|
Floresta Amazônia: um bioma em apuros!!!
Hilara Cortinhas -
23/06/2009
Madeireiros, grileiros,
garimpeiros, traficantes de animais, vândalos entre outros, são
as pessoas que encontramos em plena Floresta Amazônica. Se é que
podemos chamar de "pessoas". Demos considerá-los como "bárbaros
negros" porque "verdes", isso nunca.
Esses estúpidos que aprecem e se apossam da nossa mega floresta
rica, em todos os sentidos, a consomem como se fosse arroz e
feijão no prato! Infelizmente eles não pensam e nem se importam
em salvaguardar nosso bioma, nem mesmo o planeta. Eles apenas
querem se apossar do que não lhes pertencem de modo ilegal de
forma a favorecer seus bolsos. E o que mais nos chocam: existem
compradores para aumentar essa discrepância absurda e tão real.
Esses compradores, os quais também os chamo de "bárbaros negros"
porque, de certa forma, eles contribuem para o fim da nossa
floresta. Eles compram as mercadorias nem querem saber a
procedência, se tem documentação legal. Eles pensam também
apenas nos lucros.
Infelizmente, não sabemos o que de fato se passa nas cabeças
destes seres irracionais, inconsequentes, estúpidos. Por que
agir de modo tão cruel e feroz com nossa floresta se ela somente
é generosa com o planeta? Por que não a tratá-la com carinho e
amor? Ela sempre será favorável quando a amamos.
Muitos de nós, ambientalistas temos muitas perguntas sobre eles.
As respostas nós até conhecemos, pois são sempre as mesmas e
nenhuma delas nos convencem, nada diretas.
Quanto as queimadas, as quais são praticadas pelos madeireiros
perversos, são um veneno mortal para a floresta, para as águas,
aos animais, plantas, ao ser humano. Elas, incessantemente,
contribuem, como sabemos, para que o gás carbônico, metano e
óxido nitroso aumentem a temperatura global, aquecendo a
atmosfera, causando o famoso "efeito estufa".
Os grileiros, como sabemos, estimula o desmatamento, favorece o
aquecimento global. E ainda, para rirmos dessa tal situação, foi
aprovada pelo Congresso Nacional a MP da regularização
fundiária, regularizando as áreas ilegalmente ocupadas na
Amazônia. Isso é certo? A situação é gravíssima. Vamos pedir o
VETO desta patifaria! Não podemos deixar que isso aumente os GEE.
Vamos pensar: efeito estufa - em palavras simples, pense numa
bexiga. Se você enchê-la de ar, ela vai estourar, pois a
quantidade de ar dentro dela é maior que sua capacidade. Pois
bem, agora pense no planeta como se fosse uma. De tanto nós
poluirmos nossas águas, solos, jogarmos lixo em locais
inadequados, os carros e industrias soltando mais
poluentes....vamos chegar num ponto em que tudo vai estourar. Já
estamos estourando. A destruição está na nossa porta. Veja
quantas novas doenças surgindo, animais migrando, especies
faunísticas e florísticas em extinção, cursos d'água secando e
outros já secos, a desertificação está muito próxima, chuva
acida, etc. Esse é o começo do fim!
Portanto, faça sua parte e a Floresta Amazônica e outros biomas
serão salvos.
Contribua para acabar com esses bárbaros. Denuncie crimes
ambientais e vamos punir os responsáveis!
A Floresta Amazônica é imensa. Embora já temos muito de sua
extensão desmatada, e com projetos para recuperação de áreas
destruídas, recomposição de especies, já muito para se conhecer
e fazer por ela.
Quem ama, cuida, preserva, denuncia!
05 de Junho –
Dia Mundial do Meio Ambiente
Hilara Cortinhas – 05/06/2009
Em pleno dia
Mundial do Meio Ambiente nós temos que ouvir cada
absurdo....como o nosso Ministro do Meio Ambiente Carlos Minc:
“estão querendo a picanha, cortar o pescocinho do Carlinhos Minc”
e outras mais como lemos em jornais e assistimos as discussões
no Senado Federal. Será que esse Ministro vai permanecer por
muito tempo “defendendo” o Meio Ambiente, mas participando
favoravelmente da campanha de legalização da maconha?
