ECOTURISMO

 

Ubatuba terá curso de implantação e manutenção de trilhas de ecoturismo

 

Visando o apoio, a implementação e a gestão das Unidades de Conservação do município, será realizado em Ubatuba um curso de extensão universitária e treinamento para a capacitação para o manejo adequado das trilhas, bem como a suas implantações em bases sustentáveis.

O planejamento adequado e a manutenção frequente de trilhas são fundamentais para a sustentabilidade e viabilidade das atividades de ecoturismo. Neste sentido, a Associação Cunhambebe da Ilha Anchieta (ACIA), o Parque Estadual da Serra do Mar (PESM), a Prefeitura de Ubatuba, o Centro de Experimentação em Desenvolvimento Sustentável do Litoral Norte (CEDS), a Escola Municipal Tancredo Neves, a Unisantos e a To na Trilha & Ambiente se uniram para a realização deste curso.

“Ubatuba é reconhecida como campeã de preservação da Mata Atlântica, com uma diversidade de modalidades e classificações de trekking, trilhas com enfoque na educação ambiental, na observação de aves, na aventura, no esportivo com superação de limites, no cultural, ou no simples contato com a natureza. E os níveis de dificuldade também são variados com caminhadas leves, moderadas e difíceis, sendo acessível a diversos tipos de público”, afirma o secretário municipal de Turismo, enfatizando a importância do curso.

O curso acontecerá nos dias 12 a 16 de julho no Parque Estadual da Serra do Mar (Núcleo Picinguaba) e serão abordados: análise de sítio, mapeamento, planejamento do traçado e manutenção de trilhas. Além disso, haverá a aplicação prática dos aspectos teóricos apresentados, resultando na elaboração e na execução de atividades de manutenção de uma trilha já existente. Para se inscrever e conhecer a fundo o conteúdo teórico e prático basta acessar o site www.cursoubatuba.blogspot.com.

Fonte: Diário de Taubaté

 
Aiuruoca – MG
 

Aiuruoca significa "Casa de Papagaio". É uma região com paisagens exuberantes, cachoeiras, trilhas, montanhas e bosques de Araucárias. No inverno as temperaturas são extremamente baixas, conferindo ao local um charme especial. Localizada em Minas Gerais, a cidade fica próxima ao Vale do Matutu, ótimo local para camping e prática de trekking.

 

LOCALIZAÇÃO

O Município de Aiuruoca, localizada no Sul de Minas Gerais, faz limites com os municípios de Alagoa, Baependi, Bocaina de Minas, Carvalhos, Cruzília, Minduri, Serranos e Seritinga. A cidade fica a 1000 m de altitude e o seu ponto mais alto o Pico do Papagaio, um dos cartões postais da cidade atinge até 2100 m. Envolvida por um belo vale verde onde se esconde uma maravilhosa natureza com inúmeras cachoeiras, vales e corredeiras, fica distante 380 Km de São Paulo, com acesso asfaltado até a cidade.

HISTÓRIA

A região de Aiuruoca foi desbravada pelos bandeirantes paulistas. O nome Aiuruoca vem da sua forma primitiva -Juruoca(papagaio de peito roxo), que habitavam a região e deu nome ao Pico do Papagaio. João de Siqueira Afonso, bandeirante de Taubaté, transpôs a Serra da Mantiqueira e entrou em território mineiro, descobrindo as minas do Sumidouro em 1702, e, impulsionado pela sua ambição, seguiu pelo "Rio Grande" até a Serra dos Papagaios, onde em 1705 descobriu as minas deAiuruoca e em 1706 fundou o arraial de mesmo nome (Aiuruoca). A emancipação do município se deu em de janeiro de 1954.




 

CLIMA

O clima é temperado, mas sujeito a variações bruscas de temperatura. Os dias são geralmente quentes e as noites frias, com ventos cortantes e muitas chuvas no verão.

 

MISTICISMO

Aiuruoca é uma das Cidades Sagradas do Sul de MinasGerais. É considerada a cidade da Taumaturgia, a comunicação com a Consciência Angélica, que promove a purificação da alma. Aiuruoca está relacionada ainda ao Chakra Coronal, aSri Nagar, na Índia, ao planeta Saturno, ao anjo Cassiel e às propriedades da medicina curativa. O misticismo da cidade está presente na sua energia, belezas naturais, comunidades alternativas, como a do Vale do Matutu, artesanato local e a sede da Eubiose na cidade.

 

ATRAÇÕES TURÍSTICAS

Aiuruoca possui em seus suas terras muitas atrações turísticas naturais e quase inexploradas como cachoeiras, corredeiras, poços, trilhas, vales e muito verde. Destaque especial para o Pico do Papagaio, seu ponto mais alto que é avistado e admirado por todos que passam pela cidade.


RIO AIURUOCA

Parece brincadeira, mas não é. O Rio Aiuruoca, que corta a cidade de Sul a Norte, é o rio que possui a nascente mais alta do Brasil, localizada na Serra do Itatiaia, a 2.450 metros de altitude.

