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Atitude Verde é Reduzir
Hilara Cortinhas –
07/11/2008
Cinco anos é o prazo para o mundo
tomar decisões sobre o uso correto de energia, bem como seu
armazenamento, reversão do desmatamento e o desenvolvimento mais
eficiente de tecnologias de emissão de gases de efeito estufa -
GEE, assim afirma o Fundo Mundial para a Natureza.
Dessa forma, se essa atitudes hoje forem adquiridas, essa
poderiam estabilizar o processo do aquecimento global nos
próximos 20 ou 30 anos. Caso contrário, muitos desastres irão
ocorrer afetando danosamente a economia global.
Sabemos que toda atividade gera resíduos. Seja o setor
empresarial, sejam os gases, óleos e operações de manufatura.
Tudo está relacionado com a emissão dos GEE.
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Nos últimos dois anos,
ganharam força as ações de neutralização de carbono – carbon
free. Funcionam através da preservação de florestas, do
reflorestamento e da eficiência energética, evitando a
queima de combustíveis fósseis.
A que todos conhecem é o reflorestamento. Em geral, uma
tonelada de carbono emitido é igual a cinco árvores que
capturarão da atmosfera, pela fotossíntese, o CO2.
Para contribuir com a plantação de árvores, não é necessário
nenhum esforço. Basta você acessar o site ligado ao projeto
SOS Mata Atlântica, que, através de um clique no mouse para
realizar esse ato bancado por empresas. |

Fonte:
www.al.mt.gov.br |
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Essas
ações contribuem para melhorar as condições de vida dos que
participam desses trabalhos; proteger fontes e cursos
d’água, biodiversidade, solo, qualidade do ar; promover a
erradicação de lixões, a substituição de pastagens, economia
de energia, simplificação de embalagens e outras tantas. O
plantio de árvores é só uma dimensão, e o clima depende
também das outras. Segundo o Instituto Akatu, “atitude verde
mesmo, é não emitir”.
Para ser
uma pessoa adepta ao carbono zero e neutralizar o efeito
plantando árvores, não é preciso contratar nenhuma empresa.
Basta acessar sites que calculam o dióxido de carbono e eles
indicam o que é necessário fazer para reduzir o impacto no
planeta de determinados comportamentos.
Pratique
os quatro R’s – reduzir, reciclar, reutilizar, repensar. |
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O mundo consome um milhão de
sacos plásticos por minuto. Este material é derivado do
petróleo e leva séculos para se decompor. Enquanto isso,
entope b ueiros, causa inundações, desemboca no oceano, e
ainda mais, os animais o confunde com alimentos e acabam
ingerindo , o que ocasiona em seu morte. Na França, uma
baleia ingeriu quase uma tonelada de plástico. Este parou em
seu estômago e, infelizmente, foi encontrada morta. A partir
de então, foi despertada muita atenção no mundo. |