Nós,
sociedade em geral, estamos nos esforçando em mudar as práticas
de consumo e descarte de materiais com sustentabilidade, e,
pensando nisso eu pergunto: se os catadores têm tanto trabalho
para recolher os recicláveis nas ruas, será que a “crise”
deveria afetá-los? Porque esta situação fez com que o preço dos
materiais também despencassem, como o preço do alumínio a R$
1.30 e vejo isso como um desestímulo para quem vive dessa
prática e procura ajudar a salvar o planeta.
Tanto ouvimos
falar em ECOpessoas, ECOcampanhas, ECOpráticas, e muitos outros
jargões da língua portuguesa, mas sabemos que, infelizmente, em
várias situações isso é mais blábláblá do que as ações
propriamente ditas.
Agora, hoje,
vivemos um dia especial, todo planeta está fazendo campanhas,
apresentações, exposições, e, há pouco, ouço na rádio uma
reportagem que me deixou perplexa: a Prefeitura de São Paulo
liberou as obras para aumentar mais 3 faixas na Marginal Tietê
para o trânsito fluir melhor. Mas eu pergunto: por que fazer
esta obra justamente num local onde as enchentes são freqüentes
e ainda, por que impermeabilizar o pequeno fragmento arbóreo da
Marginal? Por que não se pratica essa medida construindo um
rodoanel para retirar os caminhões das vias expressas da
Capital, liberando o fluxo da Marginal? E ainda, por que não se
faz um rodízio diferente, sendo a proibição de 4 finais de
placas dos automóveis de circular nos dias estabelecidos, assim
diminuiria o numero de automóveis nas ruas e diminuiria as
emissões de gases de efeito estufa? Isso deveria ser válido até
mesmo para as outras grandes capitais como Campinas, Rio de
Janeiro, Belo Horizonte, e demais.
Nós,
brasileiros, temos de praticar o ato de zelo, cuidado, carinho e
amor pela nossa megabiodiversidade, porque nosso país é o único
com uma vasta extensão de biomas, fauna, flora, muitas são raras
e exóticas e não deixar que atitudes cruéis acabam com essa
riqueza de vida existentes ao nosso redor. Vamos contribuir
diariamente com nosso meio ambiente preservando as nossas matas,
animais, água, energia, nossos rios...
Por fim,
quero parabenizar as grandes campanhas, ONG’s que defendem
fervorosamente nossos recursos naturais e pedir ao poder público
e outros organizadores de eventos ambientais que não se façam
essas ações de conscientização ambiental apenas na Semana do
Meio Ambiente e nem tampouco no Dia Mundial de Meio Ambiente,
mas sim, sempre, sem datas especiais, pois todos os dias devemos
comemorar e contemplar a nossa rica natureza. Todo dia é dia de
salvarmos o meio ambiente. Cada tempo perdido com desmatamentos,
poluição, deve ser reposto com ações que suprem em dobro essas
ocorrências de modo a conseguirmos ser mais rápidos na
preservação e conservação do que a degradação ambiental.
Ação
Solidária + Comportamento Penal = Reflorestamento da Mata
Atlântica
Hilara Cortinhas – 02/06/2009
Em plena Semana do Meio Ambiente, nesta quinta-feira, dia 4,
será inaugurado, no Rio de Janeiro pela Companhia Estadual de
Águas e Esgotos – CEDAE, o Centro de Produção de Mudas da Mata
Atlântica Manuel Gomes Archer, localizado no Reservatório Vitor
Konder, zona oeste da capital carioca.
|

|
O funcionamento e manutenção dos centros de
produção de mudas serão feitos com mão-de-obra de detentos
de regime semiaberto, que integram o Programa de
Responsabilidade Social Replantando Vida, sendo os detentos
de reinserção na sociedade. |
O primeiro
grupo para o trabalho será escolhido pela Justiça, levando em
consideração o bom comportamento e tempo penal cumprido. Cada
detento custará para o Cedae, cerca de R$ 750,00, mais um
salário mínimo, vale transporte e vale alimentação.
O Coordenador
dos projetos de reflorestamento da Cedae, Alcione Duarte, diz
que “em todos os centros de produção de mudas, nós utilizamos
essa mão-de-obra. Para ver o grau de compromisso da CEDAE com
esse tipo de projeto de ressocialização de pessoas, nós estamos
montando o nosso maior viveiro florestal dentro de um presídio.”
Ainda informou que esse centro terá capacidade de produzir de
800 mil a 1 milhão de mudas por ano. A inauguração está prevista
para o mês de agosto deste ano.