 

Boa Vista - RR

 

Boa Vista é uma verdadeira jóia do norte do Brasil. O folclore de Roraima contém elementos de grande riqueza cultural, caracterizados pelas danças indígenas, pelos hábitos e pelo vocabulário repleto de expressões oriundas dos dialetos macuxi, taurepang, paraviana, uapixana, ingaricó, entre outros. Apresenta vastas possibilidades de passeios e atrações ligadas sempre a natureza.

Nos últimos anos vêm modernizando-se e já tem mais de 200 mil habitantes. Boa Vista é uma grande opção para o turismo nacional e internacional. Enfim, recanto das pessoas de todo o País, Boa Vista é uma síntese da brasilidade hospitaleira.

História e Cultura

Fundada em 1830, por Inácio Lopes de Magalhães, a primeira fazenda particular de gado bovino,

a Fazenda Boa Vista cuja sede ocupava o prédio onde hoje funciona o bar Meu Cantinho, no núcleo histórico da cidade. Em 1858, a povoação foi elevada a categoria de vila e, em 9 de julho de 1890, passou a condição de cidade, sediando o recém criado município de Boa Vista, desmembrado de Moura, da então Província do Amazonas. No dia 25 de julho de 1890, conforme o decreto número 49, o Governador do Amazonas, Augusto Ximeno de Vileeroy, através do seu representante Fábio Barreto Leite empossou João Capristano da Silva Mota como o seu primeiro Superintendente, o que muitos o consideram o primeiro prefeito de Boa Vista. Hoje como Capital do Estado de Roraima, criado pela Constituição Federal de 5 de outubro de 1988 e efetivamente instalado em 01 de janeiro de 1991. Boa Vista é uma cidade moderna. A cidade é desenhada em forma de leque, com ruas largas, bem iluminadas, e com as principais avenidas seguindo para o Centro Cívico, com belos monumentos e suave plasticidade.

Clima

O clima é tropical e as temperaturas variam entre 20º C e 36º C, clima quente e úmido com estações de chuvas bem definidas.


Vegetação e relevo

Com uma grande variedade de flora em fauna, com animais típicos da região se encontra cravada no meio da Floresta Amazônica.
O terreno plano é uma característica do relevo, o que faz a cidade ser agraciada com uma brisa agradável. É o único estado brasileiro localizado acima da linha do Equador.

Alimentação

Uma infinidade de opções gastronômicas pode ser encontrado na região. Muitos deles podem ser apreciados as margens ou com vista para o Rio Branco e da Ponte dos Macuxi.

Hospedagem

A cidade possui uma grande variedade de hotéis, pousadas em vários bairros e no centro da cidade, para todos os gostos e bolsos.

Atrações

Balneário Água Boa:
Um igarapé de águas límpidas, margeado de vegetação de verde intenso, localizado a 15 quilômetros do centro da capital. O acesso pode ser por barco ou pela rodovia BR-174.

Cachoeira do Funil:

A Cachoeira do Funil é formada por um furo feito por garimpeiros no igarapé Cabo Sobral. A água cai de grande altura no leito de pedra do igarapé do Meio, segue por um caminho repleto de corredeiras e saltos, por uma garganta coberta de mata nativa até a extremidade do tepuy. O local é de incrível beleza cênica, e a mata nativa, em conjunto com as cachoeiras, pode proporcionar roteiros de caminhadas.

Cachoeira do Miudinho:
O caminho para se chegar a Cachoeira do Miudinho é cortado várias vezes por pequenos igarapés e corredeiras. O atrativo tem aproximadamente 25 metros de altura e mesmo sem ter um volume tão grande de água, forma um poço com água cristalina. Proporciona excelentes roteiros aos aventureiros e praticantes de esportes radicais, como por exemplo o rapel.

Cachoeira do Paiva:
A cachoeira está localizada na extremidade do tepuy (ou chapada) que forma a Serra do Tepequém. A queda d’água, embora não tenha um grande volume, é alta. O acesso é possível pela parte de cima, permitindo vistas fantásticas da cachoeira e da planície que se estende para oeste. É possível chegar até o poço onde a água cai, e até mesmo seguir o curso do igarapé em direção à planície, em meio à mata. A área é propícia à prática de canionismo e rapel.

Canoagem:
Saída de uma das pontes sobre o igarapé Água Boa de Cima com destino ao Rio Branco. Trajeto sempre descendo, onde é possível praticar a pesca, navegando pelas águas azuis do igarapé. Há bons locais para banhos, com vistas agradáveis das várzeas, da floresta. Duração aproximada de 5 horas.

Haras Cunha-Pucá:
É possível conhecer o Jardim Botânico, Orquidário e as dependências do Haras através do passeio de charrete. Está localizado na BR 401, saindo pela estrada da Serra Grande no quilômetro 1,5, no município de Cantá.

Ilha da Praia Grande:
Essa ilha de várzea é separada da terra firme por um braço do rio Branco e possui excelentes condições para a prática de esqui aquático, canoagem e vela, além do irresistível banho de água doce e de extensas praias para tomar sol. Tem muitos lagos acessíveis através de caminhadas onde se pode observar a beleza da fauna e flora da região. O acesso é feito através de barcos, que saem de pequenos portos localizados na cidade de Boa Vista, às margens do Rio Branco.