Fonte:
Imotion |
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Na estado da Califórnia, mais
precisamente, cidade de São Francisco, as sacolas plásticas
passaram a ser retornáveis, de material compostável e
transformado em adubo como amido de milho ou papel
reciclado.
A indústria brasileira entendeu o recado e começou a se
mexer, prometendo, a partir de 2009, uma fabricação de
plástico originado de fonte renovável e biodegradável, o
biocycle, produzido através da cana-de-açúcar. Ao
degradar-se, transforma-se em água, húmus e gás carbônico,
na mesma quantidade em que a cana-de-açúcar lhe dá origem e
absorve na plantação.
O importante é tomar atitudes sustentáveis e uma delas é
comprar o que puder a granel, evitando embalagens, pois,
qualquer que seja, consumiu matéria-prima, água e energia
liberando o carbono na atmosfera. Prefira sempre os refis e
os retornáveis. Se for papelão, escolha o pardo, pois é
feito de papel reciclado e não passa pelo processo de
branqueamento, o qual é poluente. Separe os resíduos secos
dos molhados. Os resíduos secos deverão ser destinados às
empresas de reciclagem. Dentre os resíduos molhados,
reaproveite os materiais orgânicos em plantações, são ótimos
adubos naturais. Fazendo essa separação, seriam 17 milhoes
de toneladas a menos de gás carbônico na atmosfera, uma
média de 6 milhoes de carros a menos em circulação.
De acordo com informações da Associação Brasileira de
Alumínio – ABAL, o Brasil recicla quase 80% das latinhas de
alumínio. Se reciclasse 100%, diminuiria em 78g de gás
carbônico. Se o Brasil todo tomasse essa atitude, haveria
uma queda de 148 mil toneladas de dióxido de carbono, ou
menos 53 mil carros nas ruas. Dessa forma estaremos
contribuindo para um mundo melhor. |
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Etanol: a energia limpa
Produção mundial deverá diminuir em 2009
Hilara Cortinhas –
06/11/2008
A expansão do etanol está em
crescente demanda e muito acelerada. Mas isso deverá ser
diferente em 2009. O processo de produção poderá regredir
devido à crise financeira.
A Conferência Mundial do Etanol acredita que a produção
global poderá ser aproximadamente, 90 bilhões de litros para
ano que vem. Também foi afirmado que a “crise atual
financeira não vai continuar sem efeitos sob a indústria de
biocombistíveis. Afinal de contas, o etanol é uma indústria
de capital de incentivo, e manter o setor requer um mercado
de crédito em funcionamento.” |
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Fonte:
momentine
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Prevê-se que nas Américas do Norte e Central, a produção
deverá alcançar 42,5 bilhões de litros no próximo ano,
contra 38,8 em 2008 w 26,9 no ano anterior.
Segundo informações da F.O. Licth, deverá ocorrer uma alta
nos preços do milho e uma baixa nos preços do etanol, além
de afirmar que a indústria norte-americana se encontra em
crise econômica.No
Brasil, a situação para 2009 é que poderá estacionar com os
mesmos índices produtivos, já que o país é o 2º produtor
mundial de etanol. |
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Com a queda dos preços do
petróleo e a crise de crédito, poderão extinguir projetos
novos, bem como a expansão das usinas nos EUA no ano que
vem. Contudo, para o Brasil e Europa, a situação parece ser
mais confortável. A EU poderá crescer mais que o dobro
atingindo 6,3 bilhões de litros.
Por fim, a F.O. Licth disse
que essa situação poderá se alastrar em 2009 junto com a
queda nos preços dos grãos e o ponto de partida nas
operações das usinas em grande produção. |
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Aquecimento Global: entendendo seus efeitos
Hilara Cortinhas –
06/11/2008
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Com o avanço do aquecimento
global devido às freqüentes emissões de gases poluentes,
causando o efeito estufa, o clima está em contínua mudança.
Isso está refletindo em todas
as regiões do mundo. Sabemos que boa parte da Europa irá
esfriar, e o Oeste da China e o Oriente Médio sofrerão
aumento de temperatura de 7ºC até o ano de 2100. No Canadá,
Escandinávia e Rússia, os processos do aquecimento são mais
rápidos.Essa mudança também atingirá o Brasil, visto que na
Floresta Amazônica, as temperaturas serão mais altas e as
estações de seca serão mais longas a cada ano. |

Fonte: Colégio
São Francisco |
O aquecimento será ainda maior e
intenso no interior dos continentes, porque a circulação dos
oceanos sofrerá influência moderada sobre as áreas costeiras.
Portanto, os oceanos vão retirar o calor da superfície nessas
áreas.
As regiões que são quentes, possuindo temperatura acima de 40ºC
irão ficar mais quentes. Já os países que estão sob influência
do mar e clima equilibrado como Irlanda, Chile e Nova Zelândia
sofrerão menores alterações climáticas.
De acordo com os cientistas do Instituto para Pesquisa do
Impacto Climático em Potsdam, na Alemanha, é possível que ocorra
um colapso da Corrente do Golfo, devido ao aquecimento global. A
Corrente do Golfo faz parte de um sistema de circulação no
Atlântico Norte, movida pela formação de gelo no Ártico. Dessa
forma, quanto maior for o aquecimento, maior serão seus impactos
na natureza e temos de nos preocupar, pois ocorrendo esse fato,
menos gelo irá se formar no Ártico, encerrando o mecanismo de
formação de água profunda que cria a Corrente do golfo. Não
podemos nos esquecer que seres vivos que têm seu habitat nessa
região irão ser extintos.
Quanto aos recursos hídricos, outra grande mudança acontecerá em
decorrência do aquecimento global, porque a circulação da água
entre o mar, a atmosfera e superfície terrestre irão afetar os
padrões de chuva, enchentes, seca, fluxo dos rios e na
vegetação. Temos de nos conscientizar de que a água irá
desaparecer em alguns lugares e reaparecerá onde é inesperada a
sua abundância. Não descartando a hipótese de imprevistos. Essa
falta de água se dá ao fato de que com a falta das chuvas as
caixas d’ádua, canais de irrigação estarão sendo esvaziados.
Isso já é fator preocupante nos países da África – norte e Ásia
Central até o sul da Europa.
Sem as chuvas, aumentam os períodos das secas e outros desertos
irão aparecer, oásis irão morrer, fluxos dos rios irão diminuir
e muitas outras catástrofes. A única fonte de água do Paquistão,
o rio Indo sofrerá uma redução de 40% em seu fluxo; o rio Niger
perderá 30%; e rio Nilo sofrerá queda de 10%.
Com o calor extra, a evaporação sendo mais rápida e somando a
umidade do ar muitas tempestades catastróficas irão ser geradas.
No século 20, a média anual das chuvas subiu para 10%. Também
ocorrerão com maior freqüência os furacões, ciclones,
relâmpagos, enchentes, não esquecendo do fenômeno El Niño.
Um mundo mais quente ficará propenso a proliferação de mosquitos
transmissores de doenças como dengue e malária, dentre outras
que se encontram em outras regiões.
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