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◄ECOTURISMO |
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Ubatuba terá curso de implantação e manutenção de
trilhas de ecoturismo |
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Visando o apoio, a implementação e a gestão das
Unidades de Conservação do município, será realizado
em Ubatuba um curso de extensão universitária e
treinamento para a capacitação para o manejo
adequado das trilhas, bem como a suas implantações
em bases sustentáveis.
O planejamento adequado e a manutenção frequente de
trilhas são fundamentais para a sustentabilidade e
viabilidade das atividades de ecoturismo. Neste
sentido, a Associação Cunhambebe da Ilha Anchieta (ACIA),
o Parque Estadual da Serra do Mar (PESM), a
Prefeitura de Ubatuba, o Centro de Experimentação em
Desenvolvimento Sustentável do Litoral Norte (CEDS),
a Escola Municipal Tancredo Neves, a Unisantos e a
To na Trilha & Ambiente se uniram para a realização
deste curso.
“Ubatuba é reconhecida como campeã de preservação da
Mata Atlântica, com uma diversidade de modalidades e
classificações de trekking, trilhas com enfoque na
educação ambiental, na observação de aves, na
aventura, no esportivo com superação de limites, no
cultural, ou no simples contato com a natureza. E os
níveis de dificuldade também são variados com
caminhadas leves, moderadas e difíceis, sendo
acessível a diversos tipos de público”, afirma o
secretário municipal de Turismo, enfatizando a
importância do curso.
O curso acontecerá nos dias 12 a 16 de julho no
Parque Estadual da Serra do Mar (Núcleo Picinguaba)
e serão abordados: análise de sítio, mapeamento,
planejamento do traçado e manutenção de trilhas.
Além disso, haverá a aplicação prática dos aspectos
teóricos apresentados, resultando na elaboração e na
execução de atividades de manutenção de uma trilha
já existente. Para se inscrever e conhecer a fundo o
conteúdo teórico e prático basta acessar o site
www.cursoubatuba.blogspot.com.
Fonte: Diário de Taubaté |
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Aiuruoca – MG
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Aiuruoca significa "Casa de
Papagaio". É uma região com
paisagens exuberantes, cachoeiras,
trilhas, montanhas e bosques de
Araucárias. No inverno as
temperaturas são extremamente
baixas, conferindo ao local um
charme especial. Localizada em Minas
Gerais, a cidade fica próxima ao
Vale do Matutu, ótimo local para
camping e prática de trekking.

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LOCALIZAÇÃO
O Município de Aiuruoca,
localizada no Sul de
Minas Gerais, faz
limites com os
municípios de Alagoa,
Baependi, Bocaina de
Minas, Carvalhos,
Cruzília, Minduri,
Serranos e Seritinga. A
cidade fica a 1000 m de
altitude e o seu ponto
mais alto o Pico do
Papagaio, um dos cartões
postais da cidade atinge
até 2100 m. Envolvida
por um belo vale verde
onde se esconde uma
maravilhosa natureza com
inúmeras cachoeiras,
vales e corredeiras,
fica distante 380 Km de
São Paulo, com acesso
asfaltado até a cidade. |
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HISTÓRIA
A região de Aiuruoca foi
desbravada pelos
bandeirantes paulistas.
O nome Aiuruoca vem da
sua forma primitiva -Juruoca(papagaio
de peito roxo), que
habitavam a região e deu
nome ao Pico do
Papagaio. João de
Siqueira Afonso,
bandeirante de Taubaté,
transpôs a Serra da
Mantiqueira e entrou em
território mineiro,
descobrindo as minas do
Sumidouro em 1702, e,
impulsionado pela sua
ambição, seguiu pelo
"Rio Grande" até a Serra
dos Papagaios, onde em
1705 descobriu as minas
deAiuruoca e em 1706
fundou o arraial de
mesmo nome (Aiuruoca). A
emancipação do município
se deu em de janeiro de
1954. |
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CLIMA
O clima é temperado, mas
sujeito a variações
bruscas de temperatura.
Os dias são geralmente
quentes e as noites
frias, com ventos
cortantes e muitas
chuvas no verão. |
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MISTICISMO
Aiuruoca é uma
das Cidades Sagradas do
Sul de MinasGerais. É
considerada a cidade da Taumaturgia,
a comunicação com a
Consciência Angélica,
que promove a
purificação da alma.
Aiuruoca está
relacionada ainda ao Chakra
Coronal, aSri Nagar, na
Índia, ao
planeta Saturno, ao
anjo Cassiel e às
propriedades da medicina
curativa. O misticismo
da cidade está presente
na sua energia, belezas
naturais, comunidades
alternativas, como a
do Vale do Matutu,
artesanato local e a
sede da Eubiose na
cidade. |
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ATRAÇÕES TURÍSTICAS
Aiuruoca possui em seus
suas terras muitas
atrações turísticas
naturais e quase
inexploradas como
cachoeiras, corredeiras,
poços, trilhas, vales e
muito verde. Destaque
especial para o Pico do
Papagaio, seu ponto mais
alto que é avistado e
admirado por todos que
passam pela cidade. |
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RIO AIURUOCA
Parece brincadeira, mas não é. O Rio
Aiuruoca, que corta a cidade de Sul
a Norte, é o rio que possui a
nascente mais alta do Brasil,
localizada na Serra do Itatiaia, a
2.450 metros de altitude.