Parque Anauá:

Maior parque de lazer da região norte com infra-estrutura de esporte, lazer e outros serviços. O parque dispõe de: anfiteatro, forródromo, centro de artesanato indígena, galeria de artes, escola de música, escola para alunos especiais, museu, horto florestal, um lago natural, fonte luminosa, ginásio poli esportivo, kartódromo, pistas para Cooper, aeromodelismo, Motocross, skate e bicicross, lanchonetes e restaurantes.

Rio Uialã:
Dentro do Parque Nacional do Monte Roraima, lá que nasce o rio Uailã, que descendo entre as serras forma as cachoeiras de Aron Garen, Andorinha e Caveira. Esta área é inóspita, mas muito explorada por aventureiros que se utilizam das corredeiras do rio Uailã para praticar a canoagem.

Trekking:
Serra do Tepequém: A corrida pelo garimpo deixou curiosas marcas na natureza que são vistas nas trilhas do Tepequém. Em uma altitude de 1000 metros, observa-se o vale e as cachoeiras do Paiva, sobral, Barata e do Funil.

Monte Roraima: Trilhas inesquecíveis localizado nas fronteiras Brasil, Venezuela e Guiana. São 2.734 metros de altura, com um vale de cristais de rochas, fossos e piscinas naturais.

Serra Grande: É um lugar cheio de mistérios e belezas naturais. Na subida da trilha contempla-se a floresta exuberante, variedade de fauna e flora. Ao longe é possível avistar a cidade Boa Vista. Um passeio bonito, cheio de aventura num lugar selvagem e bem próximo da cidade. A saída de Boa Vista na tarde no primeiro dia, dormindo na base. O trekking começa na manhã do dia seguinte, subindo por trilhas ou pelo leito do rio (se estiver seco), visitando locais onde se possa tomar banhos.


Pantanal... 

O Pantanal é um bioma que em sua maior parte permanece alagado, com 250 mil km² de extensão, altitude média de 100 metros, situado no sul de Mato Grosso e no noroeste de Mato Grosso do Sul, também abrange o norte do Paraguai e o leste da Bolívia.

Flora

A vegetação do Pantanal varia em épocas de cheia e seca. Nas partes mais baixas encontramos gramídeas, que tornam a paisagem verdadeiros pastos naturais, bastante aproveitados pelo pecuária brasileira. Em alturas médias, árvores médias e plantas rasteiras preenchem a região. Acima disso tudo, nas áreas não inundadas são encontrados ipês e aroeiras, por exemplo.  

A camada de lodo (rica em nutrientes), concentrado no solo após as inundações, garante o desenvolvimento de toda a flora. O Pantanal reune características de outros biomas brasileiros como o cerrado, a caatinga e até a Amazônia, por isso é considerado pela UNESCO Patrimônio Natural Mundial e Reserva da Biosfera. 

Fauna 

Provavelmente a mais rica de todo o planeta, possue 650 espécies de aves, entre elas a arara-azul -que se encontra em extinção- tuiuiús, tucanos, periquitos, garças-brancas, jaburus, beija-flores,  jaçanãs, emas, seriemas, papagaios, colhereiros, gaviões, carcarás e curicacas.

Também já foram catalogadas 1100 espécies de borboletas e 80 de mamíferos, entre eles onça-pintada, capivara, veado-campeiro, veado catingueiro, lobo-guará, macaco-prego, cervo do pantanal, bugio, porco do mato, tamanduá, cachorro-do-mato, anta, bicho-preguiça, ariranha, suçuarana, quati, tatu.

Entre os peixes encontramos piranha, pacu, pintado, dourado, cachara, curimbatá, piraputanga, jaú e piau. 

Jacaré-do-pantanal, jacaré-de-coroa, jararaca, sucuri, iguana e jabuti são alguns dos repteis que existem por lá. 

Devastação 

Um estudo feito em parceria entre entre as organizações não governamentais WWF, Conservação Internacional, SOS Pantanal, SOS Mata Atlântica, a Fundação Avina e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que comparou imagens de satélites e visitas de campo pela região, concluiu que entre 2002 e 2008 o Pantanal perdeu 12,4 mil quilômetros quadrados (km²) de vegetação. 

Evidentemente o desmatamento aconteceu mais nas áreas de planalto, que não ficam alagadas no período de cheia, e assim tem grande e eficiente serventia para a pecuária nacional. O que significa que o bife no seu prato contribui para o desmatamento desse bioma.


















 


ATIVIDADE             ÁREA OCUPADA

                                Planície              Planalto
Agricultura                0,3%                    9,9%        

Pecuária                   11,1%                 43,5%

O pior de tudo é que mesmo com o aumento da devastação do Pantanal, ele ainda é o melhor colocado entre os outros biomas do país. A Amazônia registra anualmente um desmate de 7 mil km2 e o Cerrado já perdeu metade de sua cobertura original.

