
0,0% |
|
SOJA |
Chicago |
US$ cents/bushel |
933,20 |
-0,2% |
|
SOJA |
MT - Rondonópolis |
R$ / 60 Kg |
32,60 |
-1,2% |
|
SOJA |
PR - Ponta Grossa |
R$ / 60 Kg |
37,50 |
0,0% |
|
SOJA |
RS - Passo Fundo |
R$ / 60 Kg |
38,50 |
1,3% |
|
TRIGO |
Argentina |
US$ / t |
240,00 |
0,0% |
|
TRIGO |
Chicago |
US$ cents/bushel |
489,20 |
0,5% |
|
TRIGO |
Paraná |
R$ / t |
420,00 |
0,0% |
|
|
|
HORTIGRANJEIROS |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
BATATA |
SP - COMUM |
R$ / Kg |
2,40 |
0,0% |
|
TOMATE |
SP - Salada |
R$ / Kg |
1,24 |
0,0% |
|
|
|
PECUÁRIA |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
BOI GORDO |
BM&F |
R$ / @ |
80,50 |
0,0% |
|
BOI GORDO |
MG - Minas Gerais |
R$ / @ |
76,00 |
0,0% |
|
BOI GORDO |
MT - Cuiabá |
R$ / @ |
71,00 |
0,0% |
|
BOI GORDO |
SP - Noroeste |
R$ / @ |
78,00 |
0,0% |
|
|
|
SOFTS COMMODITIES |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
AÇÚCAR |
AL - Alagoas |
R$ / 50 Kg |
65,00 |
0,0% |
|
AÇÚCAR |
MG - Triângulo Mineiro |
R$ / 50 Kg |
40,50 |
0,0% |
|
AÇÚCAR |
Nova York |
US$ cents / libra |
15,88 |
3,5% |
|
AÇÚCAR |
SP - Ribeirão Preto |
R$ / 50 Kg |
40,30 |
0,0% |
|
ALGODÃO / PLUMA |
MS - Chapadão do Sul |
R$ / @ |
50,26 |
-0,7% |
|
ALGODÃO / PLUMA |
MT - Rondonópolis |
R$ / @ |
48,28 |
-1,3% |
|
ALGODÃO / PLUMA |
Nova York |
US$ cents / libra |
77,54 |
-0,4% |
|
ALGODÃO / PLUMA |
SP - Araçatuba |
R$ / @ |
50,93 |
-0,6% |
|
CAFÉ |
BM&F |
US$ / 60KG |
156,95 |
0,0% |
|
CAFÉ |
MG - Cerrado |
R$ / 60 Kg |
295,00 |
0,0% |
|
CAFÉ |
MG - Sul |
R$ / 60 Kg |
293,00 |
0,0% |
|
CAFÉ |
Nova York |
US$ cents / libra |
132,40 |
0,6% |
|
CAFÉ |
SP - Garça |
R$ / 60 Kg |
290,00 |
0,0% |
|
Boi na Bolsa é inovação na venda do gado
Programa tem por objetivo garantir ao pecuarista o
recebimento antecipado de 90% de seu crédito.
O Sistema Faeg/Senar propõe inovar a forma de
comercialização de gado bovino em Goiás e no Brasil,
oferecendo ao produtor rural o programa Boi na Bolsa,
novidade que objetiva garantir ao pecuarista o
recebimento antecipado de 90% de seu crédito com as
garantias da BBM/BMF-BOVESPA.
A parceria entre o Sistema Faeg/Senar e BBM/BMF-BOVESPA
é a continuidade do programa de venda de gado só à vista
iniciado em 2009, e tem como pontos principais a oferta
de boi na bolsa de mercadorias em três modalidades:
pregão eletrônico - lotes de animais são identificados
com peso, idade, localização, propriedade e expectativa
de preço por arroba, durante um tempo até as ofertas dos
frigoríficos surgirem; venda em balcão - lotes de
animais são identificados com peso, idade, localização,
propriedade e expectativa de preço por arroba,
direcionados a um comprador específico e por fim a venda
a termo - que já é praticada e garante um preço futuro
para entrega futura de animais.
A finalidade do Sistema Faeg/Senar em trazer esta
alternativa de venda é exatamente evitar as surpresas
das negociações de gado bovino para o pecuarista, pois
90% do crédito da negociação será depositada antes do
embarque dos animais na fazenda, diretamente pelo
comprador, na conta corrente da BBM/BMF-BOVESPA.
Os animais nem saíram do pasto e já estão pagos em 90%.