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Boa Vista - RR |
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Boa Vista é uma verdadeira
jóia do norte do Brasil. O
folclore de Roraima contém
elementos de grande riqueza
cultural, caracterizados
pelas danças indígenas,
pelos hábitos e pelo
vocabulário repleto de
expressões oriundas dos
dialetos macuxi, taurepang,
paraviana, uapixana,
ingaricó, entre outros.
Apresenta vastas
possibilidades de passeios e
atrações ligadas sempre a
natureza.
Nos últimos anos vêm
modernizando-se e já tem
mais de 200 mil habitantes.
Boa Vista é uma grande opção
para o turismo nacional e
internacional. Enfim,
recanto das pessoas de todo
o País, Boa Vista é uma
síntese da brasilidade
hospitaleira.
História e Cultura
Fundada em 1830, por Inácio
Lopes de Magalhães, a
primeira fazenda particular
de gado bovino,
|
a Fazenda Boa
Vista cuja sede
ocupava o prédio
onde hoje
funciona o bar
Meu Cantinho, no
núcleo histórico
da cidade. Em
1858, a povoação
foi elevada a
categoria de
vila e, em 9 de
julho de 1890,
passou a
condição de
cidade, sediando
o recém criado
município de Boa
Vista,
desmembrado de
Moura, da então
Província do
Amazonas. No dia
25 de julho de
1890, conforme o
decreto número
49, o Governador
do Amazonas,
Augusto Ximeno
de Vileeroy,
através do seu
representante
Fábio Barreto
Leite empossou
João Capristano
da Silva Mota
como o seu
primeiro
Superintendente,
o que muitos o
consideram o
primeiro
prefeito de Boa
Vista. Hoje como
Capital do
Estado de
Roraima, criado
pela
Constituição
Federal de 5 de
outubro de 1988
e efetivamente
instalado em 01
de janeiro de
1991. Boa Vista
é uma cidade
moderna. A
cidade é
desenhada em
forma de leque,
com ruas largas,
bem iluminadas,
e com as
principais
avenidas
seguindo para o
Centro Cívico,
com belos
monumentos e
suave
plasticidade. |
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Clima
O clima é tropical e as
temperaturas variam entre
20º C e 36º C, clima quente
e úmido com estações de
chuvas bem definidas.
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Vegetação e
relevo
Com uma grande
variedade de flora
em fauna, com
animais típicos da
região se encontra
cravada no meio da
Floresta Amazônica.
O terreno plano é
uma característica
do relevo, o que faz
a cidade ser
agraciada com uma
brisa agradável. É o
único estado
brasileiro
localizado acima da
linha do Equador.
Alimentação
Uma infinidade de
opções gastronômicas
pode ser encontrado
na região. Muitos
deles podem ser
apreciados as
margens ou com vista
para o Rio Branco e
da Ponte dos Macuxi. |
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Hospedagem
A cidade possui uma grande
variedade de hotéis,
pousadas em vários bairros e
no centro da cidade, para
todos os gostos e bolsos.
Atrações
Balneário Água Boa:
Um igarapé de águas
límpidas, margeado de
vegetação de verde intenso,
localizado a 15 quilômetros
do centro da capital. O
acesso pode ser por barco ou
pela rodovia BR-174.

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Cachoeira do
Funil:
A Cachoeira do
Funil é formada
por um furo
feito por
garimpeiros no
igarapé Cabo
Sobral. A água
cai de grande
altura no leito
de pedra do
igarapé do Meio,
segue por um
caminho repleto
de corredeiras e
saltos, por uma
garganta coberta
de mata nativa
até a
extremidade do
tepuy. O local é
de incrível
beleza cênica, e
a mata nativa,
em conjunto com
as cachoeiras,
pode
proporcionar
roteiros de
caminhadas. |
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Cachoeira do Miudinho:
O caminho para se chegar a
Cachoeira do Miudinho é
cortado várias vezes por
pequenos igarapés e
corredeiras. O atrativo tem
aproximadamente 25 metros de
altura e mesmo sem ter um
volume tão grande de água,
forma um poço com água
cristalina. Proporciona
excelentes roteiros aos
aventureiros e praticantes
de esportes radicais, como
por exemplo o rapel.
Cachoeira do Paiva:
A cachoeira está localizada
na extremidade do tepuy (ou
chapada) que forma a Serra
do Tepequém. A queda d’água,
embora não tenha um grande
volume, é alta. O acesso é
possível pela parte de cima,
permitindo vistas
fantásticas da cachoeira e
da planície que se estende
para oeste. É possível
chegar até o poço onde a
água cai, e até mesmo seguir
o curso do igarapé em
direção à planície, em meio
à mata. A área é propícia à
prática de canionismo e
rapel.
Canoagem:
Saída de uma das pontes
sobre o igarapé Água Boa de
Cima com destino ao Rio
Branco. Trajeto sempre
descendo, onde é possível
praticar a pesca, navegando
pelas águas azuis do
igarapé. Há bons locais para
banhos, com vistas
agradáveis das várzeas, da
floresta. Duração aproximada
de 5 horas.
Haras Cunha-Pucá:
É possível conhecer o Jardim
Botânico, Orquidário e as
dependências do Haras
através do passeio de
charrete. Está localizado na
BR 401, saindo pela estrada
da Serra Grande no
quilômetro 1,5, no município
de Cantá.