Fonte: Evolução Sustentável


 

PARÁ: Santarém é referência em ecoturismo para o Brasil

A pérola do Tapajós, como é conhecido o município de Santarém, tem belas praias, encontro dos rios Amazonas e Tapajós e vem se destacando como destino de referência em ecoturismo na Amazônia. Representada no 5º Salão do Turismo, por todos esses atributos, Santarém também levou o melhor da música paraense para os visitantes que assistiram às apresentações do grupo Vozes Caboclas, no Parque do Anhembi, em São Paulo.

Santarém se destacou no Salão do Turismo por ter seus atrativos naturais expostos em cenários e fotografias na Praça de Descanso da macrorregião Norte, uma das mais movimentadas do evento. A praça chamava a atenção dos visitantes, que podiam se aconchegar nos bancos e tirar fotos em frente à imagem da praia de Alter do Chão.


Escolhida entre dez municípios como referência internacional em turismo pelo Ministério do Turismo (MTur), Santarém está passando por um levantamento da Associação Brasileira de Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura (Abeta) e, até janeiro de 2011, deve tornar-se destino de referência em ecoturismo da Amazônia, numa parceria com Mtur, e apoio da Companhia Paraense de Turismo (Paratur), do Instituto Casa Brasil e Cultura (ICBC) e da Secretaria Municipal de Turismo de Santarém (Semtur).

No mês de abril, representantes da Abeta promoveram seminários com empresários, hoteleiros, e agências de receptivos que trabalham com ecoturismo em Santarém e Belterra e também retornam nos dias 8 e 9 de junho para dar continuidade ao levantamento. “Não temos só a Floresta Nacional do Tapajós (Flona) e Alter do Chão, mas dá para visitar os lagos e conhecer as comunidades no município de Belterra”, defendeu o secretário de Turismo de Santarém, Arildo Nogueira.

Ainda este ano, seis representantes do setor público e privado de Santarém devem conhecer outros destinos consolidados em ecoturismo no Brasil como troca de experiência.

Nogueira destaca que, além das trilhas para a serra de Santarém, a Floresta Encantada e a Escola da Floresta, em Alter do Chão, a intenção é trabalhar a comunidade de São Raimundo da Palestina, a 20 km de Santarém, onde há um observatório com 100 metros acima do nível do rio em que se pode apreciar as águas, as árvores e os pássaros, e a comunidade de São Francisco da Cavada, a 35 km de Santarém, que tem como atrativos as quedas d’águas.

“Além do sol e praia, nosso desafio é envolver as localidades próximas como Belterra e Monte Alegre e fazer roteiros integrados e isso vai ser uma das saídas para a comunidade ganhar renda, trabalhando como guias, na criação de peixe e divulgando o rapel”.

Nogueira defende que o turismo é uma das saídas para o Brasil e em especial para a Amazônia. Segundo dados da Semtur, de outubro de 2009 a abril de 2010, Santarém recebeu 26 mil turistas de cruzeiros internacionais. Além disso, o turismo de negócios também movimenta a região, com uma média 300 mil habitantes que circulam pela capital e 100 mil pessoas por mês que vão ao município por diversos motivos.

Cultura

O grupo Vozes Caboclas é formado pelos vocais Daniele Torres, Clayton Assis e Elizângela Dezincourt, pelos violonistas Paulo Vitor Maranhão e Adrio Denner, e Silvan Galvão, na percussão. Foram três apresentações na Mostra de Manifestações Artísticas do Salão do Turismo, dividindo o palco principal na abertura do evento, quarta-feira (26), com o grupo Carimbó Sabiá, de Curuçá.

Na sexta-feira, 29, os músicos animaram o café da manhã paraense, promovido pela Coordenadoria Municipal de Turismo (Belemtur), com apoio da Companhia Paraense de Turismo (Paratur), e encerraram sua participação na tarde de domingo, 30, no palco da macrorregião Norte.

No repertório do show, que abriu com poesia de Padre Simões de Albuquerque, além de músicas de Nilson Chaves e muito carimbó, destacavam-se as composições dos autores santarenos como Maria Lidia (Calundum da Mbóia), Luiz Alberto (Fartura Real), Wilmar Fonseca (Canção da Minha Saudade) e Jona Figarela (Sonho de Índio).

“A cara do grupo é mostrar o nosso Estado e os nossos ritmos. Pra gente é gratificante participar pela primeira vez do Salão e isso valoriza ainda mais a nossa cultura”, disse a cantora Daniele Torres, que destacou a parceria com o grupo curuçaense Carimbó Sabiá. “Já estamos articulando a nossa ida para o Festival Folclórico, que acontece em julho em Curuçá, e também aguardamos a presença do carimbó de lá para o Festival do Sairé”. 

Fonte: Folha do Bico


 

 

Ecoturismo e Certificação de Turismo Sustentável 

 

O mercado que nosso negócio está inserido é o mercado de Turismo, que tem sido um dos setores que mais cresce no Brasil. Segundo dados do Ministério do Turismo o setor cresceu 18% em 2005 e aumentou 19% das contratações no mesmo período, ou seja, 250 mil novos empregos


Em 2006, em média de cada 10 brasileiros, um realiza viagens rotineiras e quatro realizam viagens domésticas e 50% dos brasileiros realizam algum tipo de viagem. Esses dados mostram que esse setor está em expansão em nosso País.