Os 10% restantes serão quitados no romaneio, apenas para
os ajustes finais de peso. Esta é a grande novidade que
revoluciona a comercialização bovina no Brasil,
permitindo ao pecuarista um sono tranquilo e a certeza
de acordar com dinheiro para continuar a sua atividade,
comprando e vendendo animais.
Isto tudo, pode ser conciliado ao já existente programa
do PESEBEM, também oferecido pelo Sistema Faeg/Senar,
cujas balanças são o parâmetro para os pecuaristas que
já aderiram a este programa de pesagem paralela à
balança do frigorífico. Este é mais um trabalho positivo
da pecuária de corte brasileira, que agora tem, ao
menos, um paradigma para saber o peso das balanças de
frigoríficos.
Esta tem sido a preocupação do Sistema Faeg/Senar, que
procura cada vez mais inovar, assegurando que a
atividade agropecuária seja executada com dignidade e
respeito, oferecendo programas que promovam a
sustentabilidade do setor e a sobrevivência dos
produtores rurais goianos.
Temos a expectativa de adesão de grande número de
pecuaristas, haja vista a presença de diversos
produtores rurais no evento de lançamento em Goiás no
dia 20 de abril. Na ocasião pudemos observar várias
opiniões sobre esta novidade comercial de venda de
bovinos. Após o lançamento, o trabalho continua, com
palestras informativas que serão realizadas pelo
interior do Estado, buscando orientar o produtor rural
goiano sobre este mecanismo seguro de comercialização de
bovinos.
Fonte:José Manoel Caixeta Haun é presidente
da Comissão de Pecuária de Corte
Federação
de Agricultura e Pecuária de Goiás - Faeg.
Conservação do Solo
O
que é solo?
O solo
é mais do que uma porção de terra onde se planta. O solo
tem importância para a vida de todos os seres vivos de
nosso planeta. É dele que o homem e os animais tiram seu
sustento e sobre ele é que construímos nossas casas. É
no subsolo ou, no meio da mata que cresce sobre o solo
fértil, que brotam as nascentes de água doce.
Como é formado o solo?
Durante bilhões de anos, o solo foi formado, através de
um processo de desgaste natural das rochas.
Esse
processo, realizado pela natureza com a ação do sol,
chuva e dos ventos, formou de material mineral que aos
poucos, com água que foi sendo acumulada, começou a
gerar a vida do solo.
Essa
matéria viva do solo, também chamada de húmus, é a parte
onde encontramos os restos de matéria orgânica de
animais e vegetais em decomposição, ou ainda seres vivos
como insetos, minhocas e outros. No solo também existem
os poros, por onde a água e o ar penetram e assim toda
vida que fica sob o solo pode ser alimentada.
A
vegetação que cresce sobre o solo, funciona como uma
capa protetora, impedindo que chuvas fortes arrastem os
seus nutrientes. Serve ainda para proteger o solo da
forte insolação que castiga a resseca a camada
superficial.
Problemas que podem acontecer com o solo
Existe
uma série de problemas que podem levar à degradação do
solo. Um deles é causado pela ocupação desordenada e sem
planejamento do solo, ou ainda pelo uso de práticas de
manejo incorretas, como o uso intenso de máquinas
agrícolas e a utilização de adubos químicos e
fertilizantes em excesso, que causam poluição e
comprometem a vida do solo.
Erosão:
o manejo incorreto do solo leva à erosão e até a
desertificação (estágio em que não há possibilidades de
recuperação do solo).
Queimada:
nas áreas onde a vegetação foi removida ou queimada, o
solo fica sujeito à ação das chuvas que provocam erosão.
Assoreamento:
a terra arrastada, se depositada nos rios, causando
diversos prejuízos, como as enchentes na época das
chuvas, ou a falta d’água nas estiagem. O resultado é um
conjunto de prejuízos diretos e indiretos para o
produtor rural e toda a comunidade, com efeitos no
presente e futuro.
Práticas de conservação do solo e demais recursos
naturais
Aumentar o conhecimento sobre a correta utilização do
solo e dos demais recursos naturais em sua propriedade é
o primeiro passo.
As
práticas conservacionistas devem ser adotadas de forma
integrada, conforme orientações técnicas, tendo a
microbacia hidrográfica como unidade de planejamento e
intervenção.
As
recomendações, com base na capacidade de uso das terras,
devem enfatizar as práticas preventivas, no que diz
respeito à conservação do solo e aos demais recursos
naturais.