Ilha da Praia Grande:
Essa ilha de várzea é
separada da terra firme por
um braço do rio Branco e
possui excelentes condições
para a prática de esqui
aquático, canoagem e vela,
além do irresistível banho
de água doce e de extensas
praias para tomar sol. Tem
muitos lagos acessíveis
através de caminhadas onde
se pode observar a beleza da
fauna e flora da região. O
acesso é feito através de
barcos, que saem de pequenos
portos localizados na cidade
de Boa Vista, às margens do
Rio Branco.
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Parque Anauá:
Maior parque de
lazer da região
norte com
infra-estrutura
de esporte,
lazer e outros
serviços. O
parque dispõe
de: anfiteatro, forródromo,
centro de
artesanato
indígena,
galeria de
artes, escola de
música, escola
para alunos
especiais,
museu, horto
florestal, um
lago natural,
fonte luminosa,
ginásio poli
esportivo,
kartódromo,
pistas para
Cooper,
aeromodelismo,
Motocross, skate
e bicicross,
lanchonetes e
restaurantes. |
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Rio Uialã:
Dentro do Parque Nacional do
Monte Roraima, lá que nasce
o rio Uailã, que descendo
entre as serras forma as
cachoeiras de Aron Garen,
Andorinha e Caveira. Esta
área é inóspita, mas muito
explorada por aventureiros
que se utilizam das
corredeiras do rio Uailã
para praticar a canoagem.
Trekking:
Serra do Tepequém: A corrida
pelo garimpo deixou curiosas
marcas na natureza que são
vistas nas trilhas do
Tepequém. Em uma altitude de
1000 metros, observa-se o
vale e as cachoeiras do
Paiva, sobral, Barata e do
Funil.
Monte Roraima: Trilhas
inesquecíveis localizado nas
fronteiras Brasil, Venezuela
e Guiana. São 2.734 metros
de altura, com um vale de
cristais de rochas, fossos e
piscinas naturais.
Serra Grande: É um lugar
cheio de mistérios e belezas
naturais. Na subida da
trilha contempla-se a
floresta exuberante,
variedade de fauna e flora.
Ao longe é possível avistar
a cidade Boa Vista. Um
passeio bonito, cheio de
aventura num lugar selvagem
e bem próximo da cidade. A
saída de Boa Vista na tarde
no primeiro dia, dormindo na
base. O trekking começa na
manhã do dia seguinte,
subindo por trilhas ou pelo
leito do rio (se estiver
seco), visitando locais onde
se possa tomar banhos. |
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O
Pantanal é um bioma que em sua maior parte
permanece alagado, com 250 mil km² de
extensão, altitude média de 100 metros,
situado no sul de Mato Grosso e no noroeste
de Mato Grosso do Sul, também abrange o
norte do Paraguai e o leste da Bolívia. |
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Flora
A
vegetação do Pantanal varia em épocas de
cheia e seca. Nas partes mais baixas
encontramos gramídeas, que tornam a paisagem
verdadeiros pastos naturais, bastante
aproveitados pelo pecuária brasileira. Em
alturas médias, árvores médias e plantas
rasteiras preenchem a região. Acima disso
tudo, nas áreas não inundadas são
encontrados ipês e aroeiras, por exemplo.
A
camada de lodo (rica em nutrientes),
concentrado no solo após as inundações,
garante o desenvolvimento de toda a flora. O
Pantanal reune características de outros
biomas brasileiros como o cerrado, a
caatinga e até a Amazônia, por isso é
considerado pela UNESCO Patrimônio Natural
Mundial e Reserva da Biosfera.
Fauna
Provavelmente
a mais rica de todo o planeta, possue 650
espécies de aves, entre elas a arara-azul
-que se encontra em extinção- tuiuiús,
tucanos, periquitos, garças-brancas,
jaburus, beija-flores, jaçanãs, emas,
seriemas, papagaios, colhereiros, gaviões,
carcarás e curicacas.
Também
já foram catalogadas 1100 espécies de
borboletas e 80 de mamíferos, entre eles
onça-pintada, capivara, veado-campeiro,
veado catingueiro, lobo-guará, macaco-prego,
cervo do pantanal, bugio, porco do mato,
tamanduá, cachorro-do-mato, anta,
bicho-preguiça, ariranha, suçuarana, quati,
tatu.
Entre os peixes encontramos
piranha, pacu, pintado, dourado, cachara,
curimbatá, piraputanga, jaú e piau.
Jacaré-do-pantanal,
jacaré-de-coroa, jararaca, sucuri, iguana e
jabuti são alguns dos repteis que existem
por lá.
Devastação
Um
estudo feito em parceria entre entre as
organizações não governamentais WWF,
Conservação Internacional, SOS Pantanal, SOS
Mata Atlântica, a Fundação Avina e a Empresa
Brasileira de Pesquisa Agropecuária
(Embrapa), que comparou imagens de satélites
e visitas de campo pela região, concluiu que
entre 2002 e 2008 o Pantanal perdeu 12,4 mil
quilômetros quadrados (km²) de vegetação.
Evidentemente o desmatamento
aconteceu mais nas áreas de planalto, que
não ficam alagadas no período de cheia, e
assim tem grande e eficiente serventia para
a pecuária nacional. O
que significa que o bife no seu prato
contribui para o desmatamento desse bioma. |









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ATIVIDADE ÁREA OCUPADA
Planície Planalto
Agricultura
0,3% 9,9%
Pecuária
11,1% 43,5%
O pior de tudo é que mesmo
com o aumento da devastação do Pantanal, ele
ainda é o melhor colocado entre os outros
biomas do país. A Amazônia registra
anualmente um desmate de 7 mil km2 e o
Cerrado já perdeu metade de sua cobertura
original.