Turismo é hoje uma das maiores atividades em crescimento no mundo e o Ecoturismo vem se constituindo no seu segmento o mais destacado. O Brasil apresenta-se como um dos países mais completos para a prática das atividades ligadas ao Ecoturismo.



Certificação de Turismo
 


O Conselho Brasileiro de Turismo Sustentável (CBTS) é uma entidade intersetorial do turismo, apta a delimitar uma estratégia única para a certificação do turismo sustentável no Brasil e para o estabelecimento de padrões de qualidade sócio-ambiental adequados à realidade brasileira, por meio de um sistema de certificação independente. 

Para tanto, o CBTS estabeleceu sete princípios para reger e viabilizar o turismo sustentável: 

1. Respeito à legislação vigente,

2. Direito das populações locais, 

3. Considerar o patrimônio e o valor das culturas locais, 

4. Desenvolvimento social e econômico dos destinos turísticos, 

5. Conservação do ambiente natural, 

6. Sustentabilidade da atividade e 

7. Planejamento de gestão responsável. 


Os empreendimentos que quiserem buscar uma orientação para se tornarem sustentáveis podem fazer parte do PCTS (Programa de Certificação em Turismo Sustentável) que orienta e fornece ferramentas para implementação do turismo sustentável, aprimorando a qualidade e competitividade de micro e pequenas empresas de turismo e destinos, por meio da melhoria do desempenho nas áreas econômicas, ambiental e sociocultural, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do país.
 


Os números do Instituto de Ecoturismo do Brasil mostram a atratividade deste novo negócio no Brasil. Em 1994, o Ecoturismo foi responsável pela movimentação de R$ 2,2 bilhões. Em 1995, esta cifra pulou para R$ 3 bilhões, um salto de 36% em apenas um ano, muito acima da média mundial, de 20%, que já é muito superior à expansão de qualquer segmento de negócios. Estima-se que em 2006 o Ecoturismo deverá movimentar 10,8 bilhões de dólares no Brasil.


O Brasil é reconhecido como um dos lugares do mundo que possui mais atrativos para todos os perfis de ecoturistas e condições inigualáveis para a prática de todas as modalidades de Ecoturismo.

Dados do WTTC (World Travel & Tourism Council), extraídos de site na Internet informam que o turismo ecológico representa hoje, entre 5 a 8% do negócio de turismo, devendo atingir 15% do movimento total em 2006. 


Ecoturismo no Brasil

A procura por um turismo onde o grande atrativo é a natureza e a relação do homem com o meio ambiente tem se intensificado cada vez mais. No Brasil, as áreas com grande potencial ecoturístico já foram mapeadas pela Embratur em conjunto com o Instituto de Ecoturismo do Brasil (IEB), e divididas em Pólos de Desenvolvimento de Ecoturismo.

Contrapondo-se ao turismo de massa, o ecoturismo atua com grupos pequenos, pela própria necessidade de reduzir o impacto nos locais visitados e garantir a sustentabilidade da principal fonte de renda da atividade: o ambiente natural. No entanto, os números começam a tomar proporções grandiosas, despertando a preocupação de governos e da sociedade civil organizada.

A preocupação do governo com o fortalecimento da atividade ecoturística se traduz em diversas iniciativas. Recentemente, o Ministério do Esporte e Turismo assinou um convênio para liberar recursos para o projeto Pólo de Ecoturismo do Brasil, que será implantado, inicialmente, em 14 pólos em todas as regiões do país.

 

Os Pólos de Desenvolvimento do Ecoturismo

 

O Projeto Pólos de Desenvolvimento de Ecoturismo no Brasil, identificou localidades brasileiras onde a prática do ecoturismo vem ocorrendo e fez um inventário das características, das potencialidades e infra-estruturas de apoio disponíveis. Em todo o Brasil foram identificados 96 pólos, divididos pelas cinco regiões brasileiras.

O conceito de Pólo de Ecoturismo vai além da divisão meramente política de estados ou municípios. Para a Embratur, são considerados Pólos de Ecoturismo as áreas onde as atividades ecoturísticas já vêm sendo desenvolvidas com sucesso, promovidas por um número viável de agentes, ou em locais com potencial para esse tipo de turismo. Os pólos foram mapeados por ecossistemas, e por isso não necessariamente obedecem às delimitações dos estados.

·         Região Norte

·         Região Nordeste

·         Região Centro Oeste

·         Região Sudeste

·         Região Sul

Fonte: SESC e Embratur
 


 

 

Ecoturismo & Turismo de Aventura

 

Atualmente, muito se ouve falar em turismo ecológico, ecoturismo, turismo sustentável,ouve falar em turismo


Fonte: www.flickr.com

ecológico, ecoturismo, turismo sustentável, turismo verde, etc..., mas afinal, o que isso quer dizer?  