Algumas práticas recomendadas
-
proteção e recomposição das matas ciliares;
-
rotação de culturas;
-
adubação verde;
-
faixa de retenção;
-
plantio em nível;
-
cultivo mínimo;
-
plantio direto;
-
escarificação;
-
terraceamento;
-
divisão de pastagem;
-
abastecedouro comunitário;
-
controle de erosão;
-
adequação das estradas rurais;
-
calagem e adubação.
Planejamento e ocupação do solo
Para
que o solo seja utilizado adequadamente é imprescindível
que seja feito um planejamento adequado a partir de uma
analise criteriosa do local onde serão instaladas as
atividades de agropecuárias, visando a utilização
racional do solo e maior conservação dos recursos
naturais.
A
adoção de práticas conservacionistas de maneira
integrada é recomendada com os seguintes objetivos:
◊
promover a conservação dos recursos
naturais, através da utilização de medidas que diminuam
os efeitos do processo de degradação em áreas ainda em
estágio inicial, ou afetadas mais intensamente pelo
manejo e ocupação incorretos;
◊
promover a adoção de tecnologias que
aumentam a cobertura vegetal do solo e a infiltração de
água, reduzindo sua compactação e aumentando o
armazenamento de água nos subsolos;
◊
promover a adoção de tecnologias que
controlem o escorrimento de água superficial e a ação
das enxurradas, reduzindo o processo de desgaste e
erosão do solo, estradas rurais e assoreamento dos rios.
◊
promover a redução da poluição do solo,
nas nascentes e dos córregos.
|
|
CUBA: vacina
reprodução garante produção de carne e leite.
A vacina reprodução é agora uma das
possibilidades disponíveis para a pecuária em Cuba, a
fim de manter e aumentar a produção de leite e carne.
Esta atividade biológica com novo resultado é importante
para os indivíduos, garantindo a sobrevivência e
continuidade das espécies e o desenvolvimento de seus
ciclos de produção, inclusive o gado.
No início da campanha de
2010 jogando na área, o funcionário salientou a
importância de tratar adequadamente as fêmeas desde o
nascimento, para atingir o peso necessário e produzir
leite.
O vive-presidente,
Lezcano, afirma: aplicam-se a inseminação artificial
para acelerar o progresso genético e beneficiar da
garantia de saúde para toda a massa de animais porque o
sêmen utilizado é livre da doença.
Aumentar o nascimento
significa eficiência, com mais nascimentos e, portanto,
rendimentos mais elevados, disse ele.
Acreditava que aumento da
produção de leite e carne dependem tanto de melhorar os
sistemas de alimentação e de gestão, como o aumento dos
indicadores que devem concentrar os seus esforços.
Conforme relatado no
lançamento o diretor de pecuária, Mario Perez, 2009
terminou com 704 000 700 nascimentos, o que não era
alcançado desde 2000.
No entanto, segundo ele,
esse número ainda é insuficiente para alcançar os
objetivos definidos em termos de crescimento anual de
leite, carne e vacinação em massa.
Existe uma finalidade
reprodutiva da realização de um 80 por cento de
nascimento, e seu objetivo 58 fazendas do estado e cerca
de 60 unidades básicas de produção cooperativa.
Materializar também 76
cooperativas de crédito e de serviços, 15 empresas
agrícolas e de três especialistas genética, entre
outros.
No entanto, um número
significativo de entidades é ainda muito aquém dos
resultados exigido neste indicador, salientou Perez.
Daí a necessidade de
aumentar gradualmente a reprodução até 2012, pelo menos,
um milhão de nascimentos, disse.