Fonte: Evolução Sustentável
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PARÁ: Santarém é
referência em ecoturismo para o Brasil
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A
pérola do Tapajós, como é conhecido o
município de Santarém, tem belas praias,
encontro dos rios Amazonas e Tapajós e vem
se destacando como destino de referência em
ecoturismo na Amazônia. Representada no 5º
Salão do Turismo, por todos esses atributos,
Santarém também levou o melhor da música
paraense para os visitantes que assistiram
às apresentações do grupo Vozes Caboclas, no
Parque do Anhembi, em São Paulo.
Santarém se destacou no Salão
do Turismo por ter seus atrativos naturais
expostos em cenários e fotografias na Praça
de Descanso da macrorregião Norte, uma das
mais movimentadas do evento. A praça chamava
a atenção dos visitantes, que podiam se
aconchegar nos bancos e tirar fotos em
frente à imagem da praia de Alter do Chão. |
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Escolhida entre dez municípios como
referência internacional em turismo pelo
Ministério do Turismo (MTur), Santarém está
passando por um levantamento da Associação
Brasileira de Empresas de Ecoturismo e
Turismo de Aventura (Abeta) e, até janeiro
de 2011, deve tornar-se destino de
referência em ecoturismo da Amazônia, numa
parceria com Mtur, e apoio da Companhia
Paraense de Turismo (Paratur), do Instituto
Casa Brasil e Cultura (ICBC) e da Secretaria
Municipal de Turismo de Santarém (Semtur).
No mês de abril,
representantes da Abeta promoveram
seminários com empresários, hoteleiros, e
agências de receptivos que trabalham com
ecoturismo em Santarém e Belterra e também
retornam nos dias 8 e 9 de junho para dar
continuidade ao levantamento. “Não temos só
a Floresta Nacional do Tapajós (Flona) e
Alter do Chão, mas dá para visitar os lagos
e conhecer as comunidades no município de
Belterra”, defendeu o secretário de Turismo
de Santarém, Arildo Nogueira.
Ainda este ano, seis
representantes do setor público e privado de
Santarém devem conhecer outros destinos
consolidados em ecoturismo no Brasil como
troca de experiência.
Nogueira destaca que, além
das trilhas para a serra de Santarém, a
Floresta Encantada e a Escola da Floresta,
em Alter do Chão, a intenção é trabalhar a
comunidade de São Raimundo da Palestina, a
20 km de Santarém, onde há um observatório
com 100 metros acima do nível do rio em que
se pode apreciar as águas, as árvores e os
pássaros, e a comunidade de São Francisco da
Cavada, a 35 km de Santarém, que tem como
atrativos as quedas d’águas.
“Além do sol e praia, nosso
desafio é envolver as localidades próximas
como Belterra e Monte Alegre e fazer
roteiros integrados e isso vai ser uma das
saídas para a comunidade ganhar renda,
trabalhando como guias, na criação de peixe
e divulgando o rapel”.
Nogueira defende que o
turismo é uma das saídas para o Brasil e em
especial para a Amazônia. Segundo dados da
Semtur, de outubro de 2009 a abril de 2010,
Santarém recebeu 26 mil turistas de
cruzeiros internacionais. Além disso, o
turismo de negócios também movimenta a
região, com uma média 300 mil habitantes que
circulam pela capital e 100 mil pessoas por
mês que vão ao município por diversos
motivos.
Cultura
O grupo Vozes Caboclas é
formado pelos vocais Daniele Torres, Clayton
Assis e Elizângela Dezincourt, pelos
violonistas Paulo Vitor Maranhão e Adrio
Denner, e Silvan Galvão, na percussão. Foram
três apresentações na Mostra de
Manifestações Artísticas do Salão do
Turismo, dividindo o palco principal na
abertura do evento, quarta-feira (26), com o
grupo Carimbó Sabiá, de Curuçá.
Na sexta-feira, 29, os
músicos animaram o café da manhã paraense,
promovido pela Coordenadoria Municipal de
Turismo (Belemtur), com apoio da Companhia
Paraense de Turismo (Paratur), e encerraram
sua participação na tarde de domingo, 30, no
palco da macrorregião Norte.
No repertório do show, que
abriu com poesia de Padre Simões de
Albuquerque, além de músicas de Nilson
Chaves e muito carimbó, destacavam-se as
composições dos autores santarenos como
Maria Lidia (Calundum da Mbóia), Luiz
Alberto (Fartura Real), Wilmar Fonseca
(Canção da Minha Saudade) e Jona Figarela
(Sonho de Índio).
“A cara do grupo é mostrar o
nosso Estado e os nossos ritmos. Pra gente é
gratificante participar pela primeira vez do
Salão e isso valoriza ainda mais a nossa
cultura”, disse a cantora Daniele Torres,
que destacou a parceria com o grupo
curuçaense Carimbó Sabiá. “Já estamos
articulando a nossa ida para o Festival
Folclórico, que acontece em julho em Curuçá,
e também aguardamos a presença do carimbó de
lá para o Festival do Sairé”.