A atividade praticada em meio à biodiversidade, que promove aventura, o contato e a conscientização ambiental, o intercâmbio cultural e a superação de limites de maneira ecológica e com muita diversão é o que chamamos de turismo sustentável.

Turismo sustentável porque é um tipo de atividade responsável, que cumpre critérios e princípios básicos de desenvolvimento sustentável, oferecendo as melhores aventuras junto das mais belas paisagens naturais e, quanto à isso, o Brasil é campeão.                                                             


Fonte: spintravel.blogtv.com.pt

Nosso país é detentor da maior diversidade biológica do mundo. Essa característica brasileira é que dá vazão para o aumento da procura pelo ambiente natural para execução das atividades vivenciais com maior interesse pelos esportes da natureza e, o ecoturismo em suas várias formas, é que propicia isso ao turista.

 

De acordo com a visão mercadológica, o ecoturismo é uma ramificação do turismo que tem gerado um crescimento considerável, nesses últimos anos. Para os empresários do setor, a estimativa é de que o crescimento do ecoturismo se situe em 20% ao ano.
 

Fonte:www.alcanena.withme.us

Com o crescimento do turismo e a responsabilidade de quaisquer especialidades do setor asseguram a importância de sustentabilidade.
 


Estas atividades elaboradas no meio verde natural apresentam-se como instrumentos importantes para que a sociedade tome atitudes ecologicamente corretas, uma vez que o ecoturismo propõe uma forma responsável de aproveitar os recursos naturais, respeitando às tradições culturais, associando a preservação da natureza com a geração de renda e melhoria da qualidade de vida para a comunidade.                       

Fonte:bargainmegashop.com

Fonte: www.baixaki.com.br
 

É um meio de se admirar as belezas dos ecossistemas, da macrofauna, dos corpos d’água, enfim, de todo o meio ambiente que o Brasil dispõe.

Essa atividade é conhecida pela forma de praticar turismo de modo mais ativo e intenso e com muito respeito pelo próximo e pela natureza, um modo de se conhecer e vivenciar pessoas conscientes sobre meio ambiente, ecologia e desenvolvimento sustentável e é uma prática de minimizar o impacto ambiental, além de favorecer a conservação ambiental. Ainda, não podemos esquecer do intercâmbio cultural que o ecoturismo propõe.                                                                                


Fonte:www.nalama.com.br


O Ecoturismo possui cinco preceitos que devem ser seguidos, respeitados e todos devem ter consiciência:

*     Da natureza nada se tira, a não ser fotos.

*     Nada se deixa, a não ser pegadas.

*     Nada se leva, a não ser recordações.

*     Andar em silêncio e em grupos pequenos.

*     Respeitar uma distancia dos animais, evitando stress dos mesmos.

 

O Ecoturista, por sua vez, deve respeitar e cumprir os dez preceitos:

*     Amarás a natureza sobre todas as coisas.

*     Honrarás e preservarás o bom humor.

*     Estarás sempre pronto a colaborar.

*     Serás capaz de te adapatares aos imprevistos.

*     Utilizarás os serviços dos guias credenciados.

*     Não reclamarás.

*     Não invocarás o nome do guia em vão, para perguntar se falta muito para chegar.

*     Não matarás mosquitos, formigas e carrapatos.

*     Não considerarás chuvas, atoleiros ou pontes quebradas como imprevistos.

*     Não poluirás o meio-ambiente.

 

As formas de ecoturismo existentes, muito conhecidas e praticadas, são:

 tirolesa,

 cavalgada,

 caminhada,

 bóia-cross,

 snorkeling e flutuação,

 ornitologia – observação de aves,

 cicloturismo,

 observação da fauna e flora,

 paraglider,

 balonismo,

 estudos do meio,

 turismo geológico,

 off-road,

 campismo,

 cachoeirismo

 acquaride,

 enduro eqüestre,

 rafting,

 rapel,

 trekking,

 safári fotográfico,

 mergulho,

 montanhismo,

 snowboard,

wakeboard,

 pesca esportiva,

 canoagem,

 canyoning,

 montain bike.



Fonte: www.portal.camp.gob.mx

 

 

REGIÃO

DESTINO

UF

Sul

Banhado do Taim

RS

 

PARNA do Superagüi

PR

 

Itaimbezinho

RS

 

Bombinhas

SC

Sudeste

Juquitiba

SP

 

Socorro

SP

 

Brotas

SP

 

Cunha

SP

 

Itatiaia

RJ

 

Lumiar

RJ

 

São Pedro

RJ

 

Nova Friburgo

RJ

 

Delfinópolis

MG

 

Ibitipoca

MG

 

Serra do Cipó

MG

 

Paranapiacaba

SP

 

Serra da Canastra

MG

 

Angra dos Reis

RJ

 

Ilha Grande

RJ

 

PARNA do Caparaó

MG/ES

Centro-Oeste

Bonito

MS

 

Bodoquena

MS

 

Jardim

MS

 

Chapada dos Veadeiros

GO

 

Chapada dos Guimarães

MT

 

Cáceres

MT

Nordeste

FLONA do Araripe

CE

 

Jacobina

BA

 

Jericoara

CE

 