Duarte
acrescenta: "O projeto que temos hoje na Cedae para
reflorestamento está tomando uma proporção que nós não
imaginávamos", afirmou Duarte. O primeiro centro de produção de
mudas da Cedae foi inaugurado na estação de tratamento de águas
do Guandu, com capacidade de produzir até 250 mil mudas por ano.
Em seguida, veio o segundo centro, na estação de Alegria, para
produção de 30 mil mudas. A terceira unidade também irá produzir
30 mil mudas anuais. "Além de fornecer mudas para os projetos
que a Cedae desenvolve, reflorestando mata ciliar de rios
utilizados pela empresa, ele também vai servir para reflorestar
uma área em Campo Grande, resultante de medidas compensatórias
junto à prefeitura da cidade do Rio de Janeiro". Em vez de fazer
o plantio de árvores urbanas, as mudas serão usadas no
reflorestamento do Morro Luiz Barata, com cerca de 50 mil mudas.
Impactos
Ambientais são analisados após ruptura de barragem no PI
Hilara Cortinhas – 02/06/2009
|

|
De acordo
com a Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos
Hídricos do Piauí – SEMAR, foram gastos mais de R$ 3 bilhões
na construção de 22 barragens no estado. O objetivo destas
construções é a perenização dos rios, irrigação das áreas
agricultáveis, criação de peixes e implantação de
balneários para estimular o turismo e lazer. Só a barragem
de Algodões I, em Cocal, rompida na última semana, dia 27,
causando tragédias com mortes, custou um pouco mais que R$
50 milhões. |
Segundo o
Governador do Estado, Wellington Dias – PT, afirma que o fato
ocorrido foi a conseqüência do “aquecimento global e as mudanças
climáticas”, pois causaram o excesso de chuvas. Independente de
falar em outras palavras, o entender é o mesmo da afirmação do
governador, pois Lucile Moura, presidente da Empresa de Gestão
de Recursos do PI, esse rompimento era inevitável, pois a culpa
é dos “seres humanos que trataram a natureza de maneira
desrespeitosa”.
Para fazer
estudos dos impactos ambientais causados após a tragédia, uma
equipe da Semar foi enviada à Cocal e irá contribuir para fazer
o enterro dos animais mortos em locais adequados para que não
transmitam doenças, evitar a poluição dos solos e os poços de
abastecimento de água e também analisar os estragos quanto as
espécies arbóreas caídas.
Também foi
para Cocal uma equipe da Secretaria de Saúde do Piauí (Sesapi)
com o objetivo de analisar e monitorar a rede de abastecimento
de água e técnicos constataram que a água, felizmente, não foi
contaminda pelos resíduos levados pela enxurrada.
Para ver outros artigos, faça um download:
DENUNCIE CRIMES AMBIENTAIS,
e ajude o meio ambiente!
De acordo com
o IBAMA, veja como fazer...
-
É importante
que o cidadão apresente dados claros e precisos sobre a
denúncia a ser formulada;
-
A
insuficiência de dados, na maioria das vezes, impossibilita ou
retarda o atendimento da denúncia;
-
Os dados
cadastrais do informante (nome, telefone, endereço) são
mantidos em sigilo, visando resguardar a sua integridade
física e conforme preceitua o direito individual dos cidadãos
em relação à inviolabilidade de sua intimidade;
-
É necessário
informar com clareza qual o tipo de crime que está ocorrendo,
exemplo: cativeiro de animais, desmatamento, poluição, caça,
acidente com produtos químicos, degradação de área, maus
tratos de animais, queimada, contra servidores,
irregularidades administrativas, pesca predatória, entre
outros;
Dados precisos
sobre a localização são indispensáveis para o registro da
denúncia:
- Em
área urbana:
Estado,
município, bairro, rua, o número da residência, ponto de
referência, e, se possível, informar o nome ou apelido do
suposto infrator.
- Em
área rural:
Estado,
município, distrito, estrada (nome), quilômetro, em qual
direção, exemplo: saindo do município X em direção ao município
Y. Se necessário seguir por alguma entrada, informar se o dano
ambiental está às margens direita ou esquerda. Citar pontos de
referência. E, se possível, informar o nome ou apelido do
suposto infrator.
"Antes de
imprimir, pense em sua responsabilidade sócioambiental!"
"Preserve o Meio Ambiente!" |