Fonte: Folha do Bico
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Ecoturismo e Certificação de
Turismo Sustentável
O mercado que nosso negócio
está inserido é o mercado de Turismo, que
tem sido um dos setores que mais cresce no
Brasil. Segundo dados do Ministério do
Turismo o setor cresceu 18% em 2005 e
aumentou 19% das contratações no mesmo
período, ou seja, 250 mil novos empregos
Em 2006, em média de cada 10 brasileiros, um
realiza viagens rotineiras e quatro realizam
viagens domésticas e 50% dos brasileiros
realizam algum tipo de viagem. Esses dados
mostram que esse setor está em expansão em
nosso País.
Turismo é hoje uma das maiores atividades em
crescimento no mundo e o Ecoturismo vem se
constituindo no seu segmento o mais
destacado. O Brasil apresenta-se como um dos
países mais completos para a prática das
atividades ligadas ao Ecoturismo.
Certificação de Turismo
O Conselho Brasileiro de Turismo Sustentável
(CBTS) é uma entidade intersetorial do
turismo, apta a delimitar uma estratégia
única para a certificação do turismo
sustentável no Brasil e para o
estabelecimento de padrões de qualidade
sócio-ambiental adequados à realidade
brasileira, por meio de um sistema de
certificação independente.
Para tanto, o CBTS
estabeleceu sete princípios para reger e
viabilizar o turismo sustentável:
1. Respeito à legislação vigente,
2. Direito das populações
locais,
3. Considerar o patrimônio e
o valor das culturas locais,
4. Desenvolvimento social e
econômico dos destinos turísticos,
5. Conservação do ambiente
natural,
6. Sustentabilidade da
atividade e
7. Planejamento de gestão
responsável.
Os empreendimentos que quiserem buscar uma
orientação para se tornarem sustentáveis
podem fazer parte do PCTS (Programa de
Certificação em Turismo Sustentável) que
orienta e fornece ferramentas para
implementação do turismo sustentável,
aprimorando a qualidade e competitividade de
micro e pequenas empresas de turismo e
destinos, por meio da melhoria do desempenho
nas áreas econômicas, ambiental e
sociocultural, contribuindo para o
desenvolvimento sustentável do país.
Os números do Instituto de Ecoturismo do
Brasil mostram a atratividade deste novo
negócio no Brasil. Em 1994, o Ecoturismo foi
responsável pela movimentação de R$ 2,2
bilhões. Em 1995, esta cifra pulou para R$ 3
bilhões, um salto de 36% em apenas um ano,
muito acima da média mundial, de 20%, que já
é muito superior à expansão de qualquer
segmento de negócios. Estima-se que em 2006
o Ecoturismo deverá movimentar 10,8 bilhões
de dólares no Brasil.
O Brasil é reconhecido como um dos lugares
do mundo que possui mais atrativos para
todos os perfis de ecoturistas e condições
inigualáveis para a prática de todas as
modalidades de Ecoturismo.
Dados do WTTC (World Travel &
Tourism Council), extraídos de site na
Internet informam que o turismo ecológico
representa hoje, entre 5 a 8% do negócio de
turismo, devendo atingir 15% do movimento
total em 2006.
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Ecoturismo no
Brasil
A procura por um turismo onde
o grande atrativo é a natureza e a relação
do homem com o meio ambiente tem se
intensificado cada vez mais. No Brasil, as
áreas com grande potencial ecoturístico já
foram mapeadas pela Embratur em conjunto com
o Instituto de Ecoturismo do Brasil (IEB), e
divididas em Pólos de Desenvolvimento de
Ecoturismo.
Contrapondo-se ao turismo de
massa, o ecoturismo atua com grupos
pequenos, pela própria necessidade de
reduzir o impacto nos locais visitados e
garantir a sustentabilidade da principal
fonte de renda da atividade: o ambiente
natural. No entanto, os números começam a
tomar proporções grandiosas, despertando a
preocupação de governos e da sociedade civil
organizada.
A preocupação do governo com
o fortalecimento da atividade ecoturística
se traduz em diversas iniciativas.
Recentemente, o Ministério do Esporte e
Turismo assinou um convênio para liberar
recursos para o projeto Pólo de Ecoturismo
do Brasil, que será implantado,
inicialmente, em 14 pólos em todas as
regiões do país.
Os Pólos de Desenvolvimento
do Ecoturismo
O Projeto
Pólos de Desenvolvimento de Ecoturismo no
Brasil,
identificou localidades brasileiras onde a
prática do ecoturismo vem ocorrendo e fez um
inventário das características, das
potencialidades e infra-estruturas de apoio
disponíveis. Em todo o Brasil foram
identificados 96 pólos, divididos pelas
cinco regiões brasileiras.
O conceito de Pólo de
Ecoturismo vai além da divisão meramente
política de estados ou municípios. Para a
Embratur, são considerados Pólos de
Ecoturismo as áreas onde as atividades
ecoturísticas já vêm sendo desenvolvidas com
sucesso, promovidas por um número viável de
agentes, ou em locais com potencial para
esse tipo de turismo. Os pólos foram
mapeados por ecossistemas, e por isso não
necessariamente obedecem às delimitações dos
estados.
·
Região Norte
·
Região Nordeste
·
Região Centro Oeste
·
Região Sudeste
·
Região Sul
Fonte: SESC e Embratur
Ecoturismo & Turismo de Aventura |
|
Atualmente, muito se ouve falar em turismo
ecológico, ecoturismo, turismo sustentável,ouve
falar em turismo |
|

Fonte:
www.flickr.com |
ecológico,
ecoturismo, turismo sustentável, turismo
verde, etc..., mas afinal, o que isso quer
dizer?