Lençóis Maranhenses

MA

 

Chapada Diamantina

BA

 

PARNA Sete Cidades

PI

 

PARNA Fernando de Noronha

PE

 

Quixadá

CE

Norte

Ilha de Marajó

PA

 

Presidente Figueiredo

AM

 

Pico da Neblina

AM

 

Pico da Lama

 

 

 

São esportes de aventura:

 skydiving,

 surf,

 alpinismo,

 montanhismo,

 hang gliding,

 bungee jump,

 treeking,

 mountain bike

 escalada

 rafting,

 rapel,

 mergulho autônomo,

 mergulho de apnéia,

 arborismo,

 exploração de Cavernas

 acquaride

 canoagem

 canyoning

 corrida de Aventura

 espeleologia

 parapente

 paraquedismo

 patinação

 vôo livre

 skate
 

Então aventure-se, porque atitude é tudo!


Parapente (Paragliding)

 


Parapente, ou na língua estrangeira, paragliding, é uma atividade de aventura que mistura adrenalina com tranquilidade numa perfeita harmonia. É uma sintonia perfeita entre o piloto, parapente e a natureza.


Logicamente, é um esporte que possui riscos, portanto, recomenda-se muita atenção e uso correto dos equipamentos de segurança, respeitando sempre as normas de uso e de segurança.


www.es.gov.br


O Brasil é o 7º colocado do ranking na prática do esporte. No mundo inteiro somam mais de 100 mil praticantes e apaixonados pela aventura aérea, a qual dá uma sensação de liberdade e gosto pelas mais belas coisas da vida.

As dicas que os profissionais nos informam são:

- sempre procurar uma escola especializada, empresa realmente séria, com anos de experiência que oferecem toda a infra-estrutura necessária para quem será iniciante. Jamais se entregue à qualquer colega que se diz conhecedor no assunto, pois ele poderá colocar em risco sua vida.

- o curso preparatório é obrigatório e você terá acesso ao equipamento adequado, entre outros.

- antes de comprar seu equipamento, faça um salto com outro atleta profissional para ver se realmente é isso que quer. Se você se apaixonar, vá em frente. 

O equipamento de parapente apresenta algumas características diferentes dos outros esportes, sendo basicamente composto de quatro itens: o velame, o selete, o pára-quedas de emergência e o capacete. O velame constitui a maior parte do equipamento e, é dividido em três partes: a vela, a linha e os tirantes.

A vela é feita de um tipo de nylon especial e funciona como uma asa. Uma de suas características principais é a resistência e a deformação, ou seja, o tecido muda de forma, alterando as características originais do parapente.

O Selete funciona como um casulo e é onde o atleta fica durante o vôo. É importante que seja ajustada a cada piloto, pois seu conforto depende disso.

Para casos de emergência utiliza-se um para-quedas. Ele está acoplado o Selete e só é utilizado caso aconteça algo de muito grave. 

Os melhores locais para a prática do parapente são as regiões com climas secos, pois o atleta poderá ter um maior aproveitamento das correntes de ar. As regiões litorâneas com montanhas ao redor também oferecem excelentes condições.

O estado de Minas Gerais, juntamente com São Paulo e Rio de Janeiro são os lugares que apresentam o


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maior desenvolvimento do esporte. A Serra da Mantiqueira, com sua variedade de picos é o local ideal para todo aventureiro. 

Como o parapente exige um conhecimento das termais e dos ventos, é necessário antes de praticar, fazer um curso especializado. Nos principais locais de salto existem escolas com instrutores capacitados, além de geralmente possuírem o equipamento.
 

A idade ideal para iniciar os saltos é após os 14 anos, pois aí o praticante já poderá entender melhor todas as noções e princípios básicos do esporte.

O parapente exige muito do lado emocional do atleta.


É muito importante que o praticante tenha muita calma e agilidade em tomar decisões, pois caso aconteça algum problema durante o vôo, só você poderá se ajudar.


 

Impactos do Ecoturismo para o Meio Ambiente


Como sabemos, o ecoturismo é uma atividade realizada no meio verde natural para contemplar as belezas cênicas, a fauna, a flora por outro ângulo. Geralmente analisamos esta atividade como um impactos positivo; porém nos esquecemos que esta atividade também deixa rastos negativos que agridem e degradam a natureza.

O ecoturismo é uma tendência, em termos de turismo mundial, que aponta para o uso sustentável de atrativos no meio-ambiente e nas manifestações culturais, só haverá condições de sua sustentabilidade, caso haja harmonia e equilíbrio entre os seguintes fatores: resultados econômicos, mínimos impactos ambientais e culturais, e satisfação do ecoturista e da comunidade.

Essas consequências tanto positivas como negativas se apresentam em diferentes níveis de intensidade. Em algumas situações os impactos não são relevantes, outros são tão complicadores que acabam comprometendo as condições de vida dos seres vivos do local onde é praticada essa atividade. Logicamente, esses impactos são analisados de forma minuciosa e isolada para obter resultados mais precisos. Em seguida um novo estudo é feito, de forma a promover ações preventivas e corretivas para esses problemas.

Através dessas atividades turísticas estimula-se a conservação dos recursos naturais e seus atrativos como grutas, cavernas,  matas, estimulando a necessidade de criação de Unidades de Consevação – UC’s de acordo com as normas do SNUC, para atender a visitação de forma controlada para promover a preservação do espaço natural.

Como os ecossistemas são frágeis, muitas vezes não suportam o intenso tráfego de veículos, o alto número de visitantes, e ainda a infra estrutura, em alguns casos, que não está adequada para esse tipo de atividade, sem falar das normas preetabelecidas que, se não cumpridas, comprometem de modo acentuado o meio ambiente, alterando as paisagens, topografia, sistema hídrico e os recursos naturais faunísticos e florísticos.

Em muitas áreas de proteção ambiental há populações alojadas configurando outro risco ao meio ambiente, pois geram comportamentos incompatíveis entre homem e natureza formando conflitos de culturas. Há pequenos povoados residentes em alguns pontos dos ecossistemas que colaboram para a conservação do ambiente natural e impedem que outros visitantes degradem o espaço verde, colaborando com os agentes ambientais que fazem a vigilância no local. Por outro lado, existem povoados que não se importam em preservar o espaço em que vivem aumentando os riscos ambientais e comunitários.

O ecoturismo apresenta benefícios econômicos, sociais e ambientais que são destacados pelo IBAMA:

•   diversificação da cultura regional, através da indução do estabelecimento de micros e pequenos negócios,

•   geração local de empregos,

•   fixação da população no interior,

•   melhoramento das infra-estruturas de transporte e comunicações e de saneamento,

•   criação de alternativa de arrecadação para as unidades de conservação,

•   causa menor impacto sobre o patrimônio natural e cultural,

•   causa menor impacto no plano estético paisagístico,

•   possibilita melhoria nos equipamentos das áreas protegidas.

Quantos aos impactos negativos, eles se sobrepõem aos impactos positivos, pois estamos gerando muita degradação como:

•   poluição sonora,

•   lixo e resíduos sólidos,

•   degradação dos ecossistemas,

•   perda da biodiversidade,

•   degradação e poluição hídrica,

•   compactação e perda do solo,

•   perda da cobertura vegetal,

•   aumento da erosão,

•   poluição visual nas rochas e até mesmo em grutas e cavernas,

•   fuga da fauna nativa,

•   brutalidade com os animais e plantas, colocando em risco toda uma cadeia produtiva, sem a qual nós, seres humanos, não viveríamos sem.

Segundo Dias, em Turismo sustentável e meio ambiente (2003, p.78), afirma: “Esses impactos surgem, por exemplo, no desenvolvimento da infra-estrutura para o turismo, num incorreto manejo dos resíduos gerados pela atividade, nas cicatrizes da paisagem geradas pelo crescimento da infra-estrutura nas áreas naturais e pelo volume de visitantes que afeta os ecossistemas mais frágeis.”

Como no Brasil a atividade turística no patrimônio natural é praticada de forma desordenada, é muito importante e necessária a existência de eventos, reflexões, discussões sobre os impactos provenientes do ecoturismo e os estudos técnicos que promovam ações positivas para minimizar as atividades impactantes negativas, otimizando as ações positivas para que os nossos recursos verdes possam viver nos proporcionando bem-estar.

Hoje, estamos vivendo um governo que, ora vemos ser promissor, ora descontrolado. Com isso, há necessidade de se levar a sério uma política para o setor para o ecoturismo ser desenvolvido de forma sistêmica e equilibrada, envolvendo órgãos públicos e privados, além da comunidade. Tudo deve ser planejado de forma global, discutido e condensado pelas partes envolvidas.

Podemos destacar algumas ações como: levantamento dos atrativos potenciais, incluindo o desenvolvimento de metodologias, onde se determinem as suas condições de uso; envolvimento, esclarecimento e sensibilização da população local; estabelecimento de sistemas de monitoração dos parâmetros de preservação das áreas afetadas; formação e treinamento dos profissionais que prestarão serviços como guias especializados e na hotelaria, priorizando a mão-de-obra local; e criação de uma base de dados, com informações sobre os empreendimentos existentes (a exemplo dos ecolodges) e suas características.  

Agora, pare e pense: sabendo dos impactos positivos e negativos, o que você prefere: um lugar agradável, como todo o conjunto natural – fauna, flora, recurso hídrico, etc,, com o resíduo despejado de modo correto, onde há apenas o som dos pássaros, dos ventos, das árvores, com uma beleza cênica inigualável ou um lugar sombrio, sujo, com a flora desmatada, com a fauna inexistente, com a seca?

Faça pequenos gestos que contribuam para a sobrevivência natural para continuar a sobrevivência humana.

Você não pode mudar o mundo sozinho, mas com ações dentro de sua casa, com os amigos, você consegue motivar outras pessoas e a natureza agradece de forma inigualável e única que somente ela sabe, basta abrir uma janela e ver o belíssimo cenário verde que ela nos proporciona.

Pense no meio ambiente como se pensasse num filho: cuide, zele, dê carinho, ame.

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