|
|
Cotações da manhã 12.05.2010 |
|
|
|
|
|
|
|
FRUTAS |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
MAÇÃ |
SP - Fuji |
R$ / Kg |
2,32 |
0,0% |
|
MAMÃO |
SP - Havaí |
R$ / Kg |
3,07 |
0,0% |
|
MANGA |
SP - Tommy |
R$ / Kg |
1,56 |
-1,3% |
|
MELÃO |
SP - Amarelo |
R$ / Kg |
1,19 |
0,0% |
|
UVA |
SP - Itália |
R$ / Kg |
2,02 |
1,0% |
|
|
|
GRÃOS |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
ARROZ / CASCA |
MT - Sinop |
R$ / 60 Kg |
28,98 |
0,0% |
|
ARROZ / CASCA |
RS - Alegrete |
R$ / 50 Kg |
27,90 |
0,0% |
|
ARROZ / CASCA |
RS - Uruguaiana |
R$ / 50 Kg |
28,80 |
0,0% |
|
FEIJÃO / CARIOCA |
GO - Goiânia |
R$ / 60 Kg |
105,00 |
0,0% |
|
MILHO |
GO - Rio Verde |
R$ / 60 Kg |
13,50 |
0,0% |
|
MILHO |
MG - Uberlândia |
R$ / 60 Kg |
15,50 |
-3,1% |
|
MILHO |
PR - Ponta Grossa |
R$ / 60 Kg |
16,00 |
0,0% |
|
SOJA |
MT - Rondonópolis |
R$ / 60 Kg |
31,00 |
2,0% |
|
SOJA |
PR - Ponta Grossa |
R$ / 60 Kg |
35,70 |
0,6% |
|
SOJA |
RS - Passo Fundo |
R$ / 60 Kg |
36,00 |
1,4% |
|
TRIGO |
Argentina |
US$ / t |
243,00 |
0,0% |
|
TRIGO |
Paraná |
R$ / t |
420,00 |
0,0% |
|
|
|
HORTIGRANJEIROS |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
BATATA |
SP - COMUM |
R$ / Kg |
2,75 |
0,0% |
|
TOMATE |
SP - Salada |
R$ / Kg |
1,35 |
-0,7% |
|
|
|
PECUÁRIA |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
BOI GORDO |
BM&F |
R$ / @ |
80,50 |
0,0% |
|
BOI GORDO |
MG - Minas Gerais |
R$ / @ |
76,00 |
0,0% |
|
BOI GORDO |
MT - Cuiabá |
R$ / @ |
72,00 |
0,0% |
|
BOI GORDO |
SP - Noroeste |
R$ / @ |
79,00 |
0,0% |
|
FRANGO VIVO |
PR - Paraná |
R$ / Kg |
1,40 |
0,0% |
|
SUÍNO VIVO |
SC - Santa Catarina |
R$ / Kg |
2,00 |
0,0% |
|
|
|
SOFTS COMMODITIES |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
AÇUCAR |
AL - Alagoas |
R$ / 50 Kg |
65,00 |
0,0% |
|
AÇUCAR |
MG - Triângulo Mineiro |
R$ / 50 Kg |
43,50 |
-3,3% |
|
AÇUCAR |
SP - Ribeirão Preto |
R$ / 50 Kg |
42,00 |
-4,5% |
|
ALGODÃO / PLUMA |
MS - Chapadão do Sul |
R$ / @ |
50,93 |
-0,6% |
|
ALGODÃO / PLUMA |
MT - Rondonópolis |
R$ / @ |
49,60 |
-0,7% |
|
ALGODÃO / PLUMA |
SP - Araçatuba |
R$ / @ |
51,92 |
-0,6% |
|
CAFÉ |
BM&F |
US$ / 60KG |
158,50 |
0,0% |
|
CAFÉ |
MG - Cerrado |
R$ / 60 Kg |
290,00 |
0,0% |
|
CAFÉ |
MG - Sul |
R$ / 60 Kg |
290,00 |
0,0% |
|
CAFÉ |
SP - Garça |
R$ / 60 Kg |
285,00 |
0,0% |
|
|
|
|
|
Cotações da tarde 11.05.2010 |
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|
FRUTAS |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
SUCO DE LARANJA |
Nova York |
US$ cents / libra |
141,85 |
2,8% |
|
|
|
GRÃOS |
|
PRODUTO |
PRAÇA |
UNIDADE |
VALOR |
VARIAÇÃO |
|
MILHO |
BM&F |
R$ / 60 Kg |
19,65 |
0,0% |
|
MILHO |
Chicago |
US$ cents/bushel |
377,00 |
1,8% |
|
MILHO |
GO - Rio Verde |
R$ / 60 Kg |
13,50 |
0,0% |
|
MILHO |
MG - Uberlândia |
R$ / 60 Kg |
16,00 |
0,0% |
|
MILHO |
PR - Ponta Grossa |
R$ / 60 Kg |
16,00 |
0,0% |
|
SOJA |
BM&F |
US$ / 60 Kg |
21,90 |
0,0% |
|
SOJA |
Chicago |
US$ cents/bushel |
966,00 |
0,5% |
|
SOJA |
MT - Rondonópolis |
R$ / 60 Kg |
30,40 |
-1,0% |
|
SOJA |
PR - Ponta Grossa |
R$ / 60 Kg |
35,50 |
-0,6% |
|
SOJA |
RS - Passo Fundo |
R$ / 60 Kg |
35,50 |
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