A atividade praticada em meio à
biodiversidade, que promove aventura, o
contato e a conscientização ambiental, o
intercâmbio cultural e a superação de
limites de maneira ecológica e com muita
diversão é o que chamamos de turismo
sustentável. |
|
Turismo sustentável
porque é um
tipo de atividade responsável, que
cumpre critérios e princípios
básicos de desenvolvimento
sustentável, oferecendo as melhores
aventuras junto das mais belas
paisagens naturais e, quanto à isso,
o Brasil é campeão.
|

Fonte: spintravel.blogtv.com.pt |
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Nosso país é detentor da maior
diversidade biológica do mundo. Essa
característica brasileira é que dá
vazão para o aumento da procura
pelo ambiente natural para execução
das atividades vivenciais com maior
interesse pelos esportes da natureza
e, o ecoturismo em suas várias
formas, é que propicia isso ao
turista.
De acordo com a visão mercadológica,
o ecoturismo é uma ramificação do
turismo que tem gerado um
crescimento considerável, nesses
últimos anos. Para os empresários do
setor, a estimativa é de que o
crescimento do ecoturismo se situe
em 20% ao ano.
|
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Fonte:www.alcanena.withme.us

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Com o crescimento do turismo e a
responsabilidade de quaisquer
especialidades do setor asseguram a
importância de sustentabilidade.
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Estas atividades elaboradas no meio
verde natural apresentam-se como
instrumentos importantes para que a
sociedade tome atitudes
ecologicamente corretas, uma vez que
o ecoturismo propõe uma forma
responsável de aproveitar os
recursos naturais, respeitando às
tradições culturais, associando a
preservação da natureza com a
geração de renda e melhoria da
qualidade de vida para a comunidade.
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Fonte:bargainmegashop.com |
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Fonte:
www.baixaki.com.br
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É um meio de se admirar as belezas
dos ecossistemas, da macrofauna, dos
corpos d’água, enfim, de todo o meio
ambiente que o Brasil dispõe. |
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Essa atividade é conhecida pela
forma de praticar turismo de modo
mais ativo e intenso e com muito
respeito pelo próximo e pela
natureza, um modo de se conhecer e
vivenciar pessoas conscientes sobre
meio ambiente, ecologia e
desenvolvimento sustentável e é uma
prática de minimizar o impacto
ambiental, além de favorecer a
conservação ambiental. Ainda, não
podemos esquecer do intercâmbio
cultural que o ecoturismo propõe.
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Fonte:www.nalama.com.br |
O Ecoturismo possui cinco
preceitos que devem ser
seguidos, respeitados e todos
devem ter consiciência:
Da natureza nada
se tira, a não ser fotos.
Nada se deixa, a
não ser pegadas.
Nada se leva, a
não ser recordações.
Andar em silêncio
e em grupos pequenos.
Respeitar uma
distancia dos animais, evitando
stress dos mesmos.
O Ecoturista, por
sua vez, deve respeitar e
cumprir os dez preceitos:
Amarás a natureza
sobre todas as coisas.
Honrarás e
preservarás o bom humor.
Estarás sempre
pronto a colaborar.
Serás capaz de te
adapatares aos imprevistos.
Utilizarás os
serviços dos guias credenciados.
Não reclamarás.
Não invocarás o
nome do guia em vão, para
perguntar se falta muito para
chegar.
Não matarás
mosquitos, formigas e
carrapatos.
Não considerarás
chuvas, atoleiros ou pontes
quebradas como imprevistos.
Não poluirás o
meio-ambiente.
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As formas de ecoturismo
existentes, muito conhecidas e
praticadas, são: |
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tirolesa,
cavalgada,
caminhada,
bóia-cross,
snorkeling
e flutuação,
ornitologia
– observação de aves,
cicloturismo,
observação
da fauna e flora,
paraglider,
balonismo,
estudos
do meio,
turismo
geológico,
off-road,
campismo,
cachoeirismo
acquaride, |
enduro
eqüestre,
rafting,
rapel,
trekking,
safári
fotográfico,
mergulho,
montanhismo,
snowboard,
wakeboard,
pesca
esportiva,
canoagem,
canyoning,
montain
bike.

Fonte:
www.portal.camp.gob.mx |
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REGIÃO |
DESTINO |
UF |
|
Sul |
Banhado do Taim |
RS |
|
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PARNA do Superagüi |
PR |
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|
Itaimbezinho |
RS |
|
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Bombinhas |
SC |
|
Sudeste |
Juquitiba |
SP |
|
|
Socorro |
SP |
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|
Brotas |
SP |
|
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Cunha |
SP |
|
|
Itatiaia |
RJ |
|
|
Lumiar |
RJ |
|
|
São Pedro |
RJ |
|
|
Nova Friburgo |
RJ |
|
|
Delfinópolis |
MG |
|
|
Ibitipoca |
MG |
|
|
Serra do Cipó |
MG |
|
|
Paranapiacaba |
SP |
|
|
Serra da Canastra |
MG |
|
|
Angra dos Reis |
RJ |
|
|
Ilha Grande |
RJ |
|
|
PARNA do Caparaó |
MG/ES |
|
|
Centro-Oeste |
Bonito |
MS |
|
|
Bodoquena |
MS |
|
|
Jardim |
MS |
|
|
Chapada dos
Veadeiros |
GO |
|
|
Chapada dos
Guimarães |
MT |
|
|
Cáceres |
MT |
|
Nordeste |
FLONA do Araripe |
CE |
|
|
Jacobina |
BA |
|
|
Jericoara |
CE |
|
|
Lençóis Maranhenses |
MA |
|
|
Chapada Diamantina |
BA |
|
|
PARNA Sete Cidades |
PI |
|
|
PARNA Fernando de
Noronha |
PE |
|
|
Quixadá |
CE |
|
Norte |
Ilha de Marajó |
PA |
|
|
Presidente
Figueiredo |
AM |
|
|
Pico da Neblina |
AM |
|
|
Pico da Lama |
|
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São esportes de aventura: |
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skydiving,
surf,
alpinismo,
montanhismo,
hang
gliding,
bungee
jump,
treeking,
mountain
bike
escalada
rafting,
rapel,
mergulho
autônomo,
mergulho
de apnéia,
|
arborismo,
exploração
de Cavernas
acquaride
canoagem
canyoning
corrida
de Aventura
espeleologia
parapente
paraquedismo
patinação
vôo
livre
skate
|
|
|
Parapente (Paragliding) |
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Parapente, ou na língua estrangeira, paragliding, é
uma atividade de aventura que mistura adrenalina com
tranquilidade numa perfeita harmonia. É uma sintonia
perfeita entre o piloto, parapente e a natureza. |
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Logicamente, é um esporte que possui riscos,
portanto, recomenda-se muita atenção e uso correto
dos equipamentos de segurança, respeitando sempre as
normas de uso e de segurança. |

www.es.gov.br |
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O Brasil é o 7º colocado do ranking na prática do
esporte. No mundo inteiro somam mais de 100 mil
praticantes e apaixonados pela aventura aérea, a
qual dá uma sensação de liberdade e gosto pelas mais
belas coisas da vida. |
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As dicas que os profissionais nos informam são:
- sempre procurar uma escola especializada, empresa
realmente séria, com anos de experiência que
oferecem toda a infra-estrutura necessária para quem
será iniciante. Jamais se entregue à qualquer colega
que se diz conhecedor no assunto, pois ele poderá
colocar em risco sua vida.
- o curso preparatório é obrigatório e você terá
acesso ao equipamento adequado, entre outros.
- antes de comprar seu equipamento, faça um salto
com outro atleta profissional para ver se realmente
é isso que quer. Se você se apaixonar, vá em frente.
O equipamento de parapente apresenta algumas
características diferentes dos outros esportes,
sendo basicamente composto de quatro itens: o
velame, o selete, o pára-quedas de emergência e o
capacete. O velame constitui a maior parte do
equipamento e, é dividido em três partes: a vela, a
linha e os tirantes.
A vela é feita de um tipo de nylon especial e
funciona como uma asa. Uma de suas características
principais é a resistência e a deformação, ou seja,
o tecido muda de forma, alterando as características
originais do parapente.
O Selete funciona como um casulo e é onde o atleta
fica durante o vôo. É importante que seja ajustada a
cada piloto, pois seu conforto depende disso.
Para casos de emergência utiliza-se um para-quedas.
Ele está acoplado o Selete e só é utilizado caso
aconteça algo de muito grave.
Os melhores locais para a prática do parapente são
as regiões com climas secos, pois o atleta poderá
ter um maior aproveitamento das correntes de ar. As
regiões litorâneas com montanhas ao redor também
oferecem excelentes condições.
O estado de Minas Gerais, juntamente com São Paulo e
Rio de Janeiro são os lugares que apresentam o
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fotografosdeelvas.blogspot.com
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maior desenvolvimento do
esporte. A Serra da Mantiqueira, com sua
variedade de picos é o local ideal para todo
aventureiro.
Como o parapente exige um
conhecimento das termais e dos ventos, é
necessário antes de praticar, fazer um curso
especializado. Nos principais locais de
salto existem escolas com instrutores
capacitados, além de geralmente possuírem o
equipamento.
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A idade ideal para iniciar os saltos é após
os 14 anos, pois aí o praticante já poderá
entender melhor todas as noções e princípios
básicos do esporte.
O parapente exige muito do lado emocional do
atleta.
É muito importante que o praticante tenha
muita calma e agilidade em tomar decisões,
pois caso aconteça algum problema durante o
vôo, só você poderá se ajudar.
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Impactos do
Ecoturismo para o Meio Ambiente |
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Como sabemos, o ecoturismo é uma atividade realizada no
meio verde natural para contemplar as belezas cênicas, a
fauna, a flora por outro ângulo. Geralmente analisamos
esta atividade como um impactos positivo; porém nos
esquecemos que esta atividade também deixa rastos
negativos que agridem e degradam a natureza.
O
ecoturismo é uma tendência, em termos de turismo
mundial, que aponta para o uso sustentável de atrativos
no meio-ambiente e nas manifestações culturais, só
haverá condições de sua sustentabilidade, caso haja
harmonia e equilíbrio entre os seguintes fatores:
resultados econômicos, mínimos impactos ambientais e
culturais, e satisfação do ecoturista e da comunidade.
Essas consequências tanto positivas como
negativas se apresentam em diferentes níveis de
intensidade. Em algumas situações os impactos não são
relevantes, outros são tão complicadores que acabam
comprometendo as condições de vida dos seres vivos do
local onde é praticada essa atividade. Logicamente,
esses impactos são analisados de forma minuciosa e
isolada para obter resultados mais precisos. Em seguida
um novo estudo é feito, de forma a promover ações
preventivas e corretivas para esses problemas.
Através dessas atividades turísticas
estimula-se a conservação dos recursos naturais e seus
atrativos como grutas, cavernas, matas,
estimulando a necessidade de criação de Unidades de
Consevação – UC’s de acordo com as normas do SNUC, para
atender a visitação de forma controlada para promover a
preservação do espaço natural.
Como os ecossistemas são frágeis, muitas
vezes não suportam o intenso tráfego de veículos, o alto
número de visitantes, e ainda a infra estrutura, em
alguns casos, que não está adequada para esse tipo de
atividade, sem falar das normas preetabelecidas que, se
não cumpridas, comprometem de modo acentuado o meio
ambiente, alterando as paisagens, topografia, sistema
hídrico e os recursos naturais faunísticos e florísticos.
Em muitas áreas de proteção ambiental há
populações alojadas configurando outro risco ao meio
ambiente, pois geram comportamentos incompatíveis entre
homem e natureza formando conflitos de culturas. Há
pequenos povoados residentes em alguns pontos dos
ecossistemas que colaboram para a conservação do
ambiente natural e impedem que outros visitantes
degradem o espaço verde, colaborando com os agentes
ambientais que fazem a vigilância no local. Por outro
lado, existem povoados que não se importam em preservar
o espaço em que vivem aumentando os riscos ambientais e
comunitários.
O ecoturismo apresenta benefícios
econômicos, sociais e ambientais que são destacados pelo
IBAMA:
• diversificação da cultura
regional, através da indução do estabelecimento de
micros e pequenos negócios,
• geração local de empregos,
• fixação da população no
interior,
• melhoramento das
infra-estruturas de transporte e comunicações e de
saneamento,
• criação de alternativa de
arrecadação para as unidades de conservação,
• causa menor impacto sobre o
patrimônio natural e cultural,
• causa menor impacto no
plano estético paisagístico,
• possibilita melhoria nos
equipamentos das áreas protegidas.
Quantos aos impactos negativos, eles se sobrepõem aos
impactos positivos, pois estamos gerando muita
degradação como:
• poluição sonora,
• lixo e resíduos sólidos,
• degradação dos
ecossistemas,
• perda da biodiversidade,
• degradação e poluição
hídrica,
• compactação e perda do
solo,
• perda da cobertura vegetal,
• aumento da erosão,
• poluição visual nas rochas
e até mesmo em grutas e cavernas,
• fuga da fauna nativa,
• brutalidade com os animais
e plantas, colocando em risco toda uma cadeia produtiva,
sem a qual nós, seres humanos, não viveríamos sem.
Segundo Dias, em Turismo sustentável e meio ambiente
(2003, p.78), afirma: “Esses impactos surgem, por
exemplo, no desenvolvimento da infra-estrutura para o
turismo, num incorreto manejo dos resíduos gerados pela
atividade, nas cicatrizes da paisagem geradas pelo
crescimento da infra-estrutura nas áreas naturais e pelo
volume de visitantes que afeta os ecossistemas mais
frágeis.”
Como
no Brasil a atividade turística no patrimônio natural é
praticada de forma desordenada, é muito importante e
necessária a existência de eventos, reflexões,
discussões sobre os impactos provenientes do ecoturismo
e os estudos técnicos que promovam ações positivas para
minimizar as atividades impactantes negativas,
otimizando as ações positivas para que os nossos
recursos verdes possam viver nos proporcionando
bem-estar.
Hoje,
estamos vivendo um governo que, ora vemos ser promissor,
ora descontrolado. Com isso, há necessidade de se levar
a sério uma política para o setor para o ecoturismo ser
desenvolvido de forma sistêmica e equilibrada,
envolvendo órgãos públicos e privados, além da
comunidade. Tudo deve ser planejado de forma global,
discutido e condensado pelas partes envolvidas.
Podemos destacar algumas ações como: levantamento dos
atrativos potenciais, incluindo o desenvolvimento de
metodologias, onde se determinem as suas condições de
uso; envolvimento, esclarecimento e sensibilização da
população local; estabelecimento de sistemas de
monitoração dos parâmetros de preservação das áreas
afetadas; formação e treinamento dos profissionais que
prestarão serviços como guias especializados e na
hotelaria, priorizando a mão-de-obra local; e criação de
uma base de dados, com informações
sobre os empreendimentos
existentes (a exemplo dos ecolodges) e suas
características.
Agora,
pare e pense: sabendo dos impactos positivos e
negativos, o que você prefere: um lugar agradável, como
todo o conjunto natural – fauna, flora, recurso hídrico,
etc,, com o resíduo despejado de modo correto, onde há
apenas o som dos pássaros, dos ventos, das árvores, com
uma beleza cênica inigualável ou um lugar sombrio, sujo,
com a flora desmatada, com a fauna inexistente, com a
seca?
Faça
pequenos gestos que contribuam para a sobrevivência
natural para continuar a sobrevivência humana.
Você
não pode mudar o mundo sozinho, mas com ações dentro de
sua casa, com os amigos, você consegue motivar outras
pessoas e a natureza agradece de forma inigualável e
única que somente ela sabe, basta abrir uma janela e ver
o belíssimo cenário verde que ela nos proporciona.
Pense
no meio ambiente como se pensasse num filho: cuide,
zele, dê carinho, ame